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HISTÓRIA DO G.R.E.S.E. IMPÉRIO DA TIJUCA
Fundado em 08 de dezembro de1940, no Morro da Formiga, na Tijuca, Rio de Janeiro, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Educativa Império da Tijuca foi a primeira agremiação ligada ao carnaval a usar a palavra "Império" em seu nome. Por essa razão o seu símbolo é uma coroa. Na bandeira, além da coroa, encontram-se representados o fumo e o café, simbolizando as riquezas brasileiras.
O primeiro desfile foi em 1946, com o enredo " Aos heróis do Monte Castelo ", mas o primeiro campeonato veio apenas em 1964, com o enredo " O esplendor do Rio de Janeiro Imperial ", desfilando pelo Grupo 2, tendo como carnavalesco Jorge Melodia. A escola permaneceu no Grupo 1 até o ano de 1969, quando foi rebaixada por não ter sido julgada. Em 1970 conquista mais um campeonato com o mesmo carnavalesco do primeiro título, Jorge Melodia. O enredo era " Segredos e encantos da Bahia ". Volta a cair em 1972 e permanece no Grupo 2 até 1976. Neste ano, com o brilhante carnavalesco Joãozinho Trinta, conquista seu terceiro campeonato, com o enredo " Guerreiros das Alagoas ". Sofre em seguida uma dupla queda: em 1977 vai para o Grupo 2 e no ano seguinte cai para o Grupo 2-A. Em 1979 sobe para o Grupo 1-B com o último campeonato conquistado. O enredo: " As três mulheres do Rio ".
Anos 80. A escola sobe para o Grupo 1-A com a conquista do segundo lugar em 1980, mas não consegue permanecer nesse grupo devido ao décimo-primeiro lugar do ano seguinte. Em 1982, com mais um segundo lugar, volta ao Grupo 1-A e nele permanece até 1987, quando cai para o Grupo 2. Volta a subir em 1991, com o enredo " Canaã, a terra prometida Brasil ".
Com o ator e carnavalesco Miguel Falabella, a escola conquista o quarto lugar do Grupo de Acesso A em 1994, com o enredo " Nelson Rodrigues, um beijo na Sapucaí ", e também o segundo lugar de 1995, conquistando o direito de desfilar no Grupo Especial em 1996. Infelizmente volta a cair nesse mesmo ano, com o enredo " O Reino Unido Independente do Nordeste ", ficando com a décima-sétima colocação. Fica no Grupo de Acesso A até 2002, quando amarga nova queda para o Grupo B, onde permanece até hoje.
FICHA TECNICA
CARNAVAL 2008 - SINOPSE DO
ENREDO
"DUZENTOS ANOS DA CORTE
REAL, NOS JARDINS DA FAMÍLIA IMPERIAL"
G.R.E.S.E. IMPÉRIO DA TIJUCA
Presidente Administrativo: ANTÔNIO MARCOS
TELES
Data da Fundação: 08/12/1940
Cores: BRANCA E VERDE
Sede administrativa: RUA MEDEIROS PÁSSAROS,
84- TIJUCA
Quadra de ensaios: RUA MEDEIROS PASSAROS, 84- TIJUCA
Tel.:021(xx)2580-8682 / 21 9127-1946
Enredo: “DUZENTOS ANOS DA CORTE REAL, NOS
JARDINS DA FAMÍLIA IMPERIAL”
Carnavalesco(s): SANDRO GOMES
Autor(es) do enredo: SANDRO GOMES
Texto e pesquisa: Patrícia Toscano e Glória
Salomão.
Bibliografia:
MENDES, João. Retrato de uma época.
Rio de Janeiro: Folha do Rio, 1990.
OLIVA, Oswaldo Muniz. Brasil: o amanhã começa hoje.
Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 2002.
ALENCAR, Francisco. História da sociedade brasileira. 2 ed.
Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1985.
Os maiores acontecimentos da história do Brasil. Editora
Melhoramentos Ltda e Gold Editora Ltda, 2006.
Diretor Geral de Harmonia: GILBERTO DA SILVA
Outros Diretores de Harmonia:
Intérprete Oficial: DOUGLAS DA SILVA MARTINS
Outros Intérpretes:
Diretor Geral de Bateria: ANTONIO CARLOS MARTINS
Outros Diretores de Bateria:
Total de componentes: 230
Presidente da Ala das Baianas: MARIA CRISTINA DA
SILVA CARDOSO
Total de componentes: 80
Ala das Crianças: VÂNIA MARINS DOS
S. ISIDIO
Responsável: VANIA MARINS DOS S. ISIDIO
Tota de componentes: 80
Galeria Velha Guarda: SEBASTIANA MACIMO
Presidente: SEBASTIANA MACIMO
Total de Componentes:
Outras informações:
COMISSÃO DE FRENTE – ACOMPANHADA DE
UM QUADRIPÉ (CARAVELA)
2 QUADRIPÉS NA FRENTE DA ALA 01 – CORTEJO
DE CHEGADA, REPRESENTANDO AS CARRUAGENS QUE TRAZIAM A FAMILIA REAL
E SUA BAGAGEM.
2 QUADRIPÉS NA FRENTE DO CARRO 03 –
O JARDIM REAL, TRAZENDO AS PALMEIRAS IMPERIAIS.
JUSTIFICATIVA DO ENREDO
G.R.E.S.E.IMPÉRIO DA TIJUCA
CARNAVAL 2008
ENREDO
“200 ANOS DA CORTE REAL, NOS JARDINS DA FAMILIA IMPERIAL”
A Família Imperiana orgulha-se de apresentar
em ópera popular a transmigração da realeza
para o Brasil. Uma viagem no tempo e na história...
A orquestra de surdos, caixas, repiques, tamborins e chocalhos regida
por um mestre dá o tom para a apresentação
de seus tenores e sopranos. O cenário é montado e
entram em cena os componentes da verde e branco apresentando este
belíssimo espetáculo que com movimentos e cores empolgam
a platéia.
Tudo começou ... na Europa que na segunda
metade do século XVIII vivia os tempos modernos da indústria:
mais capital, maior produção e conseqüentemente
mais mercados. Uma disputa entre os capitalistas ingleses e franceses.
Napoleão Bonaparte, um governante, um obstinado, que tinha
como objetivo isolar a Inglaterra do restante do mundo. Entretanto,
com Portugal isso não era possível. A dependência
de Portugal com a Inglaterra era inclusive através de tratados
comerciais. Por não ceder aos caprichos de Bonaparte, Portugal
foi invadido e Dom João embarcou rumo a colônia.
Mudava a história do Brasil, e em pleno ano
do bicentenário a Império da Tijuca traz essa grande
homenagem a quem primeiro fez o grande Carnaval carioca. Onde escravos,
nobres e burgueses misturavam-se numa grande celebração
de alegria.
O enredo para o Carnaval de 2008 tem como objetivo
principal apresentar esta parte da história brasileira enfocando
uma das grandes obras realizadas no período joanino –
O Jardim Botânico. Passaram-se duzentos anos e este cartão
postal da cidade foi eleito uma das sete maravilhas do Rio pelo
rico acervo científico, paisagístico, artístico
e arquitetônico.
SINOPSE DO ENREDO
G.R.E.S.E. IMPÉRIO DA TIJUCA
CARNAVAL 2008
ENREDO
“200 ANOS DA CORTE REAL, NOS JARDINS DA FAMILIA IMPERIAL”
1º SETOR – A Chegada da Família
Real
Ao chegar, à corte do príncipe regente
Dom João incluía nobres, ministros e militares, o
que mudou bastante a vida na província.
Houve uma redescoberta do Brasil com decretos e cartas régias
que mudaram de vez a situação da colônia, que
ao longo do tempo passou a reino.
2 º SETOR – A evolução
da Cidade Maravilhosa
Vieram da Bahia trazendo o luxo e a riqueza da corte
para o Rio de Janeiro. Em pleno mês de março foi uma
grande festa o povo encheu as ruas cantando, dançando e gritando
de alegria, um verdadeiro carnaval. Do Largo do Paço passando
pela rua do Rosário, o carioca orgulhoso recebia a corte
com o estandarte da cidade bem ao alto no meio do cortejo.
Foi uma época de abertura cultural, ainda que limitada à
elite. O amor de D. João pela Cidade Maravilhosa se intensificava.
3 º SETOR – O Jardim Real
No antigo engenho de cana-de-açúcar
foi construída a Fábrica de Pólvora e um jardim
de aclimação, com objetivo de aclimatar as especiarias
vindas das Índias Orientais. Encantado com a exuberância
da natureza local, D. João instalou um jardim que no mesmo
ano passou a se chamar Real Horto. E a abrigava as mais raras espécies
de plantas da flora brasileira e de outros países.
4 º SETOR – A Independência
Em 1821, D. João VI e os restantes da família
Real retornaram a Portugal, deixando D.Pedro como príncipe
regente do Brasil. No ano seguinte Portugal exigiu a sua volta,
mas ele decidiu ficar porque acreditava que colônia e metrópole
deveriam se separar. Deu-se então, início ao processo
de independência e em 1823 foi coroado Imperador do Brasil.
Entusiasta da natureza, o Real Horto passou a se chamar Real Jardim
Botânico e D. Pedro I abriu as portas ao público, nomeando
o seu primeiro diretor, Frei Leandro Sacramento, que ali realizou
importantes experiências e estudos botânicos.
5º SETOR – Da República aos dias
atuais
Passaram os anos e o Brasil virou República.
O local teve mais uma vez o seu nome mudado para Jardim Botânico
do Rio de Janeiro.
De República em República chegamos ao terceiro milênio
e as imponentes palmeiras imperiais encantam quem passa pela sua
entrada. Localizado entre a montanha do Corcovado e a Lagoa Rodrigo
de Freitas este santuário ecológico com lagos, caminhos,
uma enorme diversidade de flores, de plantas e uma infinidade de
pássaros convivendo com belas esculturas, edificações
e monumentos que foi tombado pelo Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional. Bromeliário,
Orquidário, Jardim Japonês e espaços reservados
para plantas medicinais e insetívoras compõem este
cenário. Não poderíamos deixar de falar das
belíssimas vitórias régias.
Além de visitas como as de Einstein, Rainha Elisabeth II
do Reino Unido a corte imperiana homenageia a família Real
nesse Carnaval pelo seu legado e a essa obra que por uma vez visitada,
jamais será esquecida.
se passaram duzentos anos...
ROTEIRO DO DESFILE
Setores da Escola
1o SETOR
Nome: BRASIL COLONIA
Uma fase de transformação no cenário sócio-político
e econômico do Brasil.
Numeração das alas: 01, 02, 03, 04, 05.
2o SETOR
Nome: A EVOLUÇÃO DA CIDADE MARAVILHOSA
O Rio de Janeiro nunca mais foi o mesmo após a transmigração
da família Real.
Numeração das alas: 06, 07, 08, 09, 10, 11.
3o SETOR
Nome: JARDIM REAL
Um dos dez mais importantes do gênero no mundo é considerado
um verdadeiro santuário ecológico.
Numeração das alas: 12, 13, 14, 15, Primeiro casal
de Mestre-sala e Porta-bandeira, 16, 17, 18, 19.
4o SETOR
Nome: A INDEPENDÊNCIA
A antiga colônia se tornava um verdadeiro centro da monarquia.
Numeração das alas: 20, 21, Segundo casal de Mestre-sala
e Porta-bandeira.
5º SETOR
Nome: DA REPÚBLICA AOS DIAS ATUAIS
Nossa fase atual, mas, ironicamente foi no período republicano
que o jardim da realeza entrou na sua era mais rica, retomou o papel
de centro pesquisas.
Numeração de alas: 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29.
ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas
Figurinista(s): SANDRO GOMES
Nº Nome da Fantasia Nome da ala Descrição Responsável
pela ala
A transmigração da realeza Comissão de Frente
Del
1 O cortejo de chegada Compostos por escravos, nobres e burgueses
que festejavam em ritmo de Carnaval a chegada da família
Real. Alexandre
2 A corte do príncipe regente Comunidade Com vestes altamente
elaboradas, retratada nas telas de Debret, a corte do príncipe
regente se apresenta composta por ministros, militares e nobres.
3 Decretos e Cartas Régias Comunidade A fantasia carnavaliza
os documentos do período joanino. Destaque para o resplendor
em forma de pergaminho.
4 O luxo e a riqueza da corte
Comunidade A alta sofisticação da fantasia é
complementada pelos utensílios trazidos pela corte, como:
pratarias, cristais, perfumes...
5 As Especiarias Baianas Giram as mães baianas imperianas
em tons de ouro representando as especiarias vindas das Índias
Orientais. Dona Cristina
6 Missão Francesa Comunidade Formada por um grupo composto
de artistas variados, convidados por D.João VI, que era um
amante das artes.
A fantasia de época retrata a pompa dos trajes europeus.
7 Academia Imperial de Belas Artes Comunidade A fantasia multicolorida
é composta por materiais utilizados na realização
de obras de arte, como: pincéis, aquarelas, tintas e telas.
8 Banco do Brasil Comunidade Em tons de branco e ouro, a fantasia
é adereçada com moedas douradas que representam o
Banco do Brasil.
9 Biblioteca Real Comunidade Adornadas por livros a fantasia representa
os 60 mil volumes trazidos de Lisboa.
10 Imprensa Régia Comunidade Inicio da imprensa no Brasil.
A fantasia traz silkada, trechos de papéis oficiais e jornais
da época.
11 Escola Real de Medicina Comunidade Trajes originais, usados pelos
mestres da escola na época do Império.
12 Cana-de-açúcar Comunidade Por ter sido engenho
a fantasia que abre o setor destinado ao Jardim Botânico é
a cana-de-açúcar.
13 Fauna e Flora Comunidade A exuberância da natureza é
retratada nesta fantasia. Nas alamedas do Jardim é possível
visualizar a harmonia entre a flora e fauna.
14 Bromeliário Comunidade Em estufa a coleção
viva chama a atenção dos visitantes pela sua variedade
em tamanhos e cores.
15 Orquidário Comunidade É um espetáculo a
parte, que faz os visitantes ficarem sensibilizados por sua rara
beleza.
Revoadas de borboletas Primeiro casal de Mestre-sala e Porta-bandeira
O bailado do casal é de encantar. O casal compõe o
setor representando as borboletas que sobrevoam o Jardim significando
o belo, o delicado e o inatingível.
16 O canto dos pássaros Bateria Na avenida, os instrumentos
de percussão dão o tom à sinfonia e no jardim
ao som de curiós e sabiás o público fica fascinado.
Capoeira
17 Flores exóticas Passistas Em todo jardim existem flores
exóticas que são cultivadas pela sua floração
e para pesquisas. A cartela conta com uma gama de tons fortes como
fúcsia, tangerina, esmeralda e rosa.
18 Avencas e samambaias Comunidade Espalhadas pelo Jardim essas
plantas ornamentais são representadas aqui em diferentes
tons de verde.
19 Vitória-Régia Comunidade A maior lili aquática
do mundo embeleza
os lagos do Jardim.
20 Dragões da Independência Comunidade Os componentes
vestem uniformes, de base branca, estilizados, que remontam ao da
unidade militar criada no Império.
21 Café Comunidade A fantasia representa as lavouras cafeeiras
no período imperial.
Barões do Café – a nova aristocracia rural Segundo
casal de Mestre-sala e Porta-bandeira. O casal faz desse bailado
a mais bela realidade durante o reinado de Momo e do café,
e fecha o ciclo do Império.
22 Albert Einstein Crianças As crianças da Tijuca
hoje são cientistas. O ilustre Albert Einstein ficou deslumbrado
ao visitar o Jardim Botânico.
23 Rainha Elizabeth
Comunidade A realeza inglesa, na figura da Rainha Elizabeth, que
ficou impressionada ao visitar o Jardim.
24 Tom Jobim Comunidade Representa e relembra um dos mais importantes
autores de Bossa Nova que fez do Jardim Botânico seu parceiro.
A ala traz as teclas de um piano em sua fantasia.
25 Orquestras sinfônicas Comunidade A fantasia demonstra que
música e natureza se complementam, sendo o Jardim palco de
concertos musicais.
26 Patrimônio histórico Comunidade A fantasia é
inspirada nas edificações tombadas pelo IPHAN em 1937.
27 Turista Ecológico Comunidade Vestindo camiseta florida
e bermuda com uma máquina fotográfica pendurada essa
é a imagem universal do turista.
28 Maravilhas do Rio de Janeiro Comunidade A fantasia é uma
síntese da nossa cidade. As cores de nossa fauna, flora e
praias estão presentes. Destaque para o calçadão
de Copacabana.
29 Bicentenário do Jardim Botânico Comunidade Esta
ala une a sociedade brasileira em torno da história, em uma
comemoração única de pura emoção
– o Bicentenário da chegada da família e do
Jardim Real.
30 Velha Guarda Personalidades conhecidas e queridas pela comunidade
tijucana, carregam no sangue toda a tradição cultural
da nossa agremiação verde e branco.
ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias
Descrição das Alegorias
1o ALEGORIA
Nome: Culturas e Costumes da Realeza
Descrição: “O povo ao receber Dom João”
...
Se encanta com o luxo e as novidades trazidas pela realeza. O abre-alas
simboliza o marco inicial do Império que embalados na cadência
do samba recebem os convidados para a grande festa em um luxuoso
salão com vitrais, lustres, vasos. A coroa, símbolo
maior da realeza, compõe o cenário.
Autor: SANDRO GOMES
Principais destaques: Edílson (central alto) , Charles (central
baixo)
Número da ala anterior à alegoria: 01 - O CORTEJO
DE CHEGADA
2o ALEGORIA
Nome: A EVOLUÇÃO DA CIDADE
Descrição: “A cidade se renova, majestosa evolução”...
A intenção é apresentar as grandes obras realizadas
por D.João VI na capital do reino nesta segunda alegoria,
como: o Banco do Brasil, Academia de Belas Artes, a Biblioteca Real,
Escola de Medicina. Destaque para a grande escultura de D.João
VI e para as aquarelas de Debret que adornam a saia do carro.
Autor: SANDRO GOMES
Principais destaques: CELIO SANTOS (central alto)
Número da ala anterior à alegoria: 05 – AS ESPECIARIAS
(BAIANAS)
3o ALEGORIA
Nome: O JARDIM REAL
Descrição: “Jardim de beleza, perfume e sabor”...
A terceira alegoria transforma a Sapucaí num imenso paraíso
tropical com espécies variadas de plantas e animais abençoadas
por Ossain. O chafariz central e os bustos de D.João VI,
Frei Leandro Serpa Brandão, Cândido Baptista de Oliveira
...... , complementam o jardim.
Autor: SANDRO GOMES
Principais destaques: JULY JULY (central alto),
Número da ala anterior à alegoria: 11 – ESCOLA
REAL DE MEDICINA
4o ALEGORIA
Nome: ARES DA LIBERDADE
Descrição: “Cresce a raiz da liberdade”...
A quarta alegoria sintetiza uma importante tomada de decisão
no período do Império – a nossa independência.
A alegoria apresenta a figura de anjos que representam o sopro da
liberdade e na parte de trás uma réplica da estátua
eqüestre, monumento erguido na Praça Tiradentes.
Autor: SANDRO GOMES
Principais destaques Marcos ( central alto)
Número da ala anterior à alegoria: 19 – VITÓRIA-REGIA
5o ALEGORIA
Nome: BICENTENÁRIO
Descrição: “Coroado no meu carnaval”...
A quinta e última alegoria faz referência a contemporaneidade
e comemora o bicentenário desta grande obra conhecida mundialmente
pela sua beleza. Destaque para o portal da Solar da Imperatriz.
Autor: SANDRO GOMES
Principais destaques: JOÃOZINHO DE XANGÔ
Número da ala anterior à alegoria: 30 – VELHA
GUARDA
ROTEIRO DO DESFILE
Mestre Sala e Porta Bandeira
1o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Número da ala anterior ao casal: 15 - ORQUIDÁRIO
Nome do Mestre Sala: WASHINGTON LUIZ MACEDO CHAGAS
Nome da Porta Bandeira: JAÇANÂ OLIVEIRA
RIBEIRO DA SILVA
Nome da Fantasia: Revoadas de borboletas
Outras Informações:
O bailado do casal é de encantar. O casal compõe o
setor representando as borboletas que sobrevoam o Jardim.
2o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Número da ala anterior ao casal: 21 - CAFÉ
Nome do Mestre Sala: ALEX JUNIOR DA SILVA
Nome da Porta Bandeira: CARLA CRISTINA ROCHA DOS
SANTOS
Nome da Fantasia: BARÕES DO CAFÉ –
A NOVA ARISTOCRACIA RURAL
Outras Informações:
O casal faz desse bailado a mais bela realidade
durante o reinado de Momo e do café, e fecha o ciclo do Império.
SAMBA-ENREDO
Presidente da Ala dos Compositores: Sebastião
Autores do Samba-Enredo: Guilherme Sá, Pingo,
Jota, Cássia Novelli , Alípio Carmo, Professor Peixoto
e Zé Paulo.
Letra
G.R.E.S.E. Império da Tijuca
Carnaval 2008
Enredo:
200 Anos da Corte Real nos Jardins da Família Imperial
Despontou no horizonte
Veio de longe toda Família Real
As águas do mar da saudade
São lágrimas de Portugal
O povo ao receber dom João
Corteja, a euforia é geral
Se encanta com o luxo e a riqueza
No estandarte da alegria tem nobreza
A cidade se renova, majestosa evolução
A arte é semeada em nosso chão
Jardim de beleza, perfume e sabor
Um doce recanto, lugar sedutor
João semeou lindos florais
Na herança eternos palmeirais
Ao som de pássaros cantores
O Sol revela todas as cores
No despertar da natureza
Cresce a raiz da liberdade
Com esplendor na primavera
As flores dão adeus à majestade
Sopra, o vento abre as portas
Exala o cheiro do jasmim
E assim, todo o encanto da paisagem
Chama os visitantes pro jardim
A imagem da história
Régia vitória imperial
A corte deixou seu legado
Coroado no meu carnaval
Nome do Responsável pelo material:
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