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CARNAVAL 2008 HISTÓRIA DO S.E.R.E.S. UNIDOS DO CABUÇU
FICHA TECNICA CARNAVAL 2008 - SINOPSE DO ENREDO " LENDAS E COSTUMES... O TESOURO FOLCLÓRICO DE SUAS REGIÕES" o panorama folclórico brasileiro
é vasto, por isso é difícil apresentar uma visão
integral dessa imensidão. O folclore estuda a expressão
do sentir, do pensar, do agir, do ser social, do homem na sociedade em
que vive. No Paraná existe uma dança de tradição milenar, chamada Dançàs das Fitas, uma dança pagã, da arvore de maio. A musica que acompanha é, em geral, tocada por sanfona, violões e pandeiros. Em Santa Catarina, antes da dança das fitas, executam a dança da jardineira, em que pares de dançadores conduzem um arco enfeitado de flores. Um bailado de influência indígena aparece em diversos Estados do Brasil, com variações: São Paulo, Estado do Rio e Estado de Minas. Participam deste bailado dez a doze elementos: curumim, cacique ou pajé e os demais dançadores. Em algumas cidades apresenta-se mais uma participante - porta bandeira ou estandarte.Este folclore conhecido como Caiapó. Introduzida no tempo do Brasil-Colônia,
com o tema religioso, a finalidade é transmitir uma lição
cristã, o Bem vence o Mal. Dramatizada com grande gala. O grupo
procurava fazer trajes mais ricos do que os outros. As cores fundamentais
tinham que ser respeitada: para os cristãos o branco e azul, a
cor do céu e da pureza e o perdão. e os mouras o vermelho
e o verde, a cor das chamas do inferno e das amarguras. Até nas
próprias espadas há um simbolismo. Os cristãos com
espadas retas¬ da retidão da justiça. Os mouros, com
espadas curvas, dos maus, sicários. Era uma festa para os grandes
senhores da terra" Os fazendeiros", conhecida como a Cavalhada. Maracatu nasceu no Recife, filho legitimo
das procissões em louvor a nossa Senhora do Rosário dos
negros. Negros que batiam o xangô (candomblé) o ano inteiro.
O maracatu é um cortejo simples, que no sagrado passou a profano
para o carnavalesco. Do começo deste século o maracatu tinha
um cunho altamente religioso. Dançavam primeiramente em frente
às igrejas. O maracatu hoje é uma mistura de música
primitiva e teatro, no carnaval pernambucano, o mais folclórico
do Brasil. O Reisado foi introduzido no Brasil colônia pelos portugueses. É um espetáculo popular das festa de natal e reis, cuja ribalta é a praça publica, rua. No nordeste, a partir de 24 de dezembro saem os vários reisados, cada bairro com o seu, cantando e dançando. Este é o folclore mais rico de todo o Brasil, nasceu provavelmente no Maranhão, os brincantes passam o ano todo preparando as vestes para o festejos. No traje típico do" vaqueiro do boi maranhense, nota-se a influencia das três etnias. M calças brancas mostram a influencia do branco, a roupa dos antigos fazendeiros. O saiote ou bata e o chocalho metálico mostram a influencia dos escravos. O índio aparece nas penas e nas setas tupi. O Bumba meu Boi, é um auto popular de muitos personagens, ao nomes variam de região para região. Os cantadores improvisam, auxiliados pelos os assistentes. Bailados dos Pássaros começam os folguedos de inverno, na época de junho com a chegada do frio. Os pássaros, a festa das crianças e adolescentes. São pequenos dramas musicados misto de bailados. Representam uma caçada. A morte e a ressurreição de um passaro, ou então de um animal do mato. Boi Bumbá amazonense é uma das variações do bumba meu boi, bailado largamente praticado em nossas terras. É uma das mais antigas formas de distrações popular, folgueto noturno, recreação sadia do povo. Foi sem duvida introduzida pelos colonizadores europeus, sendo a primeira expressão popular de teatro brasileiro. Praticado em diversas partes do Brasil, toma nomes diferentes de acordo com a região. BUMBA MEU BOI, BOI BUMBÁ, BOI CALENDA, BOI DE REIS, BOI MAMÃo, BOIZINHO, BOI JARAGUÁ e BOI PINTADINHO. É um bailado popular que atrai a atenção do povo. Sua época varia: no Nordeste sai das festas natalinas e no Norte nas Festas Juninas (É uma festa presente em todas as áreas culturais brasileiras). A idéia deste enredo é simplesmente
trazer um pouco do folclore Brasileiro, nas festas do passado da qual
participavam todo o tipo de raças, independente de línguas
e costumes, deixando sua vasta contribuição para a nossa
cultura. Autor: Luiz Carlos Guimarães
Tel.: 021.2298-0530 / 2264-8195 CORES: AZUL E BRANCO ENREDO: LENDAS E COSTUMES... O TESOURO FOLCLÓRICO DE SUAS REGIÕES PRESIDENTE: Valdir Merchioro Tel.: 021. 8229-9741 VICE PRESIDENTE: Carlos Alberto Vieira – Caju Tel.: 021. 2241-9314 CARNAVALESCO: LUIZ CARLOS GUIMARÃES BARRACÃO: Rua Professor Pereira Reis, 42 – Stº Cristo DIRETOR GERAL DE CARNAVAL: Cleia jales de Oliveira COMISSÃO DE CARNAVAL: AUTOR DO ENREDO: LUIZ CARLOS GUIMARÃES OUÇA O SAMBA FIGURINISTAS: LUIZ CARLOS GUIMARÃES DIRETOR DE BARRACÃO: LUIZ CARLOS GUIMARÃES DIRETOR DE HARMONIA: Amiltom Cesar Portela DIRETOR DE BATERIA: Renato (Mestre Bi) RESP. ALA DAS BAIANAS: Norma Lucas RESP. ALA DAS CRIANÇAS: Cleia Jales RESP. GALERIA VELHA GUARDA: Sr. Jô RESP. COMISSÃO DE FRENTE: Claudio Macena PRIMEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Carlos Vinicios e Samanta SEGUNDO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Diogo Petropilis e Claudia Martins TERCEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Juan Carlos e Miriam Jales
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