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HISTÓRIA DO G.R.E.S.
ACADÊMICOS DO DENDÊ
O Grêmio Recreativo
Escola de Samba Acadêmicos do Dendê da Ilha do
Governador, originou-se do antigo Bloco Unidos do Dendê,
em 1965. Personalidades como Alcides, Moacir, “Filinho”,
“Tino”, Benizário, “Fizinho”,
“China” e Aurélio se reuniram na residência
do Sr. Alcides localizada no Morro do Dendê afim de
formar a nova Comissão de Carnaval.
O bloco se tornou então, o grande campeão da
categoria banho de mar a fantasia em campeonatos internos
na Ilha do Governador.
Um breve intervalo nas atividades do Unidos do Dendê
contribuiu para o surgimento de dois novos blocos: Canarinhos
e Falange. Em 1990, a união desses dois grupos daria
um novo impulso ao carnaval da comunidade; formou-se com força
total o Bloco de Embalo Unidos do Dendê, consagrando-se
campeão em 1991. No ano seguinte o bloco alcançou
o título de G.R.E.S. Acadêmicos do Dendê,
tendo como cores o azul e o branco, que decoram o seu pavilhão.
Seguindo uma trajetória ascendente, a Escola de samba
Acadêmicos do Dendê apresentou grandes carnavais
imortalizados na memória de seus integrantes, formados
basicamente de moradores da Ilha do Governador e simpatizantes
de várias partes da cidade.
E por isso, o grande desafio será revelar a magia desta
escola, sem perder a poesia, o ritmo e o espírito que
conquistaram a crítica especializada do carnaval do
Rio de Janeiro.
O bailado maravilhoso e envolvente da pomba da paz, ave que
reina absoluta nas partituras da natureza, dará o tom
inicial deste carnaval. A emoção, no entanto,
logo se vestirá de azul e branco e exaltará
em versos todo o prazer de reverenciar o belo nas pontas dos
pés.
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FICHA TECNICA
CARNAVAL 2007 - SINOPSE DO ENREDO
" LICENÇA VAMOS PEDIR, PARA NOSSA FOLIA BRINCAR, QUEM QUISER ENTRE NA DANÇA, SE ASSIM LHE AGARDAR ! "
JUSTIFICATIVA DO ENREDO
“Era uma vez o desejo de criar roupas
diferentes. Roupas únicas, cheias de histórias, impregnadas
de sorrisos e abraços. Roupas que trouxessem notícias do
Brasil e de sua gente. Roupas que representassem atos e datas. Que mostrassem
motivações religiosas ou apenas contassem fatos históricos
que tenham marcado a vida e a memória do povo.
Era uma vez o desejo de construir uma nação em permanente
transformação, embalada por muita folia e festança.
Uma nação que carregasse a alegria de brincar dos folguedos
populares e a riqueza das cores tropicais.
Muitas surpresas e expressividades culturais autênticas rolaram
ao longo dessa busca, muitas lendas, muitas cantigas, muitas danças...
Ao olhar o caminho trilhado pelos folguedos populares, percebe-se o cuidado
de pequenas mãos curiosas ao confeccionar cada peça, cada
detalhe, cada modelagem. Vê-se também a intensa pesquisa
que permeou o processo de criação de gestos e ritmos de
forma personalíssima e encantadora.
Este enredo traz notícias dessas nossas folias pela cultura popular
brasileira.”
Carnavalesco: Severo Luzardo Filho
SINOPSE DO ENREDO
SETOR I - ANDANÇAS PELOS
CAMINHOS DA FÉ
Folguedos são festas populares
de caráter lúdico que se realizam anualmente, em datas determinadas.
Traduzem-se em representação, espetáculos, por vezes,
em cortejo.
Bailados coletivos que, junto com obedecerem a um tema dado tradicional
e caracterizador, respeitam o princípio formal das suítes,
isto é, obra musical constituída pela seriação
de várias peças coreográficas.
Portanto, unindo música, teatro e boa comida, os folguedos expressam
um imaginário rico em passagens da vida cotidiana de um povo simples.
É, antes de tudo, uma oportunidade onde se dança e canta
os costumes herdados da sabedoria de nossos ancestrais. Sábios
ensinamentos de um tempo que o próprio tempo se encarregou de deixar
para trás, mas que nossa memória nega-se de esquecer.
Além disso, estas festividades tiveram um papel essencial na integração
entre índios e portugueses e, mais tarde, com os negros e outros
grupos étnicos, estabelecendo o que podemos chamar de união
de laços culturais. Inseridas dentro de um contexto religioso,
estas festas foram, portanto, muito importantes nas relações
entre diferentes povos que colonizaram o Brasil. Esta polifonia cultural
está arraigada até hoje.
Uma representação dramática, a Cavalhada, foi introduzida,
sob autorização da Coroa, pelos jesuítas com o objetivo
de catequizar os índios e escravos africanos, mostrando nisto o
poder da fé cristã. Por todo o Brasil encontramos as Cavalhadas
sendo representadas, em diferentes épocas.
O Maracatu é um cortejo real de tradição afro-brasileira,
que desfila, especialmente, pelas ruas do Recife por ocasião do
carnaval. Ele se origina das antigas festas de coroação
de reis negros, eleitos e nomeados de reis do Congo, a partir dos fins
do século XVII.
Como um cortejo em desfile, o maracatu, no seu todo, não possui
dança própria. Apenas as baianas nos seus ordenados trejeitos
e balanceios, evocam as danças dos xangôs, cerimônias
religiosas afro-brasileiras do Nordeste. E os caboclos, com arcos e flechas,
machados e lanças, ora de cócoras, pulando, apontando as
armas, recordam os passos dos caboclinhos, folguedo popular de caracterização
indígena.
Estas festas ainda, nos fazem reviver mitos e nos trazem ao palco da vida
atual, cenas da história de um povo, contadas sob um moderno ponto
de vista. São realmente, as primeiras conquistas do povo brasileiro,
que nelas se vê e se representa em papéis ativos.
SETOR II – A SAGA DE UM
POVO QUE BRINCA, RI E É FELIZ
A manifestação dos Caboclinhos
é uma representação do povo indígena e é,
também, um dos mais antigos bailados populares do Brasil. Os caboclinhos
preservam passos e danças nativas que se somaram às influências
européias e negras.
São grupos de homens e mulheres, com cocares de penas de ema, pavão
e avestruz. São caboclos que evoluem nas ruas em duas filas, ao
som dos estalidos secos das preacas - um objeto que reproduz o arco e
a flecha e que emite um estalido quando percutido.
Também dos indígenas, herdamos os Caiapós, Bugradas
ou Caiapó.
São denominações de folguedos com temática
indianista, calcada, sobretudo, na visão de um "índio
idealizado".
Da festa indígena, trago na força da lança a esperança
de que existe um Deus entre nós. É o mito e a dança
dos índios Caiapós.
Atuam durante o ano todo nos diversos ciclos culturais, em especial no
carnaval, e em festas dos santos padroeiros e de devoção
popular, seguindo em cortejo pelas ruas das cidades, com paradas para
dramatizações esquemáticas.
Utilizando como base a música, a oralidade, as dança e o
artesanato, vivenciamos experiências que favorecem o contato com
a memória afetiva e a valorização da cultura regional
popular. Falamos de um brinquedo popular cantado e dançado, criando
a possibilidade de ser inserido na apresentação de cortejos
brincantes: o Pau-de-fitas.
No Brasil, esta dança, é encontrada em vários estados,
fazendo parte do repertório de grupos folclóricos de várias
etnias. A apresentação desta dança é uma das
mais bonitas do nosso folclore. Para o seu desenvolvimento é necessário
um mastro com cerca de três metros de comprimento, encimado por
um conjunto de largas fitas multicoloridas. Os dançadores, sempre
em número par, seguram na extremidade de cada fita e, ao som de
músicas características, giram em torno do mastro, revezando
os pares de modo a compor trançados no próprio mastro, com
variados e coloridos desenhos.
Quem já viu sabe o que é: Congos ou Congadas.
São os folguedos populares no auto da fé. É a alma
engalanada de um país inteiro, celeiro cultural do folclore brasileiro.
Comumente aparecem na forma de préstitos (cortejos), os participantes
cantando e dançando, em festas religiosas ou profanas, homenageando,
de forma especial, São Benedito. Muitos destes folguedos cumprem
também um papel auxiliar no catolicismo popular, ajudando tantos
e tantos devotos a cumprir suas promessas. Sua instrumentação
varia em cada região, havendo destaque para a percussão,
sempre com muito peso estimulando muitos momentos de bailados vigorosos
e manobras complicadas.
Em nome de Deus, andamos pelos caminhos da fé. Essa fé que
explica o sentido da vida e faz aceitar a morte. Sem perder o norte, apresentamos
uma tradição fervorosa: a das festas religiosas dos Reisados.
Folias que, ao lado de Ternos de Reis e Companhias de Pastores, são
designativos de ranchos, grupos de pessoas que se deslocam acompanhando-se
de cantos instrumentos. São grupos que por devoção,
por gosto ou função social peregrinam de casa em casa do
dia de Natal até seis de Janeiro. Em cantoria fazem uso de temas
religiosos, da Profecia ao Nascimento de Jesus Menino, à Visita
dos Reis Magos. Cumprem sempre, aproximadamente, os mesmos rituais de
chegada e despedida, visitando os amigos e os devotos, atendendo pedidos,
tirando promessas, (ajudando os devotos a cumprir suas promessas).
A característica principal do reisado está no uso de muitos
adereços, trajes com cores quentes e chapéus ricamente enfeitados
com fitas coloridas e espelhinhos.
Nada no mundo a igualar em riqueza e variedade de temas à mercê
de todas as inclinações, a seduzir todas as inspirações.
Este é o nosso Brasil! Celebrando a religiosidade. Exaltando das
páginas da história, a fé e a esperança de
um povo fiel e devoto, que crê num ‘Deus’ infinito e
santo.
Moçambiques ou maçambiques são folguedos religiosos
que homenageiam com suas músicas e suas danças seus santos
padroeiros, sobretudo São Benedito e Nossa Senhora do Rosário.
Suas atuações caracterizam-se por manobras (evoluções)
e manejos de bastões, por vezes complicados. Seu traço distintivo
são os paiás, (carreiras de guizos) ou gungas (pequenos
chocalhos de lata), atados aos tornozelos dos moçambiqueiros.
Entre os bailados folclóricos da Amazônia podemos citar o
das Pastorinhas. Esse é o único cujos componentes são
em geral compostos por moças. Sua origem, com certeza, é
portuguesa. Foi introduzida no Brasil no século XVI, pelos jesuítas,
que para catequizarem os índios, elaboravam verdadeiras peças
teatrais de representação do nascimento de Jesus.
Hoje, as Pastorinhas são acompanhadas de uma bandinha composta
de violão, pandeiro, bombo e clarinete. As moças portam
pandeiros primitivos, só com o arco enfeitado de rosas e fitas
coloridas.
As Pastorinhas também são conhecidas como "Filhas de
Maria".
Folguedo existente no Brasil há 200 anos, o Ticumbi a cada ano
apresenta um tema envolvido nos seus cânticos, bailados e evoluções
nos seus passos coreográficos.
No Ticumbi dois Reis negros lutam para ter o privilégio de realizar
sozinho a festa de São Benedito, padroeiro dos negros do Brasil.
O rei Bamba é vencido pelo Rei Congo e por este é batizado,
com toda a sua corte. Então todos dançam e cantam o Ticumbi.
O Ticumbi tem um intuito nitidamente visível conversão e
batismo de pagãos.
É folguedo pra cá, é folguedo pra lá, salve
os festejos do Boi-Bumbá.
O homem branco contou a história... Os negros deram o ritmo com
seus tambores... e os índios, residentes antigos da terra, trouxeram
consigo a magia de sua dança. Como se vê o Boi-Bumbá
é uma mistura de culturas, que uniram-se para criar um dos espetáculos
mais belos desta terra.
Mas, para nós, não existe nada de mais interessante, do
que assistir ao desfile e exibição de um desses atordoantes
"Bois-Bumbás", tão curiosos e tão admiravelmente
descritos e estudados por vários escritores e etnólogos
ilustres.
No imenso mosaico que espelha a cultura do nosso povo, compreender e preservar
as tradições é caminho para o fortalecimento de nossa
identidade.
E nos versos simples da antiga modinha, surge a grande magia do Bumba-meu-boi.
“O meu boi morreu
Que será do mim
Mando buscar outro maninha
Lá no Piauí”
É o folguedo mais característico do Piauí, como de
muitos estados brasileiros. Este folguedo surgiu da colonização
das terras do Piauí em fins do século XVIII, com as primeiras
doações de sesmarias feitas pelo Governador do Pernambuco.
O certo é que o nosso Boi originou-se mesmo no Nordeste, uma região
colonizada através das fazendas de gado, onde o boi era o centro
da sobrevivência local. E o Piauí é o estado onde
esse relacionamento tomou-se mais íntimo. Daí a brincadeira
do "Boi" estar revestida do tanta popularidade, de tanta pompa
e colorido. O boi, não é apenas um animal importante como
outro qualquer, mas está revestido do uma profundo significação
mítica. O Bumba-meu-boi, antes de ser uma dança, é
uma representação dramática, é uma farsa.
Seu enredo expressa toda uma realidade sócio-econômica e
seu conteúdo musical, rítmico, coreográfico e indumentário
constitui a marca do encontro de culturas diversas, que aqui entre nós
se completaram e se adaptaram ante uma realidade ecológica típica.
SETOR III – CORTEJO BRINCANTE
DAS CORES DA VIDA.
Dentre todos os maracatus brasileiros
o mais antigo é o Maracatu Leão Coroado. A data de fundação
do Maracatu Nação Leão Coroado é plena de
simbologia. Dia 8 de dezembro, data comemorativa dos festejos de Nossa
Senhora da Conceição, para os católicos; data de
Iemanjá, para o culto nagô; data também das celebrações
de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, mas difícil de precisar
é o ano da fundação do Maracatu. O mais aceito, sendo
o que figura no estandarte da Nação, é 1863. Qualquer
que tenha sido a data, o Leão Coroado é hoje o Maracatu
mais antigo em contínua atividade desde sua fundação.
Formado basicamente por jovens, ele resgata a cidadania e valoriza as
manifestações culturais de uma geração de
brasileiros novos. Varias vezes premiado pelo mundo todo, segue firme
nos seus propósitos iniciais.
Desses espetáculos populares cuja ribalta é a praça
pública, a rua, podemos dizer que um dos mais originais folguedos
folclóricos é a Quadrilha.
De passo marcado, cantando em louvação é brincadeira
de quadrilha de São João. Ficando atrás apenas do
Carnaval, em termos de comoção e mobilização
do povo, as Festas Juninas são um dos mais fortes traços
do folclore brasileiro.
A Quadrilha era inicialmente uma dança aristocrática de
origem francesa, mas que apresentava influência de antigas danças
folclóricas da Inglaterra. Veio para o Brasil pelas mãos
dos mestres de orquestra de danças francesas.Assimilada por todo
o país, a quadrilha passou a sofrer as influências regionais,
daí surgindo muitas variantes.
Bambelô é uma dança de roda, semelhante ao samba ou
ao batuque cantado ou “Coco de roda”. É mais dançado
no Nordeste, especialmente nas praias do Rio Grande do Norte (Natal).
Enquanto cantam e dançam, as figuras entram no circulo e animam
o folguedo, movimentando-se com muita agilidade.
Um dos mais tradicionais personagens do carnaval de rua mantém
viva a cultura popular nesta época do ano. São os Clóvis,
ou bate-bolas, foliões que saem fantasiados em grupos e adoram
assustar a criançada. Há décadas estes personagens
mascarados e multicoloridos brincam o carnaval nas ruas da periferia do
Rio. Assustar os pequenos faz parte da diversão.
Os primeiros grupos de clóvis surgiram em Santa Cruz, na Zona Oeste
do Rio. Na década de 80. No século XIX, o clóvis
era interpretado por pessoas que se vestiam com macacões coloridos
e usavam máscaras. Saíam pelas ruas batendo bola nas pessoas
e violentamente no chão, assustando principalmente as crianças
distraídas. Além de assustar crianças e até
adultos, o bloco de clóvis resiste, principalmente nos subúrbios,
como digno representante do carnaval de rua carioca. A fuzarca no Rio
exerceu um papel centralizador para a formação da folia
nacional.
O mundo da arte dos folguedos brasileiros é bastante complexo e
dinâmico, ocorre em todas as partes do país e seus autores
utilizam o material que têm à mão, próprio
da região onde vivem.
“Brincantes Brasileiros”: representam os sábios ensinamentos
de um tempo que o próprio tempo se encarregou de deixar para trás,
mas que nossa memória nega-se de esquecer.
Ao levar nossa platéia a prestar atenção ao estilo,
cores, formas e texturas de cada expressão típica de nosso
país, faremos nossa gente perceber singularidades convivendo com
traços muito semelhantes que, afinal, dão unidade à
cultura brasileira.
Mas talvez o mais surpreendente seja a importância e vitalidade
da festa, demonstrada pela grande quantidade de manifestações,
pelo êxtase de quem participa dos desfiles, pelo empenho dos participantes
em passar a tradição a crianças que mal sabem andar,
e pelo orgulho de quem desenha a fantasia ao ver a criação
vestida pelos amigos.
Desvendar esse universo é descobrir o Brasil e o brasileiro.
G.R.E.S. ACADÊMICOS DO DENDÊ
SEDE: Estrada do Dendê, nº. 191 - Tauá
- Ilha do Governador – Rio de Janeiro
Tel.: 21 8787 3543/ 21 9944 1453/ 21 7836 9412
CORES: Azul e branco
ENREDO: “LICENÇA VAMOS PEDIR,
PARA NOSSA FOLIA BRINCAR, QUEM QUISER ENTRE NA DANÇA, SE ASSIM
LHE AGRADAR”
PRESIDENTE: Ubiraci de Oliveira
CARNAVALESCO: Severo Luzardo Filho
BARRACÃO: Praça Marechal
Hermes, nº 63 - Santo Cristo
DIRETOR DE CARNAVAL: André Felipe
AUTOR DO ENREDO: Severo Luzardo Filho
AUTOR DO SAMBA ENREDO: Gilberto Lua,
Maneco, Bruno Revelação e Pedro Migão; Participação
Especial: Aloísio Villar e Cadinho
INTÉRPRETE DO SAMBA: Ednaldo de
Lima e Duda
FIGURINISTA: Severo Luzardo Filho
DIRETOR DE BARRACÃO: Pedro da
Costa
DIRETOR DE HARMONIA: Francisco de Assis
(Baiano)
DIRETOR DE BATERIA: Luis Fernando
RESP. ALA DAS BAIANAS: Dona Sebastiana
RESP. ALA DAS CRIANÇAS: Anderson
Honorato
RESP. GALERIA VELHA GUARDA: Ubiracira
de Oliveira
RESP. COMISSÃO DE FRENTE: Denise
Acquarone
PRIMEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
Guga e Nathália
SEGUNDO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
Hipati e Thuane
TERCEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
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