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CARNAVAL
2008
HISTÓRIA
DO G.R.E.S. ARRASTÃO DE CASCADURA
Rompendo as rígidas normas
que determinavam a não aceitação de novas escolas
de samba na associação das escolas de samba, a Arrastão
de Cascadura conseguiu convencer os dirigentes da associação
a tê-lo como escola de samba, pois, como bloco, já
havia provado seu potencial e desejava iniciar nova carreira como
escola de samba.
Em 1976,
consegue o titulo no grupo 3, onde havia começado, e novamente
em 77 é campeão do grupo 2, ganhando o direito de
participar do desfile principal.
Não
foi feliz, mas vem mantendo-se no grupo intermediário, demonstrando
ser uma força ainda viva e que, a qualquer momento, vai explodir
como uma grande escola de samba. |
FICHA TECNICA
CARNAVAL 2008 - SINOPSE DO ENREDO
"PAÇO DE SÃO CRISTÓVÃO:
DO PALÁCIO REAL AO MUSEU NACIONAL, 200 ANOS DE HISTÓRIA
"
SINPSE
1º SETOR
PAÇO DE SÃO CRISTÓVÃO:
Nos séculos XVI e XVII, a área onde atualmente se localiza
a
Quinta da Boa Vista, integrava uma fazenda dos Jesuítas nos
arredores da cidade do Rio de Janeiro. Com a expulsão da Ordem
em
1759, à propriedade foi desmembrada, tendo passado à posse
de
particulares.
Quando da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil em 1808,
a Quinta pertencia ao comerciante português Elias Antônio
Lopes, que
havia feito erguer, por volta de 1803, um casarão sobre uma colina,
da qual se tinha uma boa vista da baía de Guanabara – o que
deu
origem ao atual nome de Quinta da Boa Vista.
Dada a carência de espaços residenciais na cidade do Rio
de
Janeiro de 1808, diante da chegada da Família Real e de cerca de
quinze mil pessoas da Corte Portuguesa, Elias doou a sua
propriedade ao Príncipe-Regente D. João e sua esposa Carlota
Joaquina, que decidiram transformá-la em Residência Real.
Após o seu casamento em 1817, D. Pedro, filho de D. João,
e a
Imperatriz, D. Leopoldina, passaram a residir no paço. Ali nasceram
a futura Rainha de Portugal, D. Maria II (1819), e o futuro Imperador
do Brasil, D. Pedro II em 1825. Em 1826, a Imperatriz faleceu de parto.
Em 1882 D. Pedro proclamou a independência do Brasil.
No Palácio cresceu, foi educado e viveu D. Pedro II, que com sua
paixão pela ciência mantinha um laboratório de astronomia
no Paço. Em 1846 nasceu a Princesa Isabel, filha de D. Pedro II
e Dona
Teresa Cristina. Em 1888 a Princesa assinou a lei Áurea, libertando
os escravos.
Com o fim da monarquia e o banimento da família imperial em
novembro de 1889 o antigo Paço de São Cristóvão
foi palco, em poucos meses depois, do leilão dos pertences do antigo
monarca. Em 1891, o palácio passou a sediar a primeira Constituinte
Republicana.
2º SETOR
MUSEU NACIONAL:
O Museu Nacional está vinculado a UFRJ. É a mais antiga
instituição científica do Brasil e o maior museu
de história natural e antropológica da América Latina.
Criado por D.João VI, em 06 de junho de 1818 e, inicialmente, sediado
no Campo de Sant'Anna, serviu para atender ao interesses de promoção
do progresso cultural e econômico no país. Originalmente
denominado de Museu Real, atualmente o Museu integra a estrutura acadêmica
da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Alojar-se no Paço de
São Cristóvão, a partir de 1892 - residência
da Família Imperial brasileira até 1889 - deu ao Museu um
caráter ímpar frente às outras instituições
do gênero.
O Museu Nacional reúne os maiores acervos científicos da
América Latina, laboratórios de pesquisa e cursos de pós-graduação.
As peças que compõem as exposições abertas
ao público (cerca de •três mil atualmente) são
parte dos 20 milhões de itens das coleções
científicas conservadas e estudadas pelos Departamentos de
Antropologia, Botânica, Entomologia, Invertebrados, Vertebrados,
Geologia e Paleontologia. O Museu dispõe ainda de um Horto Botânico
e de uma Biblioteca Central (aberta ao público) situados na parte
sul da Quinta da Boa Vista.
ACERVOS:
ANTROPOLOGIA BIOLÓGICA:
Exposição que apresenta a história do processo evolutivo
humano, que se inicia com o Australopithecus aferensis e o Homo habilis
há 4,6 milhões de anos até o Homo sapiens moderno
presente atualmente.
PALEONTOLOGIA:
No Museu Nacional está a réplica do esqueleto do dinossauro
brasileiro Maxakalisaurus topai, um herbívoro de 9 toneladas e
13
metros de comprimento, que viveu há cerca de 80 milhões
de anos na
região do Triângulo Mineiro, em Minas Gerais. É o
primeiro dinossauro brasileiro de grande porte montado no país.
Há também esqueletos de preguiça gigante, tigre dente-de-sabre,
baleias e outros.
ARQUEOLOGIA BRASILEIRA:
A primeira sala da exposição está à reconstituição
da provável
face de ‘Luzia’ — o fóssil humano mais antigo
das Américas —, assim
como a réplica de seu crânio original.
A segunda sala exibe artefatos de povos mais antigos encontrados
nos sambaquis, que são elevações construídas
principalmente com
restos de animais (conchas, ossos de peixes, aves, mamíferos e
répteis), mas onde se encontram também esqueletos humanos.
Os
maiores sambaquis estão em Santa Catarina e chegam a ter mais de
30 metros de altura.
A terceira e última sala deste circuito, conta com exemplares
dos grupos indígenas Tupi-guarani e das culturas amazônicas
Marajoara, Miracanguera, Maracá e Santarém (urnas funerárias,
chocalhos, pratos, tigelas, tangas rituais,
vasos, ídolos, muiraquitãs, etc.).
ARQUEOLOGIA GRECO-ROMANA:
Nas salas de culturas do Mediterrâneo do Museu Nacional
encontramos diversos utensílios gregos, etruscos e romanos que
faziam parte da coleção Tereza Cristina, esposa do Imperador
Dom
Pedro II.
Entre as mais de 700 peças dessa coleção, destacam-se,
os
afrescos de Pompéia – tipo de pintura que é feita
sob o estuque
ainda úmido – que são muito encontrados em residências
e prédios
públicos. Os afrescos mostram cenas com elementos arquitetônicos,
plantas e animais. Pompéia era uma cidade pertencente ao Império
Romano que foi destruída pelo vulcão Vesúvio no ano
de 79 d.C.
Também as ânforas, recipientes para armazenamento e transporte
de
vinho, azeite, molhos e cereais, eram jarros com duas alças
verticais paralelas ao colo que tiveram importância fundamental
para
a operacionalidade do comércio greco-romano.
OS GLADIADORES:
Quando os combatentes chegavam em frente à plataforma do
imperador, saudavam-no com a seguinte exclamação: ”AVE,
IMPERATOR, MORITURI SALUTANT!” Tradução: “SALVE,
IMPERADOR, OS QUE VÃO MORRER TE SAÚDAM!?”
ÁFRICA:
Esta exposição apresenta um precioso material da costa ocidental
africana, que inclui objetos de uso cotidiano (adereços e trançados),
esculturas e máscaras rituais, instrumentos musicais (flauta, valica,
chocalhos e tambores), armas de caça adornadas com grande riqueza
de detalhes, além de um importante trono sagrado do Daomé.
ARQUEOLOGIA PRÉ-COLOMBIANA:
História e cultura dos povos pré-colombianos.
Estes povos alcançaram um elevado grau de desenvolvimento econômico,
social e cultural até a chegada dos europeus à América.
ETNOLOGIA INDÍGENA BRASILEIRA:
Apresenta peças de diversos grupos indígenas do território
brasileiro, destacando-se uma máscara ritual Tukuna em forma de
onça; duas esculturas em gesso de índios Xavante e Botocudo,
respectivamente, pertencentes à Exposição Antropológica
de 1882;
cerâmicas da Coleção Rondon; cerâmica Karajá;
canoas e remos;
plumárias dos índios Kaingang e um manto, um diadema e um
capacete Juruna.
3º SETOR
METEORITOS:
Meteoritos são fragmentos de asteróides, cometas, satélites
naturais e planetas, que se chocam com a Terra. Destaca-se nesta
exposição o meteorito “Bendegó”, o maior
já caído em terras
brasileiras, que leva este nome em homenagem ao riacho em que foi
encontrado por vaqueiros no interior da Bahia em 1794. Em 1886, Dom Pedro
II mandou trazer este meteorito para o Rio de Janeiro, devido ao seu peso
(mais de cinco mil kg) só pode ser transferido de carroça
numa viagem que durou 126 dias. Em 1925, Albert Einstein visitou o Museu
para conhecer “Bendegó”, já famoso no mundo
todo.
BIBLIOTECA:
A Biblioteca do Museu Nacional é especializada em Ciências
Naturais e Antropológicas, contando com o rico e extenso acervo
que
compreende, dentre outras publicações, livros e periódicos
de
séculos passados. O acervo totaliza cerca de 470.000 volumes. Em
suas competências, a Biblioteca tem a função de apoiar
as atividades
de ensino, pesquisa e extensão do Museu Nacional e desenvolver
serviços e produtos para difusão da informação.
BOTÂNICA:
Estudo de milhares de exemplares de plantas, algumas com
finalidade medicinal.
ENTOMOLOGIA:
Estudo dos insetos. Milhares deles, de todos os tipos e
tamanhos.
INVERTEBRADOS:
Exposição de moluscos, conchas, animais do fundo do mar,
crustáceos e etc.
ANIMAIS EMPALHADOS:
Centenas de répteis, mamíferos, aves e peixes empalhados.
EGITO ANTIGO:
A Coleção Egípcia do Museu Nacional é uma
das mais antigas e
importantes do gênero na América do Sul e a terceira maior
do mundo, reconhecida por sua importância e seu valor arqueológico,
histórico, científico e artístico. A maioria de seu
acervo foi arrematada por D. Pedro I em 1826, em leilão realizado
na antiga Praça XV, quando da passagem do mercador italiano Nicolau
Fiengo pelo Rio de Janeiro. De fato, Fiengo partira de Marselha com destino
a Buenos Aires, para vender a sua coleção de antiguidades
egípcias e clássicas. Por sua vez, adquiridas as peças,
D. Pedro I às doou ao então Museu
Real. Posteriormente, D. Pedro II acrescentou novos itens ao acervo.
A DIFERENÇA ENTRE ATAÚDE
E SARCÓFAGO:
Sarcófago é a denominação mais correta para
designar os “caixões” de pedra. Na exposição
do Museu Nacional só encontraremos ataúdes, feitos de cicômoro,
uma madeira porosa que com o tempo seca e fica bem leve.
CURIOSIDADES:
É importante dizer que no acervo do Museu está uma “TORA”
(livro sagrado dos judeus) originária do Iêmen com cerca
de
oitocentos anos, provavelmente a mais antiga do mundo. E que Santos Dumont
fez algumas tentativas de vôo com um pequeno propulsor amarrado
na cintura e que saiu menos de um metro do chão nos jardins do
Museu antes de criar o 14 Bis.
G.R.E.S. ARRASTÃO DE CASCADURA
SEDE: PRAÇA ARTHUR DE AZEVEDO s/n
- CASCADURA
FUNDAÇÃO: 27/04/1973
Tel.: 2593-8681 / 9833-0667
CORES: VERDE E BRANCO
ENREDO: PAÇO DE SÃO CRISTÓVÃO:
DO PALÁCIO REAL AO MUSEU NACIONAL, 200 ANOS DE HISTÓRIA
PRESIDENTE: SIDINEY CALIXTO
CARNAVALESCO: RICARDO NETTO
BARRACÃO: CARLOS XAVIER, 397, CAMPINHO
DIRETOR DE CARNAVAL: Armênio Erthal
AUTOR DO ENREDO: RICARDO NETTO
AUTOR DO SAMBA ENREDO:
INTÉRPRETE DO SAMBA: LUQUINHA
DA CONCEIÇÃO, GARCIA, JULINHO CÁ, NILSON LEMOS, VANIR,
MARQUINHOS, COSMINHO
VEJA A LETRA DO SAMBA ENREDO
FIGURINISTA: Ronaldo de Souza
DIRETOR DE BARRACÃO: Diego Aragão
DIRETOR DE HARMONIA: Wagner Xavier
DIRETOR DE BATERIA: Mestre Dinamite
RESP. ALA DAS BAIANAS: Glorinha
RESP. ALA DAS CRIANÇAS: Sonia
RESP. GALERIA VELHA GUARDA: Niltinho
RESP. COMISSÃO DE FRENTE: Walney
e Alan
PRIMEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:
Maurício / Alessandra
SEGUNDO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Márcio
/ Amanda.
Resp Ala das Passistas: Gisele Alegria
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