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HISTÓRIA
DO G.R.E.S. IMPÉRIO SERRANO
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História todas as escolas de samba têm: foram
fundadas por uma pessoa ou por um grupo, enfrentaram dificuldades
no começo, cresceram, se firmaram, ganharam títulos...
Mas eu não conheço uma história mais
bonita que a do Império Serrano, porque ela está
ligada ao desejo de justiça, democracia e participação.
Tudo começou no Prazer da Serrinha. O nosso pessoal
saía nessa escola, comandada por Alfredo Costa. "Seu"
Alfredo era o dono, mandava e desmandava, e no carnaval de
46 chegou ao cúmulo de desprezar na hora do desfile
o samba Conferência de São Francisco, de Silas
de Oliveira e Mano Décio da Viola, que fora ensaiado
com antecedência e feito especialmente para "contar"
o enredo apresentado pela escola, o que na época era
novidade. "Seu"Alfredo cismou, de repente, de mandar
cantar um antigo samba de terreiro, No alto da colina, e o
resultado foi a péssima colocação da
escola, uma das favoritas naquele ano.
O nosso pessoal achou que era demais. Sebastião de
Oliveira, o Molequinho, com seus irmãos, compadres
e amigos, resolveu fundar uma escola de samba que fosse inovadora
em tudo. E principalmente na questão de ninguém
poder dar ordens que não admitissem discussão,
de ninguém ter de abaixar a cabeça mesmo sem
concordar. Adeus, seu Alfredo Costa. Adeus, Prazer da Serrinha.
Agora todo mundo vai poder opinar, todo mundo vai querer ser
ouvido: nascia o Império Serrano. Era 23 de março
de 1947.
Foi na casa da Dona Eulália, na Rua Balaiada, no coração
do morro da Serrinha, que a idéia de Molequinho se
tornou realidade: saiu reunindo num caderno as assinaturas
dos que o apoiavam.
O nome foi sugerido por ele,
mas na escolha das cores ele foi voto vencido - era, enfim,
a democracia que chegava - e prevaleceu a sugestão
do compositor Antenor, pintando de verde e branco o morro
da Serrinha, o subúrbio de Madureira e o carnaval carioca.
Para a existência da
nova escola foi fundamental o apoio e a experiência
de Elói Antero Dias, líder comunitário
de grande importância para a consolidação
da cultura brasileira em nossa cidade. Como seu genro João
de Oliveira, conhecido como João Gradim, irmão
de Molequinho e D. Eulália, foi o primeiro presidente
da nova agremiação, o Mano Elói, como
era chamado, não poupou esforços para que o
Império Serrano se impusesse, desde o primeiro momento,
como algo novo e diferente.
Mas ninguém poderia prever naquele instante que a escola
que nascia iria ser nove vezes campeã do carnaval carioca
e assumir uma importância cultural bem maior do que
simples resultados de desfiles.
O Império Serrano nasceu sob o signo da liberdade de
expressão, de opinião. E esta luta continua
até hoje. Todo mundo quer falar, todo mundo briga quando
algum candidato a déspota tenta calar a nossa voz.
A império-serranidade fala mais alto e ninguém
abaixa a cabeça, não. Por isso, nunca tivemos
um dono, ou patrono, fenômeno comum hoje em dia e que
ajudou tantas co-irmãs a crescerem.
Mas temos muitos donos: os sócios, os freqüentadores,
os torcedores, os admiradores desta linda história,
que a gente vai escrevendo a cada ano não sem dificuldades
- a democracia tem seu preço - mas com muita paixão,
que é coisa que não falta neste abençoado
pedaço de chão entre Madureira e Vaz Lobo.
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FICHA TECNICA
CARNAVAL 2008 - SINOPSE DO
ENREDO
" TAÍ, EU FIZ TUDO
PRA VOCÊ GOSTAR DE MIM"
G.R.E.S. IMPÉRIO SERRANO
Presidente administrativo: Humberto Soares Carneiro
Data da Fundação: 23 de março
de 1947
Cores: Verde e branco
Sede administrativa: Av. Ministro Edgar Romero,
114 - Madureira
Quadra de ensaios: Av. Ministro Edgar Romero, 114
- Madureira
Tel.: Quadra (21) 2489-8722 / 2489-5696
Enredo: “Taí, eu fiz tudo pra você
gostar de mim”
Carnavalesco(s): Márcia Lavia e Renato Lage
Autor(es) do enredo: Márcia Lavia e Renato
Lage
Bibliografia:
CASTRO, Ruy. Carmen. S. Paulo: Companhia das Letras,
2005.
CARDOSO Jùnior, Abel. Carmen Miranda, a cantora do Brasil.
Sorocaba: Edição particular, 1978.
NASSER, David. A vida trepidante de Carmen Miranda. 2. ed. Rio de
Janeiro: Ed. O Cruzeiro, 1966.
*Agradecimentos especiais ao Museu Carmen Miranda,
pela consulta ao acervo e orientação.
Diretor Geral de Harmonia: Marcão
Outros Diretores de Harmonia: Serginho, Ferreti, André, Everaldo,
Alfredinho, Leo Simpatia
Intérprete Oficial: Gonzaguinha
Outros Intérpretes: Jovaci, André Moreno, Vitor Cunha,
Gilmar PQD
Diretor Geral de Bateria: Mestre Átila
Outros Diretores de Bateria: Gilmar, Felipe, João Elis, Sidiclei,
Douglas, Eliezer, Walter, Betoven e Alan
Total de componentes: 260
Presidente da Ala das Baianas: D. Eni
Total de componentes: 100
Ala das Crianças:
Responsável: Maria Célia
Total de componentes: 80
Galeria Velha Guarda
Presidente: Sr. Mazinho
Total de Componentes: 80
Outras informações:
Departamento de Carnaval
Vice-presidente de Carnaval: Rachel Valença
Diretor Geral de Carnaval: Waltinho Honorato
Comissão de Carnaval:
Angélica Diniz
Antônio Latorre
Carlos Pereira
Eduardo Schrch Filho (Xuxu)
Fábio França
Fabrício da Cruz
Gerson Tavares
Jener Tonasso
José Paulo Tarlé (Piu-Piu)
Leandro Cardoso
Luciano Vargem
Moisés Almeida
Paulo Roberto Elias
Vitor Monteiro
JUSTIFICATIVA DO ENREDO
Aos 60 anos de existência, o Império
Serrano leva para a Avenida a
trajetória de Carmem Miranda, artista que tanto nos encantou.
Nestes anos de glórias, de lutas e sobretudo de muita resistência,
o I
mpério sempre se manteve ligado aos temas que contam a história
do Brasil.
A própria história da nossa verde-e-branco, nascida
em pleno contexto
da redemocratização do país, é um grito
de liberdade, palavra imperiosa
na sua conta, de escola de samba sem “dono”, aguerrida
e elegante,
sabedora do seu papel na história do samba e consciente de
seu lugar
e posição na cultura do nosso país.
E taí Carmem Miranda, que fez tudo para que gostassem dela,
e conseguiu.
Caiu no gosto popular quando o rádio ainda engatinhava: ela
acertou em
cheio. Carmem interpretou canções que pareciam complementar
uma necessidade, já que preenchiam um espaço lúdico
e vital que o
povo brasileiro trazia consigo e que sua arte trouxe à superfície.
Com seu apelo sensual e sua espontaneidade adquirida na vivência
das
ruas do centro do Rio de Janeiro, a voz de Carmem parecia portar
a sua
própria imagem, um fenômeno explosivo que “ bombou”
nas ondas do
rádio e se tornou a primeira cantora campeã de vendas
de discos no Brasil.
Aos vinte anos já despontava sua estrela. Carmem firmou um
repertório
que se tornaria referência nacional. Foram canções
que se fixaram no
imaginário do brasileiro e são recorrentes nos nossos
motivos de festa,
de tristezas, de deboche e de exaltação, canções
sem as quais
o Brasil teria incompleta sua identidade.
A figura da baiana, definitivamente associada à imagem de
um Brasil
ideal para uns ou pouco provável para outros, tornou-se uma
marca.
Marca de exportação em que Carmem imprime uma visão
da Bahia,
com o auxílio luxuoso de Dorival Caymmi e a formatação
carioca
que ela soube muito bem desenvolver, ganhando o mundo.
Mundo que se temperou como ela descreve com suas próprias
palavras:
“Vou botar tempero no gosto e no “gôto”
daquela boa gente(...).
Nos meus números não vai faltar nada: canela, pimenta,
dendê, cominho(...).
Vou levando vatapá, caruru, mungunzá, balangandãs,
acarajé(...).”
E, não contente com isso, Carmem cutuca: “E vão
comigo seis
baianas repenicadas, isto é, vou levar seis fantasias representando
a gente do Bonfim... Mandei caprichar nesses trajes da nossa terra.
Tenho feito tudo para que a música e a baiana sejam uma bomba
por
aquelas bandas.”
Carmem salta para outra esfera, o cinema americano, o mercado
mundial, a política da boa vizinhança, dólares,
dores, fama, solidão.
Pagou um preço, mas não arredou o pé, seguiu
em frente com um
profissionalismo inegável, sacolejando sempre nossos balangandãs
e
legitimando o samba como música nacional, recebendo o merecido
título de Embaixatriz do Samba.
E em matéria de samba o Império Serrano é soberano.
Sempre
irradiando canções, verdadeiras pérolas, patrimônio
nosso que atravessa
o tempo e se perpetua, assim como as canções que Carmem
Miranda
eternizou. Daí o elo inevitável de duas forças
que se complementam
no cenário artístico nacional. Império Serrano
e Carmem Miranda mais
uma vez unidos, caminhando contra o vento dos modismos, a favor
da
beleza e das coisas genuínas, escrevendo mais uma página
da história,
elevando a alegria que alegoriza a vida e personagens decorrentes.
Acenando para a estrela ascensionada que ela sempre foi e será,
pleiteando agora que seu brilho possa refletir mais uma vez na coroa
de nossa bandeira, que tanto anseia por brilhar novamente, voltando
ao lugar merecido no pódium do mundo chamado samba.
SINOPSE DO ENREDO
TAÍ, EU FIZ TUDO PRA VOCÊ GOSTAR DE
MIM (A Era do Rádio)
Carmem se beneficiou do rádio, embora esse apenas engatinhasse,
e timidamente abria espaço para a música popular buscando
um encontro com ouvintes.
Dos 21 aos 29 anos, entre 1930 e 1939, fora a maior estrela brasileira
do disco, do rádio, do cinema, dos palcos e dos cassinos
e recordista em gravações. Com sua incrível
expressividade, saltava das canções, tornando-se “presente”,
“viva” para quem a ouvisse.
Com ela o carnaval e o samba se tornaram símbolos de nosso
país. Carmem descobrira a alegria brasileira.
Em 1930, Taí (Pra Você Gostar de Mim) vendeu 35 mil
discos em um ano! E em seis meses de carreira Carmem torna-se a
“Rainha do Rádio”.
O QUE É QUE A BAIANA TEM?
Antes de migrar para a indústria do disco, para o rádio
e o cinema e tornar-se canção popular nacional, a
música popular carioca passou pelo reduto das casas das tias
baianas. A presença da baiana torna-se constante na vida
da cidade.
Invadem os bailes do Teatro Municipal do Rio e segundo a própria
Carmem (...) marinheiros e baianas eram fantasias proibidas por
serem vulgares demais.
Mas Carmem através do cinema norte-americano abre espaço
para popularizar a figura da baiana em nosso carnaval.
CASSINO DA URCA
No sobe-e-desce das orquestras sempre a tocar, emolduradas pelo
clima art déco e cercada de black-ties (traje obrigatório
nos sábados), regados a champanhe grátis e ornamentado
por orquídeas, assim era o clima dos cassinos. Carmem cantou
em vários deles, mas foi no Cassino da Urca que ela marcou
época e alçou vôo para a América.
“TO BROADWAY FROM SOUTH AMERICAN WAY”
Seis minutos no palco da revista Streets of Paris foi o que Carmem
precisou para conquistar a Broadway. O sucesso alcançado
nos night clubs de Nova York foi o passaporte natural para o cinema
e as televisões dos EUA. Carmem torna-se a personalidade
brasileira que invade esse universo e lidera um seleto grupo de
destaque em Hollywood, onde realizou cerca de 14 filmes.
“YES, NÓS TEMOS O SAMBA!”
Carmem era o exemplo de alegria, otimismo e felicidade transbordantes
preconizados no carnaval, na festa permanente.
Ainda hoje quando se fala de Brasil no exterior ela é lembrada
e o samba vem de carona, provando que não há ditames
quando se quer expressar um povo, uma nação. O samba
é a “cola” que nos une, que nos “linka”
com outras nações e é capaz de transcodificar
o que há de mais genuíno em nossa essência luminosa
que, quando “toca”, faz brilhar o coração
de quem possa apreciá-lo e ouvi-lo.
“O pandeiro do samba, tamborim de bamba” continuará
a ecoar em todas as épocas em nosso imaginário, em
nossos corações.
Que assim seja.
ROTEIRO DO DESFILE
Setores da Escola
1o SETOR
nome: A ERA DO RÁDIO
numeração das alas: 01 a 06
2o SETOR
nome: O QUE É QUE A BAIANA TEM?
numeração das alas: 07 a 11
3o SETOR
nome: CASSINO DA URCA
numeração das alas: 12 a 15
4o SETOR
nome: IN SOUTH AMERICAN WAY
numeração das alas: 16 a 20
5o SETOR
nome: YES, NÓS SOMOS O SAMBA
numeração das alas: 21 a 25
ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas
Figurinista(s):
Nº Nome da Fantasia Nome da ala Descrição Responsável
pela ala
Comissão de Frente
1 Pierrô Comunidade Alusiva à marcha Pierrô apaixonado
Departamento de Carnaval
2 Arlequim Quem sabe sou eu Figuras tradicionais do carnaval Lívia
Menezes
3 Balancê Ala dos Devotos Alusiva à marcha do mesmo
nome, gravada por Carmen Inês Valença
4 Alô Alô Carnaval Ala das Crianças A alegria
das marchinas carnavalescasl Maria Célia
5 Piratas Heróis da Liberdade Alusiva à marcha Pirata
da Perna de Pau Cosme Dantas
6 Cantores do Rádio Ala das Feras Alusiva à marcha
do mesmo nome, gravada por Carmen Eulina da Costa
7 O que é que a baiana tem? Ala das Baianas Homenagem à
Bahia D. Eni
8 Balangandãs Ala Ricca Alusiva a um dos elementos mais importantes
do clima baiano de Carmen Ricardo Wandeveld
9 Lavagem do Bonfim Ala das Baianinhas Baianinha curta, uma tradição
da escola Bruno Teté
10 Senhor do Bonfim Balanço e Alegria Walter paraná
11 Candomblé Bateria Representação de Ogun,
orixá protetor do Império Serrano Mestre Átila
12 É de trampolim Comigo Ninguém Pode Contém
elementos dos jogos deazar praticados nos cassinos Marly da Costa
13 Trinca Sente a diferença Mistura de jogos de azar e espetáculo
Tereza Cerqueira
14 Quadra Ala dos Remédios Mistura de jogos de azar e espetáculo
Jorge dos Remédios
15 Coristas Quem Quiser Pode Vir Representa os tradicionais coristas
dos shows em Cassinos Reinaldo Fernandes
16 Broadway Representa o esplendor da Broadway
17 Ruas de Paris Família Imperial Homenagem à música
Streets of paris, sucesso fulminante de Carmen no exterior Sérgio
Roberto Costa
18 Paducah A Noite é Nossa Inspirado no traje usado pelo
Bando da Lua no filme do mesmo nome Maurício Costa
19 Touradas em Madri Quem Não é Não se Mistura
Alusiva à marchinha do mesmo nome Marivaldo
20 Mamãe eu quero Ala do Grilo Alusiva à marchinha
do mesmo nome Dulcinéa Ribeiro
21 Imperianos Vila da Penha Homenagem à escola que homenageou
a Pequena Notável em 1972 Humberto Carneiro
22 Banda de Ipanema Amizade Jurema Batista
Grupo Embaixada das Caricatas Embaixada das Caricatas Fantasia livre,
em homenagem ao apreço da comunidade gay à Pequena
Notável Adagoberto
23 Raízes da África Ala Coreografada da Serrinha Homenagem
à negritude, marca distintiva do Império Serrano Gerson
Tavares
24 Ala dos Compositores Homenagem à elegância imperiana
Chupeta
25 Velha Guarda Homenagem à tradição imperiana
Sr. Mazinho
ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias
Descrição das Alegorias
1o ALEGORIA
Nome: A Era do Rádio
Descrição: Carro em estilo art déco,
que reúne elementos da época de ouro do rádio:
o gramofone, o disco 78 rpm e o aparelho de rádio.
Autor: Renato Lage / Márcia Lavia
Principais destaques: Neste carro Carmen Miranda
será representada pela atriz Miriam Pérsia, que desfilou
como uma das figurações de Carmen em 1972 e nestes
36 anos nunca deixou de desfilar na escola. Esta é a forma
de homenagear suaconstante participação na agremiação.
número da ala anterior à alegoria:
Ala 01
2o ALEGORIA
Nome: O que é que a baiana tem
descrição: Carro alusivo ao estereótipo
criado por Carmen Miranda sobre a figura da tradicional baiana,
que a acompanhou durante toda a sua trajetória artística.
Ele traz todos os elementos representativos da Bahia, na arquitetura,
na religião, na cultura, como homenagem ao estado do Brasil
que nos legou as mais caras tradições de ancestralidade.
Nele Carmen Miranda será representada por um gigantesco busto
em escultura de Poggi, um dos mais renomados artistas do carnaval
carioca.
Autor: Renato Lage / Márcia Lavia
Principais destaques: Não há. Os elementos
de composição são todos jovens componentes
do Império Serrano, oriundos do Morro da Serrinha, seu berço.
número da ala anterior à alegoria:
Ala 07
3o ALEGORIA
Nome: Cassino da Urca
descrição: Mostrará o luxo
e o esplendor dos cassinos, principal vitrine dos grandes artistas
da época. Homenagem ao palco dos primeiros sucessos de Carmen
no show-business.
Autor: Renato Lage / Márcia Lavia
Principais destaques: Ana Cristina, representando
Carmen em traje de baiana, que a imortalizou.
número da ala anterior à alegoria:
Ala 13
4o ALEGORIA
Nome: In South American Way
descrição: Alusivo à carreira
internacional de Carmen Miranda, o carro apresenta características
do luxo dos espetáculos da Broadway.
Autor: Renato Lage / Márcia Lavia
Principais destaques:
número da ala anterior à alegoria:
Ala 19
5o ALEGORIA
Nome: Yes, nós temos o samba
descrição: Carro tropicalista, onde
o símbolo da escola – a coroa – se mistura aos
balangandãs, guias, frutas e outros elementos de brasilidade,
inserindo o Império Serrano no clima desta segunda homenagem
à grande cantora, dando início às comemorações
do centenário de seu nascimento.
Autor: Renato Lage / Márcia Lavia
Principais destaques: Paulo Santi, representando
o Carnaval. Grandes baluartes do Império Serrano emprestarão
seu prestígio a esta homenagem.
número da ala anterior à alegoria:
Ala 24
ROTEIRO DO DESFILE
Mestre Sala e Porta Bandeira
1o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Número da ala anterior ao casal: virão
abrindo o desfile, logo após a comissão de frente
Nome do Mestre Sala: Charles
Nome da Porta Bandeira: Danielle do Nascimento
Nome da Fantasia: Figuras tradicionais do carnaval
Outras Informações:
2o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Número da ala anterior ao casal: 18
Nome do Mestre Sala: Diego Machado
Nome da Porta Bandeira: Rafaela
Nome da Fantasia: “Eu fui às touradas
em Madri”
Outras Informações:
SAMBA-ENREDO
Presidente da Ala dos Compositores: Chupeta
Autores do Samba-Enredo: MARCÃO, MARCELO
RAMOS, VANDO DINIZ, CHUPETA, HENRIQUE HOFFMANN, WILLIAM BLACK, NATO
E ZÉ PAULO
Letra
Luz, divina luz,
Eu quero ouvir o seu cantar
IMPÉRIO SERRANO é samba,
É Carmen Miranda, é popular
Pequena Notável, de ti eu sou fã
Oh! Deusa dos balangandãs
Na imensidão de um sonho
Viajei na fantasia
No rádio, no cinema, nos cassinos deu um show
A fina flor da boemia
No tabuleiro da baiana tem
Tem requebrado, tem quitute, tem amor
E nesta festa vou sambar também
Com pandeiros, tamborins e agogôs
Sua voz ecoa pelo ar
Ao som de lindas marchinhas
Seu nome atravessou fronteiras
Um buquê de poesias
Se internacionalizou –“Samba ioiô”
Fez o Tio Sam sambar –“Samba iaiá”
Estrela que brilha, tu és maravilha
Num lindo céu azul anil
A portuguesinha que virou rainha
Orgulho deste meu Brasil
Meu IMPÉRIO outra vez
Vem no balanço do seu coração
Eu sou verde-e-branco com muito orgulho
Sou emoção
Rachel Teixeira Valença
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Nome do Responsável pelo material:
___________________________________ ___30__/_11___/_2007____
Assinatura Data
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