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HISTÓRIA DO S.R.E.S.
LINS IMPERIAL
A Lins Imperial nasceu da fusão
das escolas de samba Filhos do Deserto, fundada em 1933, e Flor de Lins,
fundada em 1946, aqmbas existentes na Cachoeira, no bairro do Lins de
Vasconcellos. As cores das duas escolas eram verde e rosa, por isso persistiram.
São seus fundadores: Agnelo Campos (na época, era presidente
do Flor de Lins), Daniel Fernandes (na época, presidente do Filhos
do Deserto), Darcy Knuth Machado (Caxambu), Durval Olímpio da Silva,
Hervécio Antônio de Lima, Jones da Silva (Zinco), José
da Silva (Jaguarão), João de Oliveira Silva, Georgina Amorim
e outros.
Deve-se a Marinho
Teles, integrante da Filhos do Deserto, a introdução do
reco-reco na bateria. Entre os grandes colaboradores da escola, já
falecido, lembramos os nomes de Atherio Salestiano da Silva, Jones da
Silva (Zinco), José da Silva (Jaguarão), Durval Olímpio
da Silva e o inesquecível carnavalesco Carlos Manoel de Carvalho.
FICHA TECNICA
CARNAVAL 2007 - SINOPSE DO ENREDO
" CHICO MENDES - O ARAUTO DA NATUREZA "
(REEDIÇÃO DE 1991)
JUSTIFICATIVA DO ENREDO
O ENREDO DA S.R.E.S. LINS IMPERIAL PARA
O CARNAVAL DE 2007, SERÁ "CHICO MENDES – O ARAUTO DA
NATUREZA" ESSE ENREDO FOI APRESENTADO PELA ESCOLA DE SAMBA NO CARNAVAL
DE 1991, O SAMBA DE ENREDO, É DE AUTORIA DE JOÃO BANANA,
SERJÃO, JORGE PAULO E TUCA. EM 1991 FOI DESENVOLVIDO PLASTICAMENTE
POR RICARDO FERRADOR, PAULO COSTA E SOLANGE ALMEIDA.
PARA O CARNAVAL DE 2007, A S.R.E.S.LINS IMPERIAL CANTARÁ O MESMO
SAMBA DE ENREDO DE 1991, COM O MESMO TEMA, SENDO QUE O ENREDO TERÁ
UM NOVO ENFOQUE, TEM UMA NOVA SINOPSE, E UM TRATAMENTO PLÁSTICO
ATUAL, CORRESPONDENTE AOS FATOS QUE MARCARAM A ÉPOCA, E TUDO QUE
ACONTECEU NESSES 16 ANOS. O ENREDO SERÁ APRESENTADO EM 4 PARTES,
COM 4 ALEGORIAS, 07 ADEREÇOS DE MÃO E 27 ALAS, UM TOTAL
DE APROXIMADAMENTE 1.200 DESFILANTES.
SINOPSE DO ENREDO
O enredo é uma grande homenagem
ao líder e seringueiro Francisco Alves Mendes Filho, que sempre
defendeu a Amazônia, Chico como era chamado, sempre foi um homem
de aspecto sombrio, cor morena e bigode robusto, teve uma infância
pobre, como milhares de brasileiros excluídos, nativos da região
Norte. Morou sempre em casa de madeira com piso de barro. Ainda criança,
tornou-se seringueiro. Aprendeu a ler e escrever aos 24 anos de idade
e vestiu seu primeiro terno aos 40 anos. Chico, sempre participou da fundação
dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia e Xapuri,
além da fundação do Partido dos Trabalhadores do
Acre e do Conselho Nacional dos Seringueiros e na formulação
da proposta das reservas extrativista. Para os seringueiros, Chico, foi
muito importante pois criou e ajudava no movimento chamado de “empates
entre fazendeiros" (um movimento pacífico, que consiste em
reunir grande número de seringueiros, trabalhadores rurais, índios
e pescadores desarmados, com suas mulheres e filhos, dando-se as mãos
no meio da selva ou na beira dos rios, a fim de impedir as derrubadas
das árvores pôr peões dos fazendeiros e empresários
gananciosos, que surgiam armados de foices, machados, motosserra e máquinas
). Chico sempre teve aceitação, entre os sindicalistas e
índios da região Amazônica e conseguiu apoio internacional
para a luta dos seringueiros e povos da Amazônia.
A primeira parte do enredo recebe o nome de “Amazônia –
Um verdadeiro festival de cor ...”. Nessa parte, aparecerá
a Floresta Amazônica com seu rico visual, ela continua a ser uma
das maiores do planeta. Quanto à biodiversidade, não há
floresta no mundo comparável a ela, com uma flora riquíssima
- mais de 30 mil espécies de plantas, e uma das maiores faunas
do mundo!. As fantasias nessa primeira parte representam a fauna da Amazônia,
e a sua terra rica em frutos e pescas.
“Amazônia que verde encantador,
Fauna tão linda, um verdadeiro festival de cor.
Terra rica em frutos e pesca, Chico foi o mensageiro em defesa da
floresta ...”
Francisco Alves Mendes Filho, seringueiro
desde criança, dedicou praticamente toda a sua vida à defesa
dos trabalhadores e povos da floresta. Chico Mendes, sempre foi líder
e combatente das causas da região Amazônica, o seringueiro
sempre lutou pela preservação das matas e direitos dos povos.
Na segunda parte “Dando sequência a destruição”,
mostraremos que o homem vem acabando com a nossa floresta e com toda vida
existente na região. O assassinato de Chico Mendes, e a invasão
da floresta serão apresentados nesse setor. Chico sempre lutou
contra os invasores ( fazendeiros que desmatam e destróem a Amazônia
), principalmente quando se deparava com o descaso dos grandes empresários
e fazendeiros que, acobertados por forças governamentais, guiados
pela opulência e pela ambição, enviavam seus empregados
armados com motosserra, machados, facões e tratores para derrubar
as árvores, provocar queimadas, sem sequer tomar conhecimento da
dimensão da destruição que estavam provocando, não
somente na fauna e na flora da região amazônica, mas em todo
o ecossistema mundial.
Todas essas intervenções humanas na Amazônia trouxeram
diversos impactos sócio-ambientais graves como a poluição
de rios, perda de biodiversidade, redução do potencial produtivo
dos solos, erosão, perturbação de comunidades locais,
destruição de sítios arqueológicos, desmatamento,
queimadas, destruição e aculturação de povos
indígenas, conflitos de fronteira, incremento do tráfico
e do plantio de drogas. Na verdade a destruição da mata
e a morte dos índios sempre existiu, desde a época do ciclo
da borracha na Amazônia, mas só à partir de 1975 começa
a nascer uma consciência para combater isso, Em 1977, o ecologista
participou da fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais
de Xapuri sendo também eleito vereador pelo partido do Movimento
Democrático Brasileiro (MDB).
No ano de 1979, na Câmara Municipal de Xapuri, realizou-se um grande
fórum de debates entre as lideranças sindicais, populares
e religiosas, liderado pôr Chico Mendes. Com esse evento, constituiu-se,
um motivo suficiente para que ele fosse acusado de subversão, passando
a sofrer torturas e ameaças de morte.
Em 1980, juntamente com Luís Inácio Lula da Silva, Chico
Mendes fundou o Partido dos Trabalhadores (PT), no Estado do Acre, realizou
comícios e levantes populares, com o objetivo de conscientizar
os trabalhadores sobre a defesa de seus direitos. A partir dessa data
organizam-se os primeiros sindicatos rurais juntamente com um trabalho
da Igreja Católica, mas tudo ocorre muito lentamente. Nessa época
o inimigo maior era a polícia contratada pôr fazendeiros,
e nesse período ocorreram muitas prisões e pancadarias,
de pessoas que lutavam para ajudar os povos oprimidos da região.
Em 1985, o Conselho Nacional dos Seringueiros pôr iniciativa do
sindicato, já que até aquele momento viviam uma luta isolada,
(sem respaldo até mesmo do movimento sindical , onde todos estavam
mais preocupados com seus problemas regionais ), começam a se organizar,
e conseguem um encontro em Brasília. No Encontro Nacional dos Seringueiros,
que contou com observadores nacionais e estrangeiros, começou a
crescer essa consciência de aliança.
“O objetivo do invasor era a especulação: “Desmatavam
2 mil ha. de floresta virgem, plantavam 1 mil ha. de pastagem e assim
não tinha mais como o seringueiro viver.”- Dizia Chico.
Em janeiro de 1987, Chico e os sindicalistas conseguem a visita de uma
comissão da ONU que acompanhou de perto o confronto dos fazendeiros
contra os defensores do desmatamento. Eles denunciaram que esse desmatamento
era resultado dos projetos financiados pelos bancos internacionais. Com
isso a ONU e as entidades ambientalistas americanas convidaram Chico e
outros sindicalistas para participar de uma reunião do BID em Miami,
em março de 1987. Assim, no dia 2 de abril de 1987, o banco resolveu
suspender o resto do desembolso para o asfaltamento da estrada. Isso aconteceu
porque as entidades ambientalistas tinham um poder muito grande junto
ao banco e conseguiram sensibilizar o Congresso americano. Nesse mesmo
ano ele foi o primeiro brasileiro a receber o prêmio Global 500
das Nações Unidas, em Londres.
No ano seguinte foi convidado a participar da reunião do Banco
Interamericano de Desenvolvimento, e nessa reunião do Bird, ele
convenceu os conselheiros do banco a suspender os financiamentos para
a construção de uma grande rodovia no Acre, argumentando
que sem as devidas precauções ambientais a iniciativa seria
um atentado à floresta, aos seringueiros e aos índios.
Esse foi um ponto político muito importante no avanço do
Conselho Nacional dos Seringueiros e na proposta dos índios. Pôr
esses e outros atos, Chico Mendes sempre foi muito ameaçado. Durante
todo o ano de 1988, Chico Mendes sofreu ameaças de morte e perseguições
por parte de pessoas ligadas a partidos políticos e organizações
clandestinas destinadas a exploração desregrada da região.
Chico Mendes, denunciou, gritou e lutou, pelas causas da Amazônia,
e foi pôr isso que foi assassinado, aos 44 anos, em sua casa na
pequena cidade de Xapuri, no Acre, no dia 22 de dezembro de 1988. Sua
morte deixou muita saudade, indignação e pranto, mas repercutiu
em defesa da Amazônia e dos povos da floresta.
“... Os invasores pôr ambição
Calaram Chico, dando sequência a destruição ...”
A terceira parte do enredo, “Kararaô
– A natureza inteira despertou”. Nela faremos uma divertida
brincadeira com o fato do homem há anos destruir e maltratar a
floresta. Então Kalapalos ( MT ), Kamaiurás ( MT), Xicrins
( PA), Kaxinawás (AC), Kaiapós – Kararaôs (
AM ), e todas as tribos indígenas se juntam com a fauna e com a
flora da Amazônia, e começam uma “caça ao homem
invasor”. As plantas vitória- régias erguem suas lanças
contra o maldoso e ganancioso invasor ( peões contratados pôr
fazendeiros e empresários ), jacarés se tornam caçadores
e prendem o homem invasor, insetos se armam e enxotam o branco, tatus
combatentes com couraças duras, enfrentam o mal, aracnídeos
e botos cor de rosa se armam e libertam a natureza da Amazônia,
desses homens destruidores. E por fim, todos unidos expulsam o invasor
da Amazônia, é um momento de revolta da natureza –
talvez, esse seria, um sonho de Chico Mendes. Isso tudo é uma criação
e imaginação do artista carnavalesco, uma brincadeira divertida
de como seria a revolta da natureza, fauna e flora, juntas contra os invasores
que derrubam as matas e provocam as queimadas na Amazônia. Nessa
parte, do enredo as fantasias dos bichos da Amazônia se tornam “soldados”,
“lutadores”, “guerreiros”, que caçam e
expulsam o homem invasor das matas da Amazônia. Tudo é claro,
é uma grande brincadeira de carnaval, mas como seria bom para a
natureza se isso realmente fosse verdade...
“Kararaô, o grito forte do
índio ecoou ...
Kararaô, a natureza inteira despertou ...”
A última parte do enredo, “Chico
vive – O arauto da Natureza” – Arauto é o responsável
em declarar a paz, faremos uma grande homenagem ao arauto Chico Mendes,
e a outros atuais arautos da natureza.
Grandes personalidades que marcaram as suas trajetórias de vida
defendendo a natureza, serão lembrados nessa parte do enredo. Não
podemos deixar de prestar uma homenagem à missionária Dorothy
Stand, que foi covardemente assassinada com seis tiros na cidade de Anapu,
no Oeste do Pará, no dia 12 de fevereiro de 2005,. Dorothy vivia
há mais de 30 anos na região da Transamazônica e defendia
os direitos de trabalhadores rurais contra os interesses de fazendeiros
e grileiros da região, hoje Irmã Dorothy Stand é
um arauto da natureza – aquele que é responsável em
declarar a paz. Outros nomes eleitos pela Lins Imperial, serão
apresentados durante o desfile, e convidados a participar dessa homenagem
a Chico Mendes.
“Voa pássaro da paz, voa
livre vai mostrar ...
Que essa área verde existe para o mundo respirar...”
Uma sociedade mais justa e pacífica,
com respeito ao meio ambiente e aos povos da floresta, foi isso que Chico
Mendes sempre acreditou. Hoje, a causa dele é lembrada pôr
várias ongs, e projetos governamentais, fazendo com que a sua imagem
jamais se apague.
Estabelecer um ambiente de paz é o primeiro passo para garantir
um futuro sustentável para a floresta e seus habitantes. Chega
de sangue no chão da floresta. Chico vive entre nós!
Chico Mendes, foi morto pôr Darci Alves Pereira, filho de Darly
Alves da Silva, fazendeiros, proprietários de 30 mil hectares de
terras em Xapuri (188 quilômetros a sudoeste de Rio Branco), no
Acre. Darci Alves Pereira assassinou Chico Mendes com uma espingarda de
cano longo: Acostumado a caçar, principalmente onça, ele
confessaria depois que atirou como quem atira numa caça, ‘porque
não dá tempo de mirar.” Chico deixou mulher, Ilzamar
Mendes, e dois filhos Elenira Mendes e Sandino Mendes
Após o assassinato de Chico Mendes, se juntaram mais de trinta
entidades sindicalistas, religiosas, políticas, de direitos humanos
e ambientalistas para formar o "Comitê Chico Mendes".
Eles exigiram providências e através de articulação
nacional e internacional botaram pressão nos órgãos
oficiais para que o crime seja punido. No de 1990, os fazendeiros Darly
e Darcy Alves da Silva foram considerados culpados do assassinato e condenados
a 19 anos de reclusão. Em 1993 eles escaparam da prisão
e foram novamente capitados em 1996. Em 30 de maio de 1999, completaram
8 anos, 10 meses e 6 dias de pena cumprida, e foram soltos pela justiça
brasileira. Os assassinos passam a gozar da liberdade não de direito,
mas de fato, porque assim eles o conseguiram, infelizmente é assim
que funciona no nosso país, fica a tristeza da família e
de todos aqueles que gostariam de ver criminosos e assassinos daquela
natureza atrás das grades, quem sabe um dia seja feita a verdadeira
justiça no Brasil .
O caso Chico Mendes despertou pela primeira vez a atenção
internacional para os problemas dos seringueiros. Através do assassinato,
Chico Mendes tornou-se mais uma vez representante dos muitos outros moradores
da floresta assassinados, desapossados ou ameaçados. A visão
de Chico Mendes, bastante abrangente, permitiu a formação
de alianças - dentro e fora do Brasil - com movimentos e tendências
ambientalistas e deu uma dimensão, até então não
vivenciada, à luta dos povos da floresta, ou seja um verdadeiro
arauto. Chico Mendes, foi agraciado, pela ONU, em 1987, com o Prêmio
Global 500 pôr seu trabalho em defesa da Amazônia.
A S.R.E.S. Lins Imperial, conta o enredo sobre Chico Mendes, brasileiro
de corpo e alma, e o verdadeiro arauto da Amazônia. A Escola de
Samba, resgata a idéia de contar a saga de Chico, sua luta em defesa
da floresta. No dia do desfile, todos lembrarão que é extremamente
importante preservar a natureza e defender os direitos dos povos da floresta,
Chico estará vivo entre nós nesse dia, e com a Escola de
Samba Lins Imperial na Marquês de Sapucaí. Com certeza toda
“avenida dos desfiles” se conscientizará, e verá
que a luta continua, não podemos deixar que destruam as nossas
riquezas naturais, não podemos deixar que acabem com a nossa Amazônia,
e enquanto existir a lembrança, com certeza Chico, sempre estará
entre nós!
"Se descesse um enviado dos céus
e me garantisse que minha morte iria fortalecer nossa luta, até
que valeria a pena.
Mas a experiência nos ensina o contrário. Então eu
quero viver.
Ato público e enterro numeroso não salvarão
a Amazônia.
Quero Viver."
Chico Mendes
1944 -1988
“Quanta maldade é ver, o homem destruir,
O que hoje encanta a Sapucaí”
Eduardo Gonçalves
S.R.E.S. LINS IMPERIAL
SEDE: RUA LINS IMPERIAL, 623 - LINS
Tel.: 2583-1810 / 2241-7544
CORES: VERDE E ROSA
ENREDO: CHICO MENDES - O ARAUTO DA NATUREZA - REEDIÇÃO DE 1991
PRESIDENTE: ANTONIO ADMIR BARBOSA
CARNAVALESCO: EDUARDO GONÇALVES
BARRACÃO: AVENIDA RODRIGUES ALVES. 775 - Fds - SANTO CRISTO
DIRETOR DE CARNAVAL: FLÁVIO MELLO
AUTOR DO ENREDO: 1991 – Ricardo Ferrador / Paulo
Costa / Solange Almeida e em 2007 nova sinopse criada pôr Eduardo
Gonçalves.
AUTOR DO SAMBA ENREDO: João Banana,
Serjão, Jorge Paulo, Tuca
INTÉRPRETE: CELINO DIAS
FIGURINISTA: EDUARDO GONÇALVES
DIRETOR DE BARRACÃO: FLÁVIO
MELLO
DIRETOR DE HARMONIA: Jorge Barracão
DIRETOR DE BATERIA: MESTRE ADÍLIO
RESP. ALA DAS BAIANAS: Tia Márcia
RESP. ALA DAS CRIANÇAS: TIA
LUCIA
RESP. GALERIA VELHA GUARDA: Sr. Juracyr ( in memorian
), Sr. Luisinho, Sra. Rita
RESP. COMISSÃO DE FRENTE: RENATA MONIER
PRIMEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
Mestre Sala: Wanderson
Porta Bandeira: Jaqueline
Nome da Fantasia: “Exóticos peixes da Amazônia”
SEGUNDO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Mestre
Sala: Cristiano
Porta Bandeira: Shaiane
Nome da Fantasia: “Cobras da Amazônia”
TERCEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
Mestre Sala: Ruan
Porta Bandeira: Mirian
Nome da Fantasia: “Pássaro da paz”
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