HISTÓRIA DO G.R.E.S. UNIDOS DE PADRE MIGUEL

A Unidos de Padre Miguel, uma das agremiações da Zona Rural, em seu primeiro desfile na Praça Onze em 1959, se torna campeã e adquire o direito de se apresentar entre as grandes, em 1960. Entretanto, a má colocação que obteve, a fez retornar "A poeira", isto 6, as categorias inferiores. Em 1963, novamente obtém uma boa colocação no grupo intermediário e sobe para o Grupo 1, para outra vez retornar (no ano seguinte) ao Grupo 2, após uma apresentação infeliz.
            Dessa forma vem apresentando-se esta simpática e querida escola de samba, que supera os poucos recursos de que dispõe, com o entusiasmo na hora do desfile.

FICHA TECNICA

CARNAVAL 2008 - SINOPSE DO ENREDO

" O Reino das aguas de Olokum"

JUSTIFICATIVA DO ENREDO

Nome da Agremiação: G.R.E.S UNIDOS DE PADRE MIGUEL

Presidente administrativo: REINALDO LUCIO DA SILVA (MADRUGA)

Data da Fundação: 12 de novembro de 1957

Cores: Vermelho e Branco

Sede administrativa: Rua Mesquita, nº08 – Padre Miguel

Quadra de ensaios: Rua Mesquita, nº08 – Padre Miguel

Enredo: “O REINO DAS ÁGUAS DE OLOKUM”

Carnavalesco(s): Edson Pereira

Autor(es) do enredo: Edson Pereira

Bibliografia:Lendas Africanas dos Orixás (Pierre Verger Carybé) Mitologia dos Orixás (Reginaldo Prandi) Sites: Mundo Yorubá e Venezuela Esotérica (Los Orixás)

Diretor Geral de Harmonia: Cristiano Costa (Amendoim do Samba)
Outros Diretores de Harmonia: Tuninho

Intérprete Oficial:Edson Carvalho
Outros Intérpretes:Caim – Carlinhos Piloto, Robertinho, Reginaldo e Henrique

Diretor Geral de Bateria: Jose Carlos de Oliveira (Coé)
Outros Diretores de Bateria: Carlos Eduardo Arcanjo de Oliveira ( Dudu) Marcelo Azevedo de Oliveira (sem boca) Ricardo Pereira (Serrinha) e Thiago Lyra e Silva (cara fina)
Total de componentes: 200

Presidente da Ala das Baianas:Marly Lima Gomes
Total de componentes: 50

Ala das Crianças:
Responsável: Dadá
Total de componentes: 45

Galeria Velha Guarda
Presidente:Selma Rodrigues
Total de Componentes: 35

Outras informações:

JUSTIFICATIVA DO ENREDO

A água é fonte de vida e saúde. Irriga a terra, hidrata o corpo e gera a energia que move o mundo. Mas será que essas são suas únicas formas e definições?
Seja dos mares, rios ou oceanos, a água nos remete a uma viagem histórica. Através de lendas, mitos, crendices e onde mais a imaginação nos levar. Sem esquecer dos problemas ambientais atuais, causados pela ganância da humanidade.
A Unidos de Padre Miguel ao apresentar o seu enredo, lança um grito de alerta pela preservação da natureza e lendas que envolvem a água. Dos nossos ancestrais africanos e do folclore brasileiro.
Nossa história começa na África. E quem nos guia nessa trajetória é Olokum. Senhor de Okum, Deus das águas, ser de cólera implacável, andrógeno. Metade homem, metade peixe. Tem poder sobre as tempestades. Ao lado das suas filhas, as ninfas das águas, no seu imponente palácio nas profundezas do oceano, vem lavar a avenida. Purificar as almas e abrir caminhos para todos os Orixás.
Das suas inúmeras filhas, a única se tornar deusa foi Iemanjá. Ao quebrar a garrafa dada por Olokum na fuga do seu casamento com Olofim, o rei de Ifé. Mas Iemanjá casou-se pela segunda vez com Oxalá. Dessa união nasceram duas divindades da água. Oxum, a mais bela e querida filha de Oxalá e Nana – burukê. Senhora das lamas e mangues, renova a terra ao limpar a água.
Nossos ancestrais africanos quando chegaram escravizados ao Brasil, trouxeram consigo, parte da sua história e religião. Por isso, os cultos religiosos africanos são muito difundidos no país. Mas apesar da importância cultural dessa herança africana, não podemos esquecer da nossa cultura.O folclore brasileiro. Presente na Amazônia e nas encantadoras lendas do rio Amazonas.
Iemanjá nas lendas indígenas da Amazônia é Iara. Deusa do mar, moradora das profundezas do rio Amazonas, guarda consigo segredos e lendas. Como o Boto, a Vitória- régia, Cobra Grande e principalmente a do Sol e da Lua, origem do rio – mar.
São inúmeros os contos folclóricos, mas são inúmeros também os problemas enfrentados pela Amazônia e pelo mundo. O homem através da poluição e queimadas, causa a diminuição do oxigênio na atmosfera, o efeito estufa e conseqüentemente, o aquecimento global. Ao destruir a natureza, causamos o desequilíbrio ecológico. Acarretando enchentes, terremotos e mudanças climáticas. Futuramente essa ação nos levará a seca.
O homem tem que se conscientizar e parar de destruir a natureza e poluir as águas, o quanto antes. A água simboliza a vida, a pureza da alma, a energia. Ela representa 70% do planeta. Mas a superpopulação, os maus tratos e o desleixo da humanidade, mudarão essa realidade.
A Unidos de Padre Miguel mostrará uma breve história da água. Através das suas lendas e crenças que tentam sobreviver à evolução. Pedimos a Obatalá, criador do universo, paz, amor e esperança. Esperança de um mundo mais consciente e humanizado. Um mundo melhor para nós e nossos descendentes.

SINOPSE DO ENREDO

1º SETOR

A Unidos de Padre Miguel levará para a avenida os mistérios da água. E pede passagem a todos os deuses dos mares, rios e oceanos.
Oba – Olokum, senhor de okum. Representa o mar na sua amplitude. Pois guarda nas profundezas do oceano inúmeros segredos. É um ser andrógeno; metade homem, metade peixe. Possui um caráter violento, misterioso e compulsivo. Desposou várias ninfas e com elas teve muitas filhas (as ninfas das águas). Representantes das cascatas, rios, extensão do mar e a água da chuva.
Olokum representa a riqueza do fundo do mar e a saúde. Conta à lenda, que Olokum teve 11 filhas. Osupa (a lua), 5 Olasas, 4 Olanas e Agana Erí. Suas irmãs eram as mais belas e sereias. Podiam se transformar em mulheres. Mas Agana Erí era deformada, tinha uma perna maior que a outra. Por esse motivo, sentia inveja de suas irmãs e se aliou aos pescadores da região, os quais queriam capturar as sereias. Elas possuíam uma defesa dada por Orunmilá. Transformando-as em mulheres se precisassem.
Agana Erí, em dia de lua cheia, disse aos pescadores como e onde capturar as suas irmãs. Olokum ao saber do ocorrido, cria um enorme maremoto e resgata suas filhas. Ao serem capturadas, as sereias perderam as defesas e permaneceram como peixes para sempre. Revoltado, Olokum pune Orunmilá ao atá-lo ao fundo do mar, só retornando em forma de espuma. Olokum olhou para Agana Erí e falou: “Era minha filha preferida. Por isso, não te abandonarei. Mas levará em uma das mãos por tua hipocrisia, uma máscara. Na outra, por tua maldade, uma serpente”. Assim Agana Erí foi amaldiçoada.
Olokum teve outros filhos. Mas sem dúvida a mais importante e poderosa, é Iemanjá.

2º SETOR

Reza a lenda, que Iemanjá casou-se com Olofin, rei de Ifé. Cansada de Ifé e de seu casamento, foge em direção ao Oeste. Olokum lhe dera uma garrafa, a qual continha um preparo e só poderia abrir em caso de perigo. Olofin ao saber da sua fuga, coloca o exército de Ifé a procura de sua esposa. Ao pressentir o perigo, Iemanjá quebra a garrafa dada por seu pai. E no mesmo instante, cria-se um rio que a leva para okum, o oceano, moraradia de Olokum. Torna-se assim senhora das águas salgadas.
Iemanjá casou pela segunda vez com Oxalá. Tiveram vários filhos, dentre eles, duas divindades das águas. Oxum, nome de um rio em Oxogbó na Nigéria. Senhora dos rios, canhoeiras e fontes. Era a mais bela e amada filha de Oxalá. E Nana – burukê. Deusa das lamas , mangues e pântanos. Sereia velha das águas mansas. Renova a terra ao limpar a água.
Iemanjá simboliza a maternidade e fecundidade. É considerada a mãe de todos os filhos, de todo o mundo. Grande mãe, o mar de onde toda vida nasceu.

3º SETOR

Apesar de serem cultuados no Brasil, os Orixás não são deuses brasileiros. Mas na Amazônia, existem inúmeras histórias e lendas sobre desuses e seus elementos. Como a lenda do rio Amazonas. Onde dois noivos apaixonados tinham esperança de se casarem. Ela se vestia de prata era a Lua. Ele se vestia de ouro e era o Sol. Mas se eles se casassem, o mundo acabaria. Pois ela era dona da noite e ele dono do dia. O Sol, com seu ardente amor, queimaria a terra. E a Lua com suas lágrimas provocaria uma inundação. Assim se separaram.
No desespero da saudade a Lua chorou dia e noite. Suas lágrimas escorreram até o mar. Mas não se misturavam as águas do mar. As águas escavaram um vale e um imenso rio apareceu. As lágrimas da lua formaram o rio-mar. O rio Amazonas só passou a ter esse nome, quando os recém chegados espanhóis, em 1541, foram atacados por índias guerreiras.
Ao capturar um índio, foi lhe perguntado quem eram tais mulheres. O índio lhes contou a história das “Incamiabas”. Os espanhóis acharam-nas semelhantes as guerreiras amazonas da Capadócia. Passaram a chamar o “Mar Dulce” de “Rio de las Amazonas”. Assim foi criado o rio Amazonas. Majestoso, sereno e misterioso. Guarda grandes segredos e lendas. Moradia da Vitória Régia, do Boto, da Cobra Grande e de Iara. Deusa das águas como Iemanjá e muitas vezes confundidas com Mãe D’ água. Criadora da lenda da pororoca ao revoltar o rio com seus filhos a procura de sua canoa Jacy.
Iara segunda a lenda, vive nas encantarias do fundo dos rios, com sua calda submersa. Ela atrai os homens com sua beleza e seu canto. Quem vê seu rosto jamais esquece. Mais cedo ou mais tarde, vai se atirar no rio ao seu encontro. Como aconteceu com o jovem e forte índio Jaguarari, da tribo Taxuaua. Não resistiu aos seus cantos e encantos e mergulhou no rio para os braços de Iara. Criatura das águas, que enamora os homens e os leva a morte.

4º SETOR

O rio Amazonas e suas lendas continuam resistindo ao tempo. Mas até quando? O homem destrói a natureza. 40% das árvores da Amazônia podem desaparecer até o final do século. Esses atos levam ao efeito estufa, causa o aquecimento global e torna o clima mais seco na Amazônia. As mudanças climáticas e o desmatamento diminuem a formação de nuvens sobre a floresta.
Um superaquecimento global no Atlântico, turbinou furacões causando a pior seca em décadas na Amazônia. Comunidades ficaram sem água e sem comida. A navegação foi suspensa em diversas áreas e o número de queimadas aumentou. Meses depois ocorreu o extremo. Chuvas intensas provocaram enchentes que invadiram casas de milhares de ribeirinhos. Moradores disseram nunca ter visto tal fenômeno. Uma seca seguida de um “dilúvio”. As mudanças climáticas já ameaçam os rios amazônicos.
Esses fenômenos ocorrem no mundo inteiro e em outras cidades brasileiras.
Em agosto de 2005, um tornado destruiu o nordeste do Rio Grande do Sul e no mesmo dia, o Katrina arrasou Nova Orleans nos EUA. Na Barra da Tijuca 800m linear de praia desaparece por ano. Se o homem não tiver consciência do seu erro, tentar reverter o quadro e ajudar a estabilizar o clima e o efeito estufa, muitas tragédias e fenômenos estranhos ocorrerão.
A água é fonte de energia, ingrediente essencial da vida. Cabe aos homens se conscientizarem de sua importância e fazer o seu papel para melhorar o mundo. A Unidos de Padre Miguel pede a Obatalá, criador do universo, que abençoe a todos e transmita paz, amor e esperança de um mundo melhor. Digno de nossos descendentes. Onde possam desfrutar dos mares, da natureza e todas as belezas criadas por Obatalá.
Através dessa breve história, a Unidos de padre Miguel, manda um alerta à humanidade. Com muito brilho e alegria para o carnaval 2008.

ROTEIRO DO DESFILE
Setores da Escola

1o SETOR

nome: Império das Àguas
numeração das alas:1,2,3,4 e 5

2o SETOR

nome: Reino de Ifé
numeração das alas: 6,7,8,9 e 10

3o SETOR

nome: Lendas e Riquezas da Amazônia
numeração das alas: 11,12,13,14 e 15

4o SETOR

nome: Alerta Ambiental
numeração das alas: 16,17,18 e 19

ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas

Figurinista(s):
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável pela ala
Comissão de Frente
1 Servos de Olokum 60 Componentes Vânia Reis
2 Riquezas do Reino Olokum 50 Componentes Romilda
3 Segredo de Okum 40 Componentes Isabel
4 Mares Bravios 45 Componentes Jose Carlos (virilha minhoca)
5 As Duas Faces de Olokum 40 Componentes Gama
6 Rei de Ifé 45 Componentes Cláudio- Zé Micuça
7 Guerreiros de Ifé 50 Componentes Mariângela
8 Yemanjá a Deusa do mar 40 Componentes
9 Filhas de yemanjá –baianinhas 45 Componentes Clivaneide
10 Majestosa África Ala das Baianas 50 Componentes Marly
11 Espanhóis 50 Componentes Regininha
12 Manderei – Jaci Bateria 200 Componentes Mestre Coe – Jose Carlos
13 Tribo Taxuaua Passistas 30 Componentes Rose e Flavia
14 Peixes da Amazônia Ala das Crianças 45 Componentes Dada
15 Rio Amazonas 50 Componentes Pádua
16 Filhos de Peixe 40 Componentes Carminha
17 Robôs Humanos 50 Componentes
18 Caos e Destruição 45 Componentes Chuva
19 Obatala 50 Componentes Teia
20 Compositores
21 Convidados
22 Velha-Guarda

ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias

Descrição das Alegorias

1o ALEGORIA

Nome: Império das Àguas

descrição:Olokum, senhor de Okum, junto com suas filhas (as ninfas das águas) e seus fiéis servos no seu imponente palácio, nas profundesas de okum, abrem o desfile da Unidos de Padre Miguel, lavando a avenida, abrindo caminho para todos os orixás.

Autor: Edson Pereira

Principais destaques: Gláucia Bulhões, Edmilson Araújo e Paulo Coutinho

número da ala anterior à alegoria: 1ºcasal de Mestre Sala e Porta Bandeira

2o ALEGORIA

Nome: Reino de Ifé

descrição: Representa a fuga de Iemanjá do seu 1ºcasamento com Olofim, o Rei de Ifé e seu encontro com oxalá, seu 2ºmarido dessa 2ºunião, nasce duas divindades da água: Oxum e Nanâ

Autor: Edson Pereira

Principais destaques: Yonnekarr, Renato Gerônimo e Joel Santana

número da ala anterior à alegoria: 10ª (Ala das Baianas

3o ALEGORIA

Nome:Lendas e Riquezas da Amazônia

descrição: A Amazônia é rica na sua fauna e flora aqui representada pela floresta amazônica e o tocumo, animal exótico da fauna brasileira. Mas também temos as lendas do folclore como a Cobra Grande e das tribos indígenas. Presentes em várias lendas do Rio Amazonas

Autor: Edson Pereira

Principais destaques:Regis Camura, Américo Martins e Criss Hanne

número da ala anterior à alegoria: 15ª (Peixes da Amazônia)
ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias
4o ALEGORIA

Nome:Alerta Ambiental

descrição: O homem através da evolução da tecnologia das máquinas, destrói o meio ambiente por meio da poluição industrial, afeta a camada de ozônio, causa o efeito estufa e consequentemente o aquecimento global o que nos remete ao caos mundial a destruição da natureza e dos animais.

Autor: Edson Pereira

Principais destaques: Alexandre Coutinho

número da ala anterior à alegoria: 2ºcasal de Mestre Sala e Porta Bandeira

5o ALEGORIA

Nome:

descrição:

Autor:

Principais destaques

número da ala anterior à alegoria:

ROTEIRO DO DESFILE
Mestre Sala e Porta Bandeira

1o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira

Número da ala anterior ao casal: Comissão de Frente

Nome do Mestre Sala: Hugo Luiz Cesário dos Santos

Nome da Porta Bandeira: Luana Gomes Salles

Nome da Fantasia: Balanço das Aguas

Outras Informações:

2o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira

Número da ala anterior ao casal: Nº19

Nome do Mestre Sala: Fabio

Nome da Porta Bandeira:Michele

Nome da Fantasia:Industria de Alta Destruição

Outras Informações:

3o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira

Número da ala anterior ao casal:

Nome do Mestre Sala:

Nome da Porta Bandeira:

Nome da Fantasia:

Outras Informações:

SAMBA-ENREDO

Presidente da Ala dos Compositores:

Autores do Samba-Enredo: Toninho do Trailler, Cabeça do Ájax, Cicinho Amendoim do samba e Diego Rodrigues.

Letra:

Mergulhei
A Unidos foi além da imaginação
No reino das águas de Olokum
Que me levou em forte correnteza
Vi do lendário a nobreza
De Olofim a tristeza
Que fez a princesa chorar
Mistérios que se escondiam
Segredos serão revelados
Sob a luz de Obatalá

Ouço o canto da sereia no ar
Essa onda que me leva a Iemanjá bis
È Nana quem purifica todo o mal
Trás águas claras pro meu carnaval

Chorei ó Lua
Ao ver que dos teus olhos
Nasce o rio mar
Pudera essa noite o sol vir a brilhar
Selando esse amor em ouro e prata
Com seu cantar me seduziu
Me apaixonei por ti oh! Doce Iará
Vem refletir
Vintén canta em massa à preservação
Sem consciência o amanhã não mais virá
A fonte o pavilhão da minha escola
Sem desperdício é carnaval
Ouçam o meu alerta ambiental

Olokum, lava minha alma clareia
Obatalá derrama bênção lá do céu bis
Banhando a Unidos de Padre Miguel

Regina Celi Correa Bulhões (regininha)
Nome do Responsável pelo material:

___________________________________ 04/01/2008
Assinatura Data


                                      G.R.E.S. UNIDOS DE PADRE MIGUEL

SEDE:  RUA MESQUITA, 8 - PADRE MIGUEL

Tel.:021 3291-1309 / FAX 3159-6424

CORES: VERMELHO E BRANCO

ENREDO: O REINO DAS AGUAS DE OLOKUM

PRESIDENTE: Reinaldo Lucio da Silva

CARNAVALESCO: EDSON PEREIRA

BARRACÃO:  Rua Julio do Carmo 251 – Praça Onze

DIRETOR DE CARNAVAL: MARIANGELA CILIO DOS SANTOS

AUTOR DO ENREDO:  EDSON PEREIRA

AUTOR DO SAMBA ENREDO:  Tuninho do Traylle, Cabeça do Ajax, Cicinho, Amendoin do Samba, Diego Rodrigues

INTÉRPRETE DO SAMBA: Edson Carvalho

FIGURINISTA:  EDSON PEREIRA

DIRETOR DE BARRACÃO:  JOÃO WANELER DE OLIVEIRA (NAVAL)

DIRETOR DE HARMONIA: AMENDOIM DO SAMBA

DIRETOR DE BATERIA: José Carlos de Oliveira (Mestre Coé)

RESP. ALA DAS BAIANAS: MARLY LIMA GOMES

RESP. ALA DAS CRIANÇAS: ADILSON DOS SANTOS (DADÁ)

RESP. GALERIA VELHA GUARDA: SELMA VENTURA

RESP. COMISSÃO DE FRENTE: CARLOS ANTONIO TEIXEIRA MOTTA (CARLOS MOTTA)

PRIMEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira:

Mestre Sala: HUGO LUIZ CESÁRIO DOS SANTOS

Porta Bandeira: LUANA GOMES SALLES

Nome da Fantasia: BALANÇO DAS AGUAS

SEGUNDO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira: 

Mestre Sala: FABINHO

Porta Bandeira: MICHELE

Nome da Fantasia: INDUSTRIA DE ALTA DESTRUIÇÃO

TERCEIRO CASAL Mestre-Sala e Porta-Bandeira: 

Mestre Sala:

Porta Bandeira:

Nome da Fantasia:

Símbolo:  
 
   
 
CCARNAVAL 2008