| CARNAVAL
2008
HISTÓRIA DO G.R.E.S.
ALEGIA DA ZONA SUL
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Alegria da Zona Sul conta com
os mesmos carnavalescos, Oswaldo Luiz (DECO) e Carlos André Wendos
desde o ano de sua fundação, 1992, e, tendo uma mesa diretora
voltada também para a comunidade, procurando da melhor maneira
amenizar e tornar acessível o preço de suas fantasias, faz
permanecer no samba quem nasceu nele, sem trair sua maior habilidade,
a de receber ternamente todos, inclusive os novos componentes. E com um
casamento desse, abençoados pela organização e garra,
que Escola não poderia se dar bem?
O GRES Alegria da Zona Sul antes
de sua fundação, já trazia consigo um vasto histórico
de vitórias. Afinal, os Blocos de enredo Alegria de Copacabana
e Unidos do Cantagalo alternavam entre si o primeiro e o segundo lugar.
Talvez por isso a comunidade resolveu unir os dois Blocos, e formar uma
Escola de Samba vencedora, apta a transpor as categorias (grupos) necessários
para o ingresso no esplendoroso Grupo Especial.
Em 1993, seu primeiro ano na
Associação das Escolas de Sambas do RJ, por causa da grande
tribulação que a ocasião exigia, o Alegria conseguiu
se manter no grupo E, em seu primeiro ano livrou-se da desclassificação
apresentando na Avenida o enredo "Sou Mais Carioca", onde falava dos 100
anos de Copacabana, 50 anos do personagem Zé Carioca e do ano 1
de nossa Agremiação.
No ano seguinte,
já consolidado como Escola, o Alegria da Zona Sul alcança
seu primeiro campeonato, com o enredo "Na Dança das Cores: Preto
Não é Cor, Mas Negro é Raça", apresentando
em seu desfile um apanhado dos significados das cores e enaltecendo a
raça negra.
Em 1995, embora
com força de um recém título, e no grupo D, o Alegria
não desfilou; mas no ano seguinte, 1996, como que ressurgido das
cinzas, o Alegria, penalizado pela Associação, disputa novamente
no Grupo E, e alcança seu bi-campeonato, com o enredo "Olha que
Coisa Mais Linda Mais Cheia de Graça", contando a história
e comemorando o centenário do bairro Ipanema.
Em 97, o Grêmio
que amarga mais uma vez distúrbios em sua comunidade, quase não
desfila, mas apresenta-se com o enredo "Capoeira, Um Ballet á Brasileira"
- dizendo a origem e força dessa luta e dança; e apesar
dos problemas, consegue uma boa apresentação, que lhe rendeu
o vice-campeonato e o consecutivo acesso ao grupo C
Em 1998, superando as dificuldades
próprias da 2a Escola a desfilar em seu grupo, o Alegria fez um
desfile que lhe rendeu o 7o lugar no podium, com o enredo "Mulher Negra
é Cultura Mundial", enaltecendo a importância e força
da mulher negra desde os primórdios da humanidade, mantendo-se
no mesmo grupo.
Em 1999, o Alegria apresenta-se fantasticamente
com o enredo "Alegria, Seu Signo no Zodíaco", na Avenida Rio Branco,
apresentando os signos e colocando nossa Escola como o signo da euforia.
Mas, por motivos que a própria razão desconhece, amargou
um penúltimo lugar, e desceu para o grupo D.
No ano 2000, o Alegria
vence e sobe novamente para o grupo C com o enredo "Negro Quem És
? ", .
Em 2001, com o enredo "Brasil um País de Todas as Raças",
mostrando as etnias que estiveram em nosso país até mesmo
antes do descobrimento dos portugueses e a miscelânea que é
o povo brasileiro, o Alegria da Zona Sul é campeão na Av.
Rio Branco, classificando-se para o desfile no grupo B na Marquês
de Sapucaí.
Em 2002, o Alegria surpreendeu a
todos mais uma vez; e com um desfile empolgante mostrou que seu lugar
é na Apoteose do Samba. Foi a segunda Escola a desfilar na terça
feira de carnaval, e mesmo sob fatalidades relevantes abrilhantou o desfile,
conseguindo a 6a colocação com o enredo "O Sonho Dourado
de Percy", mostrando a saga do coronel inglês Percy Fawcett, desaparecido
no interior do sertão brasileiro quando buscava a entrada para
o Eldorado.
Em 2003, com o enredo
"Festa no Quilombo: na Coroação de um Rei Negro", nossa
Escola apresentou, num sonho de folião, o que teria sido a festa
de coroação de Ganga Zumba, o primeiro rei de Palmares,
quando, os mocamos homenagearam o entronado com danças afro-brasileiras,
o que nos rendeu a esperada ascensão para grupo A, ou melhor, para
o grupo de acesso ao Grupo Especial (o das renomadas Escolas de Samba).
Em 2004, nosso Grêmio
apresenta na Avenida dos Desfiles o enredo "Dorival Caymmi, o Mar e o
Tempo nas Areias de Copacabana", onde se aproveita da originalidade de
ser o bairro que o cantor e compositor Caymmi escolheu para viver e completar
seus 90 anos de idade.
Falar em samba
de raiz é, de fato, lembrar daqueles cuja história se confunde
com a própria história do samba: o pessoal da velha guarda,
as baianas, a bateria e os compositores, em sua maioria gente da comunidade
que a Escola zela para manter, mesmo com as portas abertas para novos
componentes. As comunidades do Cantagalo, Pavão e Pavãozinho
também são redutos desse samba de resistência. Os
ensaios da Escola são realizados na quadra, sito a rua Saint Roman,
Estrada do Cantagalo, e com a proximidade do carnaval, também no
calçadão de Copacabana.
Não bastasse a simpatia
que cultiva com os sambistas, o Alegria vai além, abraçando
as Escolas co-irmãs, ilustrando que a disputa é tão
somente na hora do desfile. Sua afinidade com o Salgueiro é tanta
que, durante alguns anos, as alegorias da Alegria da Zona Sul foram feitas
no barracão da vermelho-e-branco,no bairro de Santo Cristo
FICHA TECNICA
CARNAVAL 2008 - SINOPSE DO ENREDO
" ALBINO PINHEIRO - GENERAL DA
BANDA E ALEGRIA DA ZONA SUL"
G.R.E.S. ALEGRIA DA ZONA SUL
Presidente administrativo: SERGIO ALMEIDA
Data da Fundação: 29 DE JUNHO DE 1992
Cores: VERMELHO, BRANCO E PRATA
Sede administrativa: ESTRADA DO CANTAGALO 176
Quadra de ensaios: ESTRADA DO CANTAGALO, 176
Tel.: 021(xx) 2287-7218 / 9652-7218
Enredo: "CHEGOU O GENERAL DA BANDA! ALBINO PINHEIRO,
A ALEGRIA DO RIO"
Carnavalesco(s): MARCO ANTÔNIO
Autor do enredo: DEPARTAMENTO CULTURA DO GRES ALEGRIA
DA ZONA SUL
Bibliografia: BIOGRAFIA FORNECIDA POR PAULO PINHEIRO (IRMÃO
DO HOMENAGEADO)
E ADMINISTRADOR DA BANDA DE IPANEMA
Diretor Geral de Harmonia: RODRIGO NASCIMENTO
Diretor de CARNAVAL: MARCUS VINICIUS
ASSESSORA DE CARNAVAL: JACKELINE FERREIRA DO NASCIMENTO
Intérprete Oficial: PIXULÉ
Diretor Geral de Bateria: ZÉ MÁRIO
Total de componentes: 200
Presidente da Ala das Baianas: MARTA
Total de componentes: 50
Ala das Crianças:
Responsável: KÁTIA
Total de componentes: 100
Galeria Velha Guarda
Presidente: DONA AYLA
GALERIA DA VELHA GUARDA: PAULO, DIBAL, EUNICE e FILICA
Total de Componentes: 20
JUSTIFICATIVA DO ENREDO
O GRES Alegria da Zona Sul traz o enredo "CHEGOU
O GENERAL DA BANDA! ALBINO PINHEIRO, A ALEGRIA DO RIO" O enredo justifica-se
na homenagem a Albino Pinheiro pelo amor à cultura da Cidade do
Rio de Janeiro. O mesmo amor que o Alegria sente por suas raízes
e cultura, fato que pode ser observados nos últimos enredos da
agremiação.
A Escola ao longo do seu desfile e em suas alas pretende
mostrar a importância do trabalho desenvolvido pelo homenageado.
O mar como inspiração, sua paixão pelo RIO, sua roupa
característica, seus principais projetos, seus amigos, sua paixão
pelo carnaval e sua ALEGRIA. Entendemos que trabalhamos para proporcionar
ao povo, também protagonistas da maior festa popular do Brasil
que é o carnaval a ALEGRIA sonhada por Albino na elaboração
de cada evento.
SINOPSE DO ENREDO
G.R.E.S. ALEGRIA DA ZONA SUL
CARNAVAL 2008
“CHEGOU O GENERAL DA BANDA! ALBINO PINHEIRO, ALEGRIA DO RIO”.
Alegria, Alegria espero que nesse Carnaval todos tenham
muita Alegria !
Aliás, essa palavra de nobre sentido, sempre esteve
presente na minha vida. Estou chegando para passar um pouco de Alegria
para vocês. Vim contar minha história. Trabalhei muito em
prol da cultura carioca, cidade com a qual sempre me identifiquei.
Produzi filmes, espetáculos culturais, fui grande admirador da
Música Popular Brasileira, e colecionei inúmeros amigos.
Tive grandes paixões e deixei um grande legado para o carnaval.
Neste momento, quero mostrar um pouco da minha vida, do meu trabalho.
Espero que vocês gostem. Afinal, a minha vida que sempre foi de
alegria, será da ALEGRIA DA ZONA SUL.
1 – A CARA DO RIO
Carlos Drumond de Andrade, meu grande amigo, costumava dizer: “O
Mar Desenha o Rio de Janeiro” para exaltar sua beleza natural e
o lindo contraste entre o mar e as montanhas.
Bem, nasci em 23 de setembro de 1933 no Pró-Matre da Praça
Mauá, tive a sorte de ser concebido nesta Cidade linda, maravilhosa.
Sou filho de Albino de Mesquita Pinheiro e Elza Maria Coelho Pinheiro,
que tiveram ao todo sete filhos. Pela ordem cronológica: Elza,
Albino, Cláudio Luiz, Amaury, Heloiza Maria, Fernando e Paulo todos
Coelho Pinheiro, todos cariocas.
Como bom carioca comecei nos blocos de sujo em Laranjeiras, desfrutei
da boemia, do samba, e do futebol. Herdei a veia artística do meu
tio Custódio Mesquita que foi um dos grandes compositores da Música
Popular Brasileira. O tempo foi passando e me formei em Direito, em 1957,
pela Universidade do Rio de Janeiro.
Outro grande amigo, o Jaguar, classificava-me como “mulatólogo”,
coisa de gênio.
2 - O AGITADOR CULTURAL
A cultura sempre me acompanhou. Dediquei grande parte da minha vida a
projetos que visavam oferecer cultura ao povo, trabalho que me dava muita
Alegria, nunca me conformei com a divisão social, fraseando o poeta:
“O Povo não quer só comida, ele quer diversão
e arte”.
Entre as décadas de 70 e 90 dirigi inúmeras peças
teatrais, programas de rádio e de TV. É difícil encontrar
alguma forma de manifestação de cultura popular no Rio de
Janeiro nessa época que não tenha minha participação
como vocês poderão ver a seguir.
Em fevereiro de 1965 fundei a Banda de Ipanema, da qual fui presidente
até 1999. A Banda foi responsável pelo ressurgimento do
carnaval nas ruas da Zona Sul da cidade, em um primeiro momento e, em
seguida, por toda a cidade, pelo Estado, com o tempo, pelo país,
reproduzindo o seu modelo de desfile. Sua identificação
fundamental como espaço único de expressão democrática
marcou e marca, ainda, sua presença no cenário cultural
da cidade. A Banda de Ipanema tornou-se o primeiro bem imaterial tombado
no Rio de Janeiro, em janeiro de 2004.
Outro grande projeto cultural da cidade nasceu da sugestão que
dei ao amigo Hermínio Bello de Carvalho de aproveitar o horário
das 18:30 h nos teatros carioca, com show de Música Popular Brasileira.
Assim, em agosto de 1976, surge o Projeto “Seis e Meia” em
que se afirmaram a Música Popular Brasileira, seus intérpretes
e compositores.
Criei e apresentei o programa “Só pra Lembrar”, da
TV Educativa, em que se relembravam e reproduziam grandes momentos de
nossa música popular e se completavam com muitos registros e entrevistas.
Uma obra importante na recuperação e valorização
de nossa memória musical
Promovi Festivais e Concursos de Música Popular nas tradicionais
Festas da Penha, nos meses de outubro. Não posso deixar de citar
os Banhos de Mar à Fantasia em várias praias da cidade,
a recuperação de uma tradição hoje esquecida
do Rio de Janeiro.
Participei direta ou indiretamente em inúmeros seminários,
encontros e conferências destinadas ao estudo da cultura popular,
no Rio de Janeiro e no país. Presidi a Associação
Brasileira de Pesquisadores da Música Popular. Fui comentarista
de televisão e rádio de eventos principalmente ligados à
música popular, inclusive nos de Escolas de Samba. No cinema também
tive grande participação, onde destaco o Filme rodado por
Paulo César Sarraceni, sobre Natal da Portela, onde produzi e atuei.
Nessa minha vida cultural, fiz e colecionei inúmeros amigos e espero
revê-los nesse grande momento de Alegria.
3 – A BOEMIA E AS PAIXÕES
Fui um Carioca nato apaixonado pela vida, além de ser amante da
cultura, tive outras grandes paixões.
O Fluminense, que freqüentei desde criança é o time
de toda a minha família, aliás, o time foi um marco na minha
vida. Meus pais se conheceram em Macaé quando meu pai, Albino,
jogava pelo clube e foi realizar um amistoso naquela cidade. Grande amistoso!
Gostava de ir ao Maracanã ver os jogos do meu Clube, o Fluminense.
Ganhando ou perdendo era sempre motivo de tomar algumas cervejas pela
cidade.
O Carnaval também marcou meu coração. Não
perdia um desfile de escolas de samba e sempre me emocionei assistindo
a minha grande paixão carnavalesca: a Portela. As constantes idas
a Osvaldo Cruz eram uma festa que se iniciava na preparação
e só acabava na manhã seguinte.
Era também “mulatólogo” como bem me denominou
meu grande amigo Jaguar. Esse nome se deve ao meu grande carinho pela
mulata carioca, que em suas curvas me fazem lembrar os traços da
Cidade.
Meu coração se rendeu aos encantos da linda mulata, Rose,
onde ela desfila até hoje, além de ser a porta-bandeira
da Banda de Ipanema.
Relacionar meus amigos não é uma tarefa fácil, pois
corro o rico de esquecer alguém, mas vale apenas mencionar uma
pequena parcela daqueles que, com certeza, ainda aí com vocês,
exigirão que seu nome seja dito. Entre eles estão Fausto
Wolff, Fernando Pamplona, Hermínio Bello de Carvalho, Ilmar Carvalho,
Jaguar, J. Ruy, Márcio Donnici, Paulo Cesar Saraceni, Rose Nicolau,
Sergio Cabral e Ziraldo, mas vamos dizer que toda a cidade estava e está
no seu coração.
4 - A BANDA DE IPANEMA
Dediquei a minha vida à cultura, então, quando tive a iniciativa
de fundar uma Banda, queria reviver os carnavais de rua que aprendi a
gostar desde criança.
Quando organizei a Banda de Ipanema, me chamaram de “O GENERAL DA
BANDA” e de “CACIQUE DA ALEGRIA”. Aliás, esse
nome se deve ao grande propósito da Banda, tirar sarro da vida.
Em 1965, com o nosso primeiro desfile, pude ver a Alegria estampada no
rosto das pessoas. Eram crianças, jovens, adultos, velhos, ricos,
pobres, homos, heteros, famosos, anônimos, bêbados, todos
brincando juntos o Carnaval. Elegi Eneida como a primeira Madrinha da
Banda e a eterna Leila Diniz foi exaltada como a Grande Rainha.
Mesmo quando os militares quiseram acabar com a Banda e infiltravam espiões
nos desfiles, os mesmos percebiam o espírito da diversão
e acabavam caindo na folia. A Banda de Ipanema era totalmente democrática
e serviu de referencia e ponto de encontro de diversos intelectuais. Reuniam–se
nesse evento o pessoal do Pasquim, do Cinema Novo, do Teatro e da Bossa
Nova. Esse era o meu espírito: a confraternização
total, mas sem alienação. Grandes nomes passavam pela Banda:
Oscar Niemeyer, João Saldanha, Ziraldo, Tom Jobim e outros que
ajudavam a divulgar ainda mais o sucesso da dela.
Sempre quis homenagear personalidades brasileiras, entre tantos, destaco
os seguintes nomes: Cartola, Nelson Cavaquinho, Jorge Veiga, Elizeth Cardoso,
João Bosco, Marília Pêra, Beth Carvalho, Carmem Costa,
Paulinho da Viola, Braguinha...
Que bom que a Banda continua a tocar no Carnaval, e ainda mantém
seu charme e os seus grandes propósitos, a Grande Griff do Carnaval.
Gostaria de encontrar neste momento mágico e universal que é
o Carnaval Carioca muita Paz, Harmonia e Alegria, espero que vocês
tenham gostado da minha história...
Para quem não me conhece sou:Albino Coelho Pinheiro, Albino Pinheiro
da Alegria da Zona Sul e do Rio de Janeiro.
Texto: Cláudio Pinheiro
ROTEIRO DO DESFILE
Setores da Escola
1o SETOR
Nome: ALBINO, A CARA DO RIO
Numeração das alas: 2
2o SETOR
Nome: ALBINO,AGITADOR CULTURAL
Numeração das alas: 4
3o SETOR
Nome: ALBINO E SUAS GRANDES PAIXÕES
Numeração das alas: 6
4o SETOR
Nome: A BANDA DE IPANEMA
Numeração das alas:
ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas
Figurinista(s): MARCO ANTONIO - CARNAVALESCO
Nº Nome da Fantasia Nome da ala Descrição Responsável
pela ala
ACADEMIA DA ALEGRIA Comissão de Frente Nossa comissão de
frente vem representando a irreverência e a alegria de Albino Pinheiro,
boêmio, malandro carioca e a representação feminina
da negra no samba que é acara da cultura carioca a qual Albino
sempre se identificou. Diogo
de
Souza
1 O MAR DE IPANEMA Esta ala pretende retratar a beleza do mar de Ipanema
que Albino adorava admirar. COMISSÃO DE CARNAVAL
2 A CARA DO RIO Esta ala virá retratando os banhistas que adoravam
e divertir na praia para poder bater um bom papo com amigos. COMISSÃO
DE CARNAVAL
3 O CINEMA NOVO Esta ala virá representando os filmes que Albino
Pinheiro produziu. COMISSÃO DE CARNAVAL
4 BOSSA NOVA Esta ala virá representando a importância de
Albino para a Música Popular Brasileira como seu Programa “Só
para lembrar” da TV Educativa. COMISSÃO DE CARNAVAL
5 PROJETO SEIS E MEIA Esta ala virá representando o grande projeto
de revelação de talentos que aproveitava o horário
de 18:30 nos teatros cariocas com shows de MPB. COMISSÃO DE CARNAVAL
6 COMENTARISTA DE TV Esta ala virá representando uma das profissões
que Albino desenvolveu também em prol da cultura carioca. COMISSÃO
DE CARNAVAL
7 O GENERAL DA BANDA CHEGOU BATERIA Esta ala virá representando
o General da Banda com sua farda em noite de gala, apelido que Albino
recebeu e era chamado em seus eventos culturais, principalmente nas apresentações
da banda. ZÉ MÁRIO
8 CARIOCA DA GEMA PASSISTAS Esta ala virá representando a beleza
da mulher carioca com seu gingado que Albino sempre admirou. FIA
9 CABROCHINHAS E MALANDRINHOS CRIANÇAS Esta ala virá representando
o futuro da cultura do nosso país, através das crianças
com o samba no pé. KATIA
10 A BOEMIA DE ALBINO Esta ala virá representando a boemia de Albino
em uma noite de carnaval, através do Pierrot que sai para encontrar
seu par e bater um papo com os amigos. COMISSÃO DE CARNAVAL
11 SOU TRICOLOR DE CORAÇÃO Esta ala virá representando
a paixão de Albino pelo seu time de coração, o Fluminense,
jogos que ele assistia desde criança afinal era o time de toda
a família. COMISSÃO DE CARNAVAL
12 PAIXÃO EM AZUL E BRANCO (PORTELA) Esta ala virá representando
mais uma das paixões de Albino pelo carnaval, a Portela, quadra
que freqüentava e não perdia um desfile. COMISSÃO DE
CARNAVAL
13 PERSEGUIÇÃO À DIVERSÃO Esta ala virá
representando os militares que queriam acabar com a Banda, infiltrando
espiões nos desfiles que ao perceberem o espírito de diversão
juntavam-se aos foliões. COMISSÃO DE CARNAVAL
14 O PASQUIM Esta ala virá representando os intelectuais. Nada
melhor que o jornal mais representativo e irreverente da época
para essa representação. COMISSÃO DE CARNAVAL
15 TRIBUTO A ALBINO Baianas Esta ala virá representando a mães
do samba, as baianas, para fazer a justa homenagem a este grande homem
que nos deixou um grande legado cultural. COMISSÃO DE CARNAVAL
16 BLOCO DE SUJO Esta ala virá representando o povo em uma tradição
onde cada um coloca para desfilar pelas ruas suas fantasias simples, tradicionais
em busca apenas de diversão. COMISSÃO DE CARNAVAL
17 A BANDA CHEGOU Esta ala virá representando um dos mais importantes
projetos culturais deixado por Albino e reconhecido como bem imaterial.
A banda, onde ele queria reviver os carnavais de rua que aprendeu a gostar
desde criança COMISSÃO DE CARNAVAL
ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias
Descrição das Alegorias
1o ALEGORIA
Nome: O MAR DE ALBINO PINHEIRO
Descrição:EXALTAÇÃO À
BELEZA DO RIO DE JANEIRO, SEU MAR QUE INSPIROU E INSPIRA TANTOS POETAS
TAMBÉM SERVIU DE INSPIRAÇÃO PARA AS CRIAÇÕES
DE ALBINO PINHEIRO.
Autor:MARCO ANTONIO
Principais destaques: REGIS CAMURÇA
Número da ala anterior à alegoria:ALA 1,
O MAR DE ALBINO
2o ALEGORIA
Nome:ALBINO PINHEIRO, AGITADOR CULTURAL
Descrição:ENALTECER A DEDICAÇÃO
DE ALBINO COMO PROMOTOR CULTURAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO E SEU PROJETO
QUE REVELOU GRANDES NOMES PARA A MPB. DEDICAÇÃO QUE LHE
RENDEU O APELIDO DE "PREFEITO"
Autor:MARCO ANTONIO
Principais destaques: AUGUSTO XAVIER
Número da ala anterior à alegoria:ALA 5,
PROJETO SEIS E MEIA
3o ALEGORIA
Nome:ALBINO E SUAS GRANDES PAIXÕES
Descrição:MOSTRAR A GRANDE PAIXÃO
DE ALBINO, PRINCIPALMENTE A QUE LHE VALEU O APELIDO "DE MULATÓLOGO"
Autor:MARCO ANTONIO
Principais destaques: ROSE (EX-ESPOSA DE ALBINO PINHEIRO)
Número da ala anterior à alegoria:ALA 10,
A BOEMIA DE ALBINO
4o ALEGORIA
Nome:A BANDA DE IPANEMA
Descrição:HOMENAGEAR O BEM IMATERIAL TOMBADO
PELO PATRIMÔNIO HISTÓRICO CULTURAL
Autor:MARCO ANTONIO
Principais destaques: CARLOS HENRIQUE
Número da ala anterior à alegoria:ALA 17,
A BANDA CHEGOU
ROTEIRO DO DESFILE
Mestre Sala e Porta Bandeira
1o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Número da ala anterior ao casal:COMENTARISTA DE
TV
Nome do Mestre Sala:MUSKITO
Nome da Porta Bandeira:LILIANE
Nome da Fantasia:PAIXÃO DE ALBINO PELO CARNAVAL
Outras Informações:
SAMBA-ENREDO
Presidente da Ala dos Compositores: KLÉBER
Autores do Samba-Enredo: Fio, Moura, Ivo do Galo e Luiz
Letra
Confetes e serpentinas
O show vai começar
Nasci no Rio de Janeiro
Cidade emoldurada pelas montanhas e o mar
Em direito me formei
Pela cultura me dediquei
Fiz eternas amizades, da boemia desfrutei
E "só pra lembrar", a MPB eu divulguei
Vou brincar o carnaval no bloco de sujos
Com muito orgulho sou tricolor (bis)
Minha Portela querida
De tantos carnavais que ao mundo encantou
Foram tantas paixões
Rose, jamais te esquecerei
Fiz teatro, curti a bossa nova
Na rádio e no cinema trabalhei
Como era lindo ver
O banho de mar à fantasia
Olha o charme da mulata carioca
E o "seis e meia" revelando artistas
Hoje abra um sorriso
A banda vai passar
Meu nome é Albino Pinheiro
A minha história vim contar
Vamos sambar e cantar
O general da banda chegou (bis)
Esbanjando Alegria nessa folia
Com muito amor
Jackeline Ferreira do Nascimento
Nome do Responsável pelo material:
___________________________________ Rio, 13/12/2007
Assinatura Data
| Símbolo: |
|
| |
|
| |
|
| |
|
|
 |
|
|
|