|
HISTÓRIA DO
G.R.E.S. UNIDOS DA VILLA RICA
A AESCRJ
ESTA AGUARDANDO DADOS HISTÓRICO DO UNIDOS DA VILLA RICA |
FICHA TECNICA
CARNAVAL 2007 - SINOPSE DO ENREDO
"CARUKANGO"
Sinopse de Enredo
Antigamente, os orixás eram homens.
Homens que se tornaram orixás por causa de seus poderes, de sua
sabedoria, sua força e suas virtudes. Em cada vila, um culto se
estabeleceu sobre a lembrança de um ancestral de prestígio.
E, lendas foram transmitidas de geração em geração
para render-lhes homenagem.
No Òrun, o universo, e no Àyié, a terra, a luta dos
negros contra as injustiças contou com corajosos guerreiros. E
na nossa história, se destaca Carukango, o guerreiro feiticeiro
que virou rio. Sua odisséia dá-se a partir de Moçambique,
Em anos de intensa exploração Africana por Portugal, os
dioulas africanos não paravam de trazer negros capturados no interior.
Entre eles, estava um líder político, militar e espiritual
de sua tribo: Carukango, chefe e feiticeiro, que fora emboscado, aprisionado,
e vendido como escravo á traficantes que os trouxeram da África
ao Brasil. O tumbeiro aportou na Ilha de Sant'anna para a quarentena.
Nela, além dos cativos do Estrela de Macahé, muitos outros
negros trazidos por outros tumbeiros, para serem vendidos em terras brasileira.
Embora fosse coxo e meio corcunda, era um líder, um chefe e feiticeiro,
e poderia agir como escravo, e servir de interlocutor entre seus donos
e os demais cativos. Porém, Carukango não atendeu às
expectativas de seu novo dono, sequer aprendeu a "Língua Portuguesa",
não abandonou suas crenças, estabeleceu liderança
sobre os outros escravos da fazenda, resistiu ao trabalho com sabotagens
e negligências, não havia castigos que o fizessem mudar.
Carukango incentivou questionamentos, inconformismo e rebeliões,
culminando em sua fuga e de outras dezenas de escravos. Os fugitivos evadiram-se
para o cume das montanhas da Serra do Deitado, hoje, parte dos municípios
de Macaé e Conceição de Macabu, em altitudes superiores
a 600 metros, lá encontraram um platô suficientemente grande
para abrigar uma comunidade. Organizados em um trabalho coletivo, cooperativo,
democrático e social; criaram um abrigo coletivo, implementaram
plantações diversas, e aproveitaram a caça e a coleta
local.
O assentamento criou fama, outras fugas em massa ocorreram em diversas
fazendas, os atritos entre proprietários e feitores contra os fugitivos,
tornava-se cada vez mais intenso. Os ataques propiciaram grande número
de fugas e saques, tornando o“quilombo”maior e cada vez mais
forte; sendo Carukango identificado como líder.
A localização e a engenhosa proteção de Carukango
tornou este quilombo o maior da região, talvez do Rio de Janeiro,
e quem sabe, um dos maiores do Brasil.
Deu-se inicio a fortificação do Quilombo de Carukango.
Percebendo as fraquezas militares de Cabo Frio, Macaé e arredores,
acorreram em auxílio ao chefe do Distrito Militar da Capitania
do Espírito Santo, o Coronel Antônio Coelho Antão,
que partiu em socorro ao vilarejo de Macahé.
Às milícias do Espírito Santo, juntaram-se as polícias
de Campos, Macaé e Cabo Frio, além de populares de toda
a região. Com ataques frustrados; As milícias, armadas a
ferro e fogo, foram sucessivamente repelidas nos confrontos dentro das
florestas e nas montanhas, especialmente por desconhecerem o terreno e
não conseguirem surpreender os quilombolas.
Todas as trilhas foram bloqueadas, as milícias fizeram sucessivos
ataques com uso constante de armas de fogo, até que finalmente,
atingiram o platô onde se localizava o quilombo. A batalha foi desproporcional,
as milícias, bem armadas e numerosas, já iniciavam o massacre
dos quilombolas, quando Carukango surgiu do interior da construção
paralisando o confronto, sacou uma pistola de dois canos, disparando e
matando o filho mais moço de Francisco Pinto, o seu comprador e
escravizador no Brasil. Carukango foi linchado, massacrado e mais tarde
esquartejado pelas tropas, e, os quilombolas que não foram massacrados,
suicidaram-se atirando-se dos penhascos e furnas da região.
A cabeça e partes do corpo de Carukango ficaram espetadas em estacas
pelas estradas que se aproximavam da região, até que se
decompusesse.
Seu corpo a céu aberto, permitiu a liberdade que o guerreiro tanto
desejava; onde a mãe natureza, utilizando-se dos poderes de Iansã
a rainha dos ventos, soprou e derramou os seus restos, nas águas
do rio que passava as margens da estrada onde ficou sua exposição.
Foi nas águas do rio que a liberdade alcançou, indo ao mar
para os braços carinhosos de Iemanjá, que o leva em suas
“correntes”, de volta à mãe áfrica.
O rio tranqüilo que desce da serra á caminho do mar, que me
leva pra África, vou te nomear: Carukango é teu nome, guerreiro
valente! Que virou orixá.
O mundo, a cultura, e as tradições africanas são
totalmente voltados para a religiosidade, onde há a parceria entre
o mundo físico e o metafísico. Por isso é que defendemos
que o Quilombo Carukango é mais que um fato na história,
trata-se de uma lenda viva.
CARUKANGO.
"Oxalá, deus da criação, encarregando a divindade
suprema Olorum de fabricar a terra e o mar deste Brasil preto, criou nestas
terras uma árvore cujas raízes atravessavam o oceano e chegavam
até a África."
Um babalaô me contou:
"Antigamente, os orixás eram homens.
Homens que se tornaram orixás por causa de seus poderes.
Homens que se tornaram orixás por causa de sua sabedoria.
Eles eram respeitados por causa de sua força,
Eles eram venerados por causa de suas virtudes.
Nós adoramos sua memória e os altos feitos que realizaram.
Foi assim que estes homens tornaram-se orixás.
Os homens eram numerosos sobre a Terra.
Antigamente, como hoje,
Muitos deles não eram valentes nem sábios.
A memória destes não se perpetuou
Eles foram completamente esquecidos;
Não se tornaram orixás.
Em cada vila, um culto se estabeleceu
Sobre a lembrança de um ancestral de prestígio
E lendas foram transmitidas de geração em geração
para render-lhes homenagem".
(Pierre Verger)
Carukango
Uma lenda africana conta que certa vez, ogum, guerreiro bem feitor e capaz
de salvar muitas vidas, mas também destruidor de reinos, chegou
numa aldeia onde ninguém falava com ele. Quando se dirigia a um
morador, só recebia o silêncio. Pensando que estavam todos
zombando dele, Ogum ficou furioso e destruiu a aldeia. Mais tarde Ogum
descobriu que aqueles moradores faziam voto de silencio e se arrependeu
do que fez, desde então, o deus da guerra jurou ser mais cauteloso
protegendo os mais fracos e todos aqueles que estivessem sofrendo discriminações
e qualquer tipo de perseguições injustas.
No Òrun, o universo, e no Àyié, a terra, a luta dos
negros contra as injustiças contou com corajosos guerreiros. E
na nossa história, se destaca Carukango, o guerreiro feiticeiro
que virou rio.
Sua odisséia dá-se a partir de Moçambique, colônia
de exploração dominada pela metrópole portuguesa,
desde do século XVI, onde um dos principais “produtos”
de exportação era o “negro” escravo.
Naqueles anos de intensa exploração do Brasil, os dioulas
africanos não paravam de trazer negros capturados no interior.
Entre eles, estava um prisioneiro ilustre das guerras intertribais, o
líder político, militar e espiritual de sua tribo: Carukango,
chefe e feiticeiro fora emboscado, aprisionado, acorrentado e arrastado
pro litoral, onde foi vendido a um traficante brasileiro, que o acondicionou
no porão do tumbeiro “Estrela de Macahé”. Embora
atarracado e meio corcunda; ferido no corpo e na alma, ainda foi submetido
a 80 dias de viagens, entre a África e o Brasil, mais especificamente
com destino ao vilarejo de Macahé.
O tumbeiro aportou na Ilha de Sant'anna para a quarentena. Nela, além
dos cativos do Estrela de Macahé, entre os quais Carukango, havia
outras centenas de negros trazidos de Angola, da Guiné, do Congo
e até um pequeno grupo islamizado, os malês, que seguiam
para a Bahia, e tiveram sua rota alterada por um ataque pirata e uma violenta
tempestade de cinco dias consecutivos.
Depois de trinta dias de quarentena, várias mortes, duas tentativas
frustradas de fuga, muito maus tratos e torturas; o grupo que veio da
África com Carukango foi aos poucos sendo levado de escuna para
Imbetiba em Macahé, e de lá, para os leilões de escravos
no centro do vilarejo.
No alto de um patíbulo, cerca de dez escravos, entre homens e mulheres,
eram vistoriados de cada vez; embora Carukango fosse coxo e meio corcunda,
era um líder, um chefe e feiticeiro, e poderia agir como escravo,
e servir de interlocutor entre seus donos e os demais cativos.
Pensando assim, Francisco Pinto, fazendeiro na freguesia de Nossa Senhora
das Neves, foi o arrematador que adquiriu Carukango.
Porém, Carukango não atendeu às expectativas de seu
novo dono, sequer aprendeu a "Língua Portuguesa", não
abandonou suas crenças, estabeleceu liderança sobre os outros
escravos da fazenda, resistiu ao trabalho com sabotagens e negligências,
não havia castigos que o fizessem mudar.
Numa noite, a porta da senzala foi aberta por dentro, o cão fila
que guardava a entrada havia sido envenenado, e só os escravos
velhos não fugiram. Na fuga, assaltaram o armazém que havia
na fazenda, roubaram ferramentas e facões, alguns alimentos e cordas.
A reação do feitor e dos patrões de nada valeu, mataram
a tiros alguns escravos, feriram outros, mas nada adiantou; os fugitivos
evadiram-se para o cume das montanhas da Serra do Deitado, hoje, parte
dos municípios de Macaé e Conceição de Macabu,
em altitudes superiores a 600 metros, lá encontraram um platô
suficientemente grande para abrigar uma comunidade.
A partir daí, organizados em um trabalho coletivo, cooperativo,
democrático e social; criaram um abrigo coletivo em forma de barracão
e implementaram plantações diversas, de milho, cana, feijão,
mandioca, inhame, favas, maxixe, além das frutas. Utilizavam-se
da caça da região, e da coleta de palmito e raízes
das florestas dos arredores da aldeia criada por Carukango.
O assentamento criou fama, e alguns meses após a fuga de escravos
da fazenda de Chico Pinto, outras fugas em massa ocorreram em diversas
fazendas da região, com a ajuda ou não de Carukango e seus
aliados, os atritos entre proprietários e feitores contra os fugitivos,
tornava-se cada vez mais intenso e perigoso para ambos os lados, gerando
o massacre de um dos irmãos de Chico Pinto e seus familiares.
Os ataques propiciaram grande número de fugas e saques, tornando
o “quilombo” maior e cada vez mais forte.
Quilombo é um termo originário do norte da áfrica,
angola e atual Zaire, pra designar acampamento de guerreiros. No Brasil,
quilombo passa a designar ajuntamento, agrupamento de negro fugido.
Como as populações marginalizadas tinham acesso e aceitação
nos quilombos de todo o Brasil, não era difícil que indígenas,
ainda existentes na área, mantivessem contato com os negros, e
até se agregassem ao quilombo. Goytacazes, Coroados, Puris, Garulhos
e Sacurus, índios da região, talvez tivessem contato e até
feito parte do agrupamento quilombola; quem sabe daí, a utilização
de raízes e ervas para a alimentação, medicamentos,
simpatias e obrigações nos calundus dos quilombolas que
habitavam a região. A presença deste contingente e de mestiços
pode basear-se em que os ex-escravos tinham esposas indígenas.
Coisa perfeitamente consistente com a escassez de mulheres tanto nos engenhos
quanto no quilombo.
A localização e a engenhosa proteção de Carukango
tornou este quilombo o maior da região, talvez do Rio de Janeiro,
e quem sabe, um dos maiores do Brasil.
Deu-se inicio a fortificação do Quilombo de Carukango.
Nas Milícias contra o Quilombo; derrotas, frustrações,
malícia, táticas, surpresas, crueldade, sofrimento e dor
para ambos os lados.
Num ataque frustrado à fazenda de seu antigo dono, Carukango foi
identificado como líder, e até mesmo ferido à bala,
conseguindo escapar. A partir daí, foram feitas petições
às autoridades locais, que percebendo as fraquezas militares de
Cabo Frio, Macaé e arredores, acorreram em auxílio ao chefe
do Distrito Militar da Capitania do Espírito Santo, o Coronel Antônio
Coelho Antão, que veio então do Espírito Santo para
exterminar o Quilombo de Carukango, nas Serras adjacentes a Macaé.
Às milícias do Espírito Santo, juntaram-se as polícias
de Campos, Macaé e Cabo Frio, além de populares de toda
a região. Com ataques frustrados; As milícias, armadas a
ferro e fogo, foram sucessivamente repelidas nos confrontos dentro das
florestas e nas montanhas, especialmente por desconhecerem o terreno e
não conseguirem surpreender os quilombolas.
Para se ter idéia da dimensão do incômodo causado
pela existência dessa insurreição, consta num boato
da região, que por volta de fevereiro de 1830, uma carta quase
inacreditável, avançava pelo íngreme território
isolado em terras fluminenses, onde hoje estão os limites entre
os municípios de Macaé e Macabu. Uma correspondência
assinada pelo então Coronel Antonio Coelho Antão de Vasconcellos,
chefe do Distrito Militar da Capitania do Espírito Santo. Que em
seu texto dizia: ”Eu, Antonio Coelho Antão de Vasconcellos
faço saber a vós capitão Carukango que hei por bem
perdoar-vos de todos os excessos que haveis praticado(...), e que assim
o faço por entender que vossa rebeldia teve razão em resposta
as maldades praticadas por alguns maus senhores, em desobediência
às reais ordens de El-Rei.
Convido-vos a estar conosco em qualquer estância que vos convier,
com vossa mulher e vossos filhos, e todos os vossos capitães, livres
de qualquer cativeiro ou sujeição, como leais e fiéis
súditos de El Rei Dom João VI, sob minha proteção”.
Quem capitulava na mensagem era o próprio Coelho Antão.
Mas, não sabemos se o “capitão” aceitou o convite.
Na verdade não se sabe nem se a carta de redenção
chegou um dia a ser entregue, se é que ela existiu. Mas sabemos
que o destinatário, tratado nessa linguagem cheia de honoríficos
e rapapés, era mesmo o guerreiro Carukango, um opositor quase mítico
do domínio português no Brasil; pois sua resistência
deu margem a lendas que propagavam-se feito peste pelo Rio de Janeiro.
Numa Nova Estratégia; O Coronel Antão, experiente militar,
percebeu que teria de mudar de tática, abandonando os confrontos
de massa e passando a cortar os suprimentos e as comunicações
do inimigo. O novo plano foi iniciado após a captura de um quilombola,
que sob tortura, confessou a exata localização do quilombo.
Todas as trilhas foram bloqueadas, as milícias fizeram sucessivos
ataques com uso constante de armas de fogo, até que finalmente,
atingiram o platô onde se localizava o quilombo.
No alto do platô, o cenário impressionou a todos. Plantações
diversas cobriam a terra, ao contrário das propriedades senhoriais;
ao centro, uma enorme casa de pau-a-pique, com telhado de palha abrigavam
a todos e, na defesa do quilombo, cerca de duas centenas de quilombolas,
seminus, de todos os sexos e idades apresentavam-se armados de foices,
alfanjes, lanças e poucas armas de fogo.
A batalha foi desproporcional, as milícias, bem armadas e numerosas,
já iniciavam o massacre dos quilombolas, quando Carukango surgiu
do interior da construção paralisando o confronto. Carukango
vestia-se com um manto religioso, trazia no peito um enorme crucifixo
de ouro, aproximou-se dos milicianos e repentinamente, sacou uma pistola
de dois canos, disparando e matando o filho mais moço de Francisco
Pinto; a seguir, Carukango foi linchado, massacrado e mais tarde esquartejado
pelas tropas, e, os quilombolas que não foram massacrados, suicidaram-se
atirando-se dos penhascos e furnas.
Todos morreram, velhos e jovens, homens, mulheres e crianças. Todos
aqueles que construíram o sonho de ter um pedaço da África
no quinhão brasileiro e todos aqueles que acreditavam na possibilidade
de ter uma terra livre e democrática, onde todos são iguais,
independente de cor, de raça e/ou religião. Sendo mortos
ou cumprindo um pacto coletivo, de uma liberdade no Àyié,
a terra; ou no Òrun, o universo, com os orixás que compõem
a imensidão; de volta a mãe África, ainda que só
no coração.
O Quilombo Carukango foi extinto em 1º de abril de 1831.
A cabeça e partes do corpo de Carukango ficaram espetadas em estacas
pelas estradas que se aproximavam da região, até que se
decompusesse. Pois, a finalidade era a de amedrontar e fazer recuar quaisquer
insubordinação contra o governo e contra El Rei.
Porém, a alma de Carukango e de todos aqueles que com ele foram
sacrificados, já não pertenciam mais a este Àyié;
agora, faziam parte do Òrum; que junto com tantas outras almas,
arrancadas desta vida, diante de tanto sofrimento e injustiças,
tramavam, comandadas pelos orixás, a libertação,
deste povo humilhado e tão sofrido; trazido das longínquas
terras africanas.
Pois, a decomposição de seu corpo a céu aberto, permitiu
a liberdade que o guerreiro tanto desejava; onde a mãe natureza,
utilizando-se dos poderes de Iansã a rainha dos ventos, raios e
trovoadas, soprou e derramou os seus restos, nas águas do rio que
passava as margens da estrada onde ficou sua exposição.
E com o auxílio da iabá Oxum, foi nas águas do rio
que a liberdade alcançou, pois, se todo rio corre pro mar, Oxum
os deixa viajar nos braços carinhosos de Iemanjá, que leva
em suas “correntes”, a um caminho de volta à mãe
áfrica.
O rio tranqüilo que desce da serra á caminho do mar, que me
leva pra África, vou te nomear: Carukango é teu nome, guerreiro
valente, que virou orixá.
DECO E ANDRÉ
Carnavalescos
G.R.E.S. UNIDOS DA VILLA RICA
SEDE: LADEIRA DOS TABAJARAS, 681 - COPACABANA
FUNDAÇÃO: 20 DE MARÇO
DE 1966
Tel.: 2548-4775 / 9819-6324
CORES: AZUL E AMARELO
ENREDO: CARUKANGO
PRESIDENTE: JOSÉ BONIFACIO DA
SILVA
CARNAVALESCO: OSWALDO LUIZ(DECO) E CARLOS
ANDRÉ
BARRACÃO: Rua Santo Cristo, 87 - Santo Cristo
DIRETOR DE CARNAVAL: C. CARNAVAL: BONI,
MARIO, DEWSDIT, LUCIANO, SONIA, MILTINHO, HELDER
AUTOR DO ENREDO: Oswaldo Luiz (Deco) e André
Wendos
AUTOR DO SAMBA ENREDO: Leonardo
Trinta, Everton César, Ricardinho & Leo Torres
ITÉRPRETE DO SAMBA: MAURICIO POETA
VEJA
A LETRA DO SAMBA ENREDO
FIGURINISTA: OSWALDO LUIZ(DECO)
E CARLOS ANDRÉ
DIRETOR DE BARRACÃO: C. CARNAVAL: BONI,
MARIO, DEWSDIT, LUCIANO, SONIA, MILTINHO, HELDER
DIRETOR DE HARMONIA: COMISSÃO
HARMONICA: ALA DOS COMPOSITORES & COMISSÃO DE CARNAVAL
DIRETOR DE BATERIA: MARCOS PRETO
RESP. ALA DAS BAIANAS: JORGINHO
RESP. ALA DAS CRIANÇAS: REGINA
MARIA DO AMARAL & DIVA
RESP. GALERIA VELHA GUARDA: BENEDITA
VERÍSSIMO DIAS (DNA. BENÉ)
RESP. COMISSÃO DE FRENTE: LUIZ
CARLOS “BICÃO”
PRIMEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
ALESSANDRO & JANAINA
SEGUNDO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
RODRIGO & JEANE
TERCEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
|