HISTÓRIA DO G.R.E.S. ACADÊMICOS DO DENDÊ

O G.R.E.S. Acadêmicos do Dendê se originou do antigo Bloco Unidos do Dendê, em 1965, depois da extinção do Bloco Unidos da Cova da Onça. Posteriormente, personalidades como Alcides, Moacir, Filinho, Tino, Benizário, Fizinho, China e Aurélio se reuniram na residência do Sr. Alcides localizada no Morro do Dendê afim de formar a nova Comissão de Carnaval.
Dessa maneira foram escolhidos como presidente, tesoureiro, diretor de harmonia, carnavalesco e diretor de bateria, respectivamente, os senhores Alcides, China, Moacir, Benizario e Tino. O bloco se tornou então, o grande campeão da categoria banho de mar a fantasia e em campeonatos internos na Ilha do Governador.
            Um breve intervalo nas atividades do Unidos do Dendê contribuiu para o surgimento de dois novos blocos: Canarinhos e Falange. Em 1990, a união desses dois grupos daria um novo impulso ao carnaval da comunidade; formou-se com força total o Bloco de Embalo Unidos do Dendê.
            Nessa empreitada reuniram-se então, José Carlos, Jorge, Irani, Ubiraci de Oliveira, Marta Pereira, Val, Maria e João que com sua imensa contribuição para o sucesso do bloco o denominou como Bloco Carnavalesco Unidos do Dendê consagrando-se campeão em 1991. No ano seguinte o bloco alcançou o título de G.R.E.S. Acadêmicos do Dendê, tendo como cores o azul e o branco, que decoram o seu pavilhão.

FICHA TECNICA

CARNAVAL 2005 - SINOPSE DO ENREDO

" Na história do relógio, tudo tem hora certa . "

 

Introdução:

          O Sol é o supremo controlador do tempo, e sobre seu curso o homem regula o ritmo dos anos, dos dias, das horas.
           Mas se o relógio, esse maravilhoso engenho inventado pelo próprio homem desaparecesse da face da terra, a civilização interromperia, por certo, seu curso

1ª parte: A história

          Muito antes que o homem sentisse a necessidade de pautar e medir o ritmo de seus dias, o sol se levantava e ia até o ocaso, assinalando no quadrante do céu, as duas faces do tempo: o dia e a noite.
           Foram, provavelmente, os pastores patriarcais os primeiros a observar o jogo de luzes e de sombra, como se o sol, em sua caminhada pelo espaço, indicasse no terreno, com um pincel invisível, sua posição no céu. Estas observações foram precursoras do primeiro relógio de que os homens puderam dispor: a MERIDIANA (relógio de sol).
           Parece que os chineses já usavam a meridiana solar e que as antigas civilizações egípcias e assiro-babilônia aperfeiçoaram o uso desse quadrante, mas a documentação histórica atribui ao grego Anaximandro (anos 500 a.C.) a invenção de um relógio solar, concebido em bases realmente científicas.
           Por mais elaborados que fossem, os relógios de Sol apresentavam uma grande desvantagem: não podiam ser usados à noite ou a sombra. No século XVI a.C. foi inventada a CLEPSIDRA (relógio de água), que podia ser utilizado a qualquer hora. Nele a água pingava de vaso para vaso, empregando 12 horas para transferir-se para o último. Então surgiu o relógio de areia (Ampulheta), baseado no mesmo princípio: encher ou esvaziar um recipiente a uma velocidade controlada. Nos fins do século XVII surge o sinal do meio dia, no qual o canhão disparava quando os raios solares concentravam-se no foco da lente provocando a detonação.
           O primeiro relógio mecânico surgiu por volta do século XVIII de nossa era. Acionado por um peso cadente (e não mais por água ou areia), ao invés de indicar visualmente o tempo, esse instrumento tocava uma nota num sino. Os primeiros relógios, numa determinada hora, avisavam o sacristão, ou o vigia de uma comunidade a hora em que deveria tocar o sino.
           Todos os relógios fabricados até cerca de 1475 eram acionados a peso e se transportados, tinham que ser reajustados cuidadosamente.
           Nesta época inventou-se uma mola espiral para substituir o peso, o que possibilitou a fabricação dos relógios portáteis e também dos relógios de bolso. Os primeiros aparelhos movidos à mola eram apenas relógio a peso modificado: ao invés de serem movidos por um peso que puxava um fio ao redor do cilindro propulsor, possuíam um outro cilindro (colocado abaixo do propulsor) munido de uma mola espiral que enrolava o fio em volta dele. Ao contrário do peso, que possuía um movimento absolutamente constante, a mola mestra não era uma fonte motora suficientemente precisa, pois quando estirada ao máximo, sua força era menor que no início do processo.
           Para resolver esse problema, os relojoeiros introduziram um dispositivo conhecido como fuso, que fornecia a mola uma fonte motora realmente constante. Outro grande avanço em matéria de precisão surgiu com a invenção do relógio de pêndulo, cujo aperfeiçoamento procedeu-se gradativamente até atingir a alta precisão. Em 1921 inventou-se o relógio de pêndulo livre, que se constitui ainda hoje no mais aperfeiçoado aparelho deste tipo.

parte: A hora certa

          Com o modernismo surgiram muitas espécies de relógios de vários modelos e tamanho, sendo que alguns viraram monumentos, como o BIG BEN de Londres, famoso pela arquitetura e por servir de referências aos londrinos. Aqui no Brasil, exatamente no Rio de janeiro, temos o relógio da estação D Pedro I (Central do Brasil) famoso por ter um dos maiores quadrantes luminosos.
           A eletricidade encontrou naturalmente, e bem depressa, sua aplicação também no relógio. A história atribui o mérito ao físico Hipp de Genebra, aonde a indústria relojoeira já se vinha afirmando. O relógio elétrico em sua forma mais comum é constituído de um regulador central, muito preciso, que fecha a cada minuto um circuito elétrico, e sua maior evolução foi à invenção do relógio de pilha seca, os relógios a bateria substituíram com vantagem os modelos antigos movidos a peso ou a mola. O mais preciso dos relógios a bateria é o de quartzo, que consegue uma variação de apenas um segundo a cada trinta anos.
           A cronometragem cada vez mais exata obtida com os relógios mecânicos tornou evidente dois fatos incômodos: um deles era que os dias variavam sua duração através do ano; o outro, que o momento do pôr do sol variava conforme a região, ocorrendo gradualmente mais cedo em direção leste e mais tarde a oeste. O primeiro problema foi solucionado adotando-se as horas iguais mostradas pelos relógios. 0 segundo foi resolvido, quando foi adotada a hora média de Greenwich na maior parte do mundo, estabelecendo-se em comparação a ela, fusos horários para cada região.
           Atualmente os relógios são produzidos em grande quantidade por indústrias do mundo todo, uma fábrica de despertadores chega a produzir um relógio a cada minuto.
           O relógio passou a ser também um controlador do tempo, tudo gira em torno das horas. No raiar de um novo dia começa o ritual dos despertadores (relógio dotado de mecanismo para que soe em determinada hora), com a missão de despertar as pessoas para os compromissos do dia. Existem também os despertadores naturais, como por exemplo, os pássaros e aves, que pontualmente acordam os habitantes de fazendas, sítios, chácaras e etc. para suas tarefas diárias. O primeiro compromisso do dia é o desjejum (café da manhã) e logo em seguida, todos saem para trabalhar, com horário certo de expediente para ser cumprido; enquanto isso as donas de casa correm contra o tempo para cumprir as tarefas domésticas. Para as crianças não é diferente, o seu dia é dividido entre o horário escolar e o das brincadeiras.
           Ao meio dia é chegada a hora sagrada, a hora do almoço, quando todos param pelo menos por uma hora para se alimentar. À tarde continuam as rotinas de compromissos, reuniões, encontros, consultas etc, tudo com hora marcada. Mas nem só de compromissos vive o homem, existem também as horas alegres, o lazer, porem controlados pelo tempo.
           Com a chegada da noite, não muda muito a escalada de compromissos, continua o trabalho, a escola, a diversão, os encontros amorosos etc. Com Todos mantendo o ritmo até chegar à hora do descanso, a hora de dormir.

Jorge Mendes


                                      G.R.E.S. ACADÊMICOS DO DENDÊ

SEDE:  ESTRADA DO DENDÊ, 191 - TAUÁ - ILHA DO GOVERNADOR

Tel.: 21 9722-3078

CORES: AZUL E BRANCO

ENREDO: Na história do relógio, tudo tem hora certa.

PRESIDENTE: Moises Costa Neris

CARNAVALESCO: Jorge Mendes

BARRACÃO: RUA FRANCISCO BICALHO, s/n - CENTRO

DIRETOR DE CARNAVAL: UBIRACI DE OLIVEIRA

AUTOR DO ENREDO:  JORGE MENDES

AUTOR DO SAMBA ENREDO:  SERGIO DO CAVACO, GILBERTO LUA, JAÚ, DOUM, EDIVALDO DE LIMA, ARIEL, SALGADINHO, DECIKA JANNES e MANECO

INTÉRPRETE DO SAMBA: EDNALDO DE LIMA

FIGURINISTA:  JORGE MENDES

DIRETOR DE BARRACÃO:  ANDRÉ FELIPE DAS MECÊS SANTOS

DIRETOR DE HARMONIA: UBIRACI DE OLIVEIRA

DIRETOR DE BATERIA: ALAN LOPES DE OLIVEIRA

RESP. ALA DAS BAIANAS: UBIRACI DE OLIVEIRA

RESP. ALA DAS CRIANÇAS:  MARIA APARECIDA TEODÁSIO

RESP. GALERIA VELHA GUARDA:  JOÃO CARLOS

RESP. COMISSÃO DE FRENTE: 

PRIMEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira: JOSÉ AUGUSTO e ANA CAROLINA

SEGUNDO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:

TERCEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:  

Símbolo: