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HISTÓRIA DO G.R.E.S.
INOCENTES DE BELFORD ROXO
Uma das mais novas agremiações do Carnaval carioca, o GRES Inocentes de Belford Roxo foi fundado no dia 11 de julho de 1993. Escola que sucedeu a Unidos da Matriz, tem entres seus fundadores Luiz de Bastos, Sebastião Quirino, Jairo da Silva, Aristotelina de Oliveira, Abílio Del Rey, Walter Sardinha, entre outros.
Desfilando desde 1994, a vermelho, azul e branco de Belford Roxo conta com um campeonato conquistado no Grupo de Acesso C: em 1998, como o enredo Candonga, um adeus às baterias. No ano seguinte, a escola foi a vice-campeã do Grupo de Acesso B, com o enredo Viva a Baixada, longos passos do progresso rumo ao Terceiro Milênio. No Carnaval passado, a Inocentes homenageou a cidade de Petrópolis no desfile do Grupo de Acesso A, com o enredo Petrópolis, roxo de amor por você. A escola ficou na quinta colocação.
No Carnaval 2001, a agremiação que já fez enredos sobre Carmem Miranda (1994) e Grande Otelo (1995) contou na Avenida a história da Região dos Lagos. Porém a escola devido a dificuldades financeiras não consegue realizar o mesmo feito que em 2000. Com o enredo : " Região dos Lagos - a Inocentes é folia na terra do Sol e do sal " a escola marga a penúltima colocação e é rebaixada após a contagem de pontos.
FICHA TECNICA
CARNAVAL 2007 - SINOPSE DO ENREDO
" CHATÔ, A FANFARRA DO HOMEM SÉRIO MAIS ENGRAÇADO DO BRASIL "
JUSTIFICATIVA DO ENREDO
Segundo nossa visão, Enredo de
escola de samba é:
- Uma questão de identidade da Escola para com ela mesma;
- Uma questão do homem com sua realidade, seu pensamento e sua
rebeldia;
- Uma questão de integração da proposta com a receptividade
do publico;
- Onde olhamos, emocionamo-nos, imediatamente, apaixonamos-nos.
Estudo Introdutório
Senhoras e senhores, a Inocentes de Belford Roxo tem a honra de trazer
de volta a Avenida Marquês de Sapucaí o pequeno grande homem
que ergueu o império das comunicações no Brasil.
Cara de um focinho do outro
A cidade de Belford Roxo está em festa, à notícia
começa a se espalhar pelas rádios, TVs, jornais e revistas.
E a festa é a nossa homenagem a um grande brasileiro e vai além
do reconhecimento dos seus feitos e de suas glórias.
Vamos retratar a vida mágica e a personalidade de um brasileiro,
de um Brasil mestiço, de gente: rica, pobre, mulatos isoneiros,
brancos, índios e negros que transmitem alegria através
do carnaval.
O Dono de uma personalidade ambígua, uma das mais complexas do
nosso país, retorna a Avenida Marques de Sapucaí, como personagem
hilariante, marcando sua presença num desfile bem humorado, em
que a ordem é do jagunço e a alegria é de todos.
Do elogio à zombaria seu retrato cômico será traçado
e caricaturado, salientando ainda mais seu espírito festeiro, folclórico,
irônico, irreverente e carnavalesco. O espírito do típico
brasileiro. Como herói ou vilão, seus ímpetos de
lutas e sua vertente guerreira, seus atos subversivos serão retratados
sem levantar nenhuma bandeira que não seja a da alegria.
Nessa saga episódica, o fazendeiro, o escritor, o diplomata, o
mecenas e, acima de tudo, um jornalista e filho do Leão do Norte
é, em nosso carnaval, um folião inocente (ou culpado?!).
Em nossa ópera popular tomaremos a anedota como verdade, da ordem
faremos desordem. Vamos sambar com o Rei do Brasil e é ele quem
vai nos conduzir por um desfile de polêmicas bem humoradas.
O cafona e as gafes colorem essa homenagem ao velho capitão: insolente
e brejeiro, senhor de uma divertida história de vida que vai do
“Renoir à rapadura”.
SINOPSE DO ENREDO
O FATO
Terça-feira de Carnaval, 20 de fevereiro de 2007.
Furo de reportagem:
Assis Chateaubriand pega um pedaço de papel e um lápis e
escreve a sua mais importante matéria a ser publicada nos cordéis
da alegria e sabedoria popular que será divulgada na Marques de
Sapucaí em forma de samba.
Dêem asas ao Brasil
“Caros Amigos”,
Peguem os versos que escrevi as polêmicas que criei cinco ou seis
coisas que fiz e um milhão que esqueci e brinquem esse carnaval.
Neste reencontro com a vida, a minha alegria é saber que hoje todos
terão a liberdade de um beija-flor, e o pólen vai semear
sonhos e esperança de um Brasil melhor. Não se esqueçam
dos planos lunáticos e dos aventureiros do ar. Mirem o sonho na
lua, pois, errando estarão ao menos entre as estrelas. Dêem
asas à juventude e dos Reis mudem as coroas de ouro e a cota de
malha por gibão de couro e chapéu de palha é a ordem
do jagunço. Não se preocupem com mais nada, pois meu legado
é imenso, minha casa é meu país. Aos que são
presos ao que dizem: eu digo e escrevo tudo que penso...
E com a ginga mansa vou erguendo
a batuta
Vou fazer um carnaval como os que vi pela televisão, coisa igual
eu nunca fiz, que maravilha! Basta ter visto que melhor eu já faço,
tragam de Pernambuco lembranças de minha infância colorida,
confete e serpentina em guerra e um menino gago de pés na terra.
As cores boreais acrescentem as tropicais, deixem explodir em alegria
o maracatu, o frevo e o reisado. Tragam a ciranda e os violeiros, e para
o fidalgo da caatinga, um avião um jegue e um navio cargueiro.
Diversas antenas. Captar raios azuis e vermelhos é preciso. Por
toda escola espelhos que reflitam as imagens de pequenas estrelas. Quero
também o Bacanal de Corbeville e a “Corte de Saint James”.
O senhor do Bonfim já guarda a Rainha, deixem os condes e barões
desfrutarem do rega bofe da festa brasileira, pois eu...
Ainda viro esse mundo em festa,
trabalho e pão.
E também: milho, açúcar, tocos de carvão,
tora de madeira, palha de esteira, café, algodão, muita
cachaça, rede de dormir, pra quando cansar deitar no Brasil. Estica
a bandeira que vai hasteada voando no ar só “minha terra
tem palmeiras onde canta o sabiá”.
“Ao ser natural em sua poesia
o povo lhe faz imortal”.
Vamos todos na fanfarra do velho capitão: a taba associada, o amigo
da onça e os “tenentes do diabo”, a Miss Brasil, a
Orquestra Tabajara, Carmem Miranda e Ari Barroso, o pif-paf e a charge,
sejam todos bem vindos a esse fogo que desafia que vibra, esquenta, atiça
e aperreia, faísca enlouquece e corre na veia, é o carnaval,
a festa brasileira, as marcas de um povo e de uma nação
que passam diante dos nossos olhos. Alegria, loucura ou sonho? Nada!!!
Tudo isso é verdade mais pura, mas também tem um pouco de
literatura, historia inventada pra relaxar! E eu que não minto
não quero falar o resto eu só conto pra você, lá
em Belford Roxo quando a escola ganhar...
Assis Chateaubriand
CHATÔ
G.R.E.S. INOCENTE DE BELFORD ROXO
SEDE: Av. Boulevard, 1741 – Parque São
Vicente – Belford Roxo.
Tel.:021(xx)78250847 / 96018274
FUNDAÇÃO: 11/07/1993
CORES: VERMELHO, AZUL e BRANCO
ENREDO: "CHATÔ, A FANFARRA DO HOMEM SÉRIO MAIS ENGRAÇADO DO BRASIL"
PRESIDENTE: REGINALDO FERREIRA GOMES
CARNAVALESCO: WAGNER GONÇALVES
BARRACÃO: Av. Pereira Reis, nº36 –
Centro – Rio de Janeiro – RJ.
DIRETOR DE CARNAVAL: Avelino Ribeiro
AUTOR DO ENREDO: WAGNER GONÇALVES
AUTOR DO SAMBA ENREDO: Douglas do Pulo, Flavio Ignez,
Rafael Poesia, Cristiano Oliveira, Ailton Santos, Mc Chumbinho e Jorge
Ney.
INTÉRPRETE DO SAMBA: Temtem
VEJA
A LETRA DO SAMBA ENREDO
FIGURINISTA: WAGNER GONÇALVES
DIRETOR DE BARRACÃO: Bruno
DIRETOR DE HARMONIA: Sergio do Porto
DIRETOR DE BATERIA: Mestre Marcelo
RESP. ALA DAS BAIANAS: Marina Miranda
RESP. ALA DAS CRIANÇAS: Kátia Godofredo
RESP. GALERIA VELHA GUARDA: Sr. Plínio Athaíde
RESP. COMISSÃO DE FRENTE: Vivian Borges
PRIMEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
Mestre Sala: Charles
Porta Bandeira: Roselane
Nome da Fantasia: Beija-flores
SEGUNDO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
Mestre Sala: Fábio
Porta Bandeira: Maura
Nome da Fantasia: O jornal e o carnaval
TERCEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
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