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HISTÓRIA
DO G.R.E.S. ESTACIO DE SÁ
A Estácio de Sá tem hoje um contingente de aproximadamente 4 mil pessoas e uma excelente bateria, onde sobressaem os tamborins. Os componentes da Estácio de Sá são, em sua maioria, da Cidade Nova, Saúde, Morro da Favela, Gamboa, Catumbi, Morro da Providência, Estácio e Morro de São Carlos.
A Estácio de Sá nasceu da fusão das mais tradicionais escolas de samba existentes no morro de São Carlos: Paraíso das Morenas, Recreio de São Carlos e Cada ano sai melhor.
Fundadores: Miro (primeiro Presidente), Caldez, Cândido Canário, Sidney Conceição, Zacharias do Estácio, José Botelho, Maurício Gomes da Silva, Walter Herrice, Manuel Bagulho entre outros. Suas cores primitivas eram azul e branco, passando a vermelho e branco a partir de 1965. O nome inicial da escola era Unidos de São Carlos. Somente a partir de 1983 é que passou a chamar-se Estácio de Sá, o que, afinal, conciliaria os ajustes.
Desfilando no Grupo 1, obteve sua melhor classificação, antes do campeonato, em 1987, quando conquistou o 4° lugar com o enredo Ti-ti-ti do Sapoti. Dando continuidade a um tipo de enredo satírico, descontraído, nas conseqüente, a Estácio apresentou, em 1988, O boi dá bode e em 1989, Um, dois, feijão com arroz. Os três de autoria de Rosa Magalhães. |
FICHA TECNICA
CARNAVAL 2008 - SINOPSE DO
ENREDO
"A
História do Futuro "
Justificativa
Do futuro, só sabemos que
ele virá. Do presente temos um conhecimento relativamente
confuso, se não, totalmente distorcido, já que estamos
dentro dele e que se trata de uma realidade em transformação,
de êxitos incertos. A única certeza reside no passado,
única fase realmente imutável da nossa existência.
Podemos remevê-lo, esquecê-los, mas não apagá-lo.
Podemos fragmentá-lo, disfarçá-lo, porém,
jamais modificá-lo.
Contudo, não vivemos senão,
projetados no nosso futuro. Quase nunca pensamos no presente e quando
o fazemos, não é mais do que para nos dar indicações,
acerca de como dispor do nosso futuro. Portanto, passado e presente,
não passam de instrumentos para condicionar a única
realidade que realmente nos interessa, ou seja, a futura. No fundo,
no fundo, nós não vivemos, mas, esperamos viver. Desde
o passado mais remoto, o que nos reserva o porvir é uma preocupação
constante, e esta obsessão em conhecer o futuro se tornou
nossa estrela guia.
Das profetisas da Antiguidade, até
os nossos dias reconstruiremos a história do que foi dito
e escrito nos séculos, sobre o futuro destino do homem.
Faremos uma viagem apaixonante,
pelo mistério insondável das artes divinatórias,
que inclui entre suas etapas mais significativas a civilização
dos Caldeus, os primeiros grandes investigadores das estrelas, e
tentaremos decifrar os números ocultos da Grande Pirâmide.
Passaremos pelas profecias bíblicas e o Apocalipse de São
João; mergulharemos no universo da Inquisição
Medieval e a feroz caça às Bruxas; conheceremos as
Centúrias de Nostradamus e a sua força premonitória
e, finalmente, este viagem chegará ao Brasil, terra mística
e abençoada, local onde todas as artes divinatórias
se encontram e se misturam no enorme caldeirão da cultura
popular.
Contar a história da busca
humana em desvendar o futuro é também uma maneira
de desmistificar a afirmação que o "futuro a
Deus pertence", para reafirmarmos que, em tempos de "livre
arbítrio", o futuro a cada um de nós pertence;
e modificá-lo para pior ou para melhor é nossa responsabilidade
única e intransferível. Um feliz novo amanhecer para
todos nós.
Cid Carvalho
Sinopse
Vem, oh imponente leão! reluzente
como o sol regente, iluminar as antigas civilizações.
Deixa a tua morada que é
a quinta casa zodiacal e, hoje, da Lua e das estrelas, as tuas guias.
E assim, nos releve os segredos do futuro.
Saudai a Mesopotâmia, senhora
de tantos séculos, berço da astrologia; saudai também
a mística civilização dos Caldeus, herdeiros
de tão bondosa mãe, senhora das estrelas, porque dentre
todos foram os primeiros a decifrar os mistérios dos céus.
Marca o teu caminhar com o fogo
da descoberta e transponha a soleira do desconhecido para nos guiar
por areias escaldantes e misteriosas, em direção à
Grande Pirêmide e, ao encontrar a bíblia de pedra onde
repousa o antigo Faraó, clareia a nossa visão como
um oásis de sapiência para interpretar este oráculo
monumental.
Transfigure-se em iluminado espírito
para louvar o Leão da tribo de Judá, o próprio
Cristo rei, filho "daquele", que confiou ao apóstolo
João, as mensagens apocalípticas revelando o fim para
os ímpios e o recomeço do mundo para os de bons corações.
Que os teus rugidos revestidos de
majestade e autoridade possa ecoar na penumbra medieval como prenúncio
da verdade e da justiça contra o cruel fogo da inquisição
que transformou gente em cinzas em rituais macabros e satânicos.
E que, dessa forma se apaguem definitivamente as labaredas da intolerância
que teimam em se manter acesas em corações endurecidos,
triunfando assim, a chama da verdadeira fé.
E renasça majestosamente
clássico destas cinzas que te envergonham, qual a mitológica
Fênix, e transforme a intolerante injustiça eclesiástica
em sagrado fermento, a expandir a arte profética para todos
os cantos e lugares habitados.
E, ao se banhar nas águas
da Renascença, aromatizadas com as essências da nova
arte e da nova ciência, banhe da mesma forma os corredores
e os nobres salões da corte de Catarina de Médicis;
mas, acima de tudo banhe os corações da nobreza com
a seiva da arte divinatória e visionária de Nostradamus.
E, se ainda assim, sem peso algum
de consciência, insistiram em enviar, por assim dizer, as
infortunadas bruxas em degredo para o novo mundo condenadas por
feitiçarias é porque naquele lugar tinha uma profecia
para se fazer cumprir.
É somente prestar atenção
no movimento das saias, na vitalidade da música, e na alegria
da dança, para entender que tudo estava escrito na palma
da mão.
Seria apenas coincidência
que, o povo deste mundo chamado novo, também já dançava,
cantava e interrogava os astros celestes e amuletos como faziam
os antigos profetas da Mesopotâmia, desejando decifrar o que
lhes reservava o tempo desconhecido?
E o que dizer da diáspora
africana que fez aportar nestas praias a magia do continente negro
com seus tambores de transe, o jogo divinatório de seus búzios
e a incorporação dos ancestrais orixás?
Finalmente, imponente leão,
abençoe o Brasil, este terreiro tropical, onde se fundem
ingredientes mágicos desde a aurora de seus tempos, misturados
no grande caldeirão cultural desta pátria mãe
gentil de todas as manifestações divinatórias.
Abençoe da mesma forma esse
povo mestiço, suas crendices, suas mandingas e adivinhações.
Porque hoje, a minha escola vai
desfilar e, antes de ir pra Avenida, eu vou mesmo é naquela
velha benzedeira e fazer uma simpatia para confirmar.
E à noite quando a sirene
tocar, com o pé direito na avenida eu vou entrar; firmar
e bater cabeça pro meu orixá, saravá.
Eu tenho fé e acredito que
as cartas daquela moça jamais irão errar.
E nesse carnaval, não vai
dar pra ninguém, é a minha querida Estácio
que irá ganhar!
Cid Carvalho (carnavalesco)
G.R.E.S. ESTACIO DE SÁ
Presidente administrativo: LILIAN CRISTINA MARTINS
MAIA
Data da Fundação: 27/02/1955
Cores: VERMELHO E BRANCO
Sede administrativa: Av. Salvador de Sá 206
– Estácio – Cidade Nova
Quadra de ensaios: Av. Salvador de Sá 206
– Estácio – Cidade Nova
Tel.:021(xx)2293-8330 / 21 9137-1433
Enredo: A História do Futuro
Carnavalesco(s): Cid Carvalho
Autor do enredo: Cid Carvalho
Bibliografia:
Bíblia – Editoração: Alfalit Brasil.
As Profecias da Pirâmide – Autor: Max Toth – Editora:
Record.
A História do Futuro – Autor: David A. Wilson –
Editora: Ediouro.
As Grandes Profecias – Autor: Franco Cuomo – Editora:
Bom Texto.
As Duas Órbitas da Terra – Fenômeno Cósmico
do Destino – Autor: Edgar P. da Silva Editora: Litteris.
Sites Especializados.
Diretor Geral de Harmonia: Edvaldo Fonseca
Outros Diretores de Harmonia:
Intérprete Oficial: Serginho do Porto
Outros Intérpretes: Roberto/Joãozinho/ Da - latinha
/ Marcelo / Binho / Talarico.
Diretor Geral de Bateria: Mestre Esteves
Outros Diretores de Bateria: Luisinho, China, Beto e Reginaldo.
Total de componentes: 255
Presidente da Ala das Baianas: Tia Maria Luiza.
Total de componentes: 85
Ala das Crianças:
Responsável: Amanda
Total de componentes: 60
Galeria Velha Guarda
Presidente: Nelson
Total de Componentes: 70
Outras informações:
Presidente da ala dos Compositores: Edson Marinho
Total de componentes: 70
Rainha de Bateria: Alessandra Gomes Mattos
Coreógrafo das Alegorias:
Fabio de Mello
Elaboração e roteiro do Desfile:
Marcos Aurélio Fernandes “Marquinhos”
- Cid Carvalho
JUSTIFICATIVA DO ENREDO
Do futuro só sabemos que ele virá.
Do presente temos um conhecimento relativamente confuso, se não
totalmente distorcido, já que estamos dentro dele e que se
trata de uma realidade em transformação, de êxitos
incertos. A única certeza reside no passado, única
fase realmente imutável da nossa existência. Podemos
removê-lo, esquece-lo, mas não apagá-lo; podemos
fragmentá-lo, disfarçá-lo, jamais modificá-lo.
Contudo não vivemos senão projetados no nosso futuro.
Quase nunca pensamos no presente e quando o fazemos, não
é mais do que para nos dar indicações acerca
de como dispor do nosso futuro.
Portanto passado e presente não passam de instrumentos para
condicionar a única realidade que realmente nos interessa,
ou seja, a futura. No fundo, no fundo nós não vivemos,
mas esperamos viver.
Desde o passado mais remoto, o que nos reserva o porvir é
uma preocupação constante e esta obsessão em
conhecer o futuro se tornou nossa estrela guia.
Das profetisas da Antiguidade até os nossos dias reconstruiremos
a história do que foi dito e escrito nos séculos sobre
o futuro destino do homem.
Faremos uma viagem apaixonante pelo mistério insondável
das artes divinatórias, que inclui entre suas etapas mais
significativas a civilização dos Caldeus, os primeiros
grandes investigadores das estrelas e tentaremos decifrar os números
ocultos da Grande Pirâmide; passaremos pelas profecias bíblicas
e o Apocalipse de São João; mergulharemos no universo
da Inquisição Medieval e a feroz caça às
Bruxas; conheceremos as Centúrias de Nostradamus e a sua
força premonitória e finalmente esta viagem chegará
ao Brasil, terra mística e abençoada, local onde todas
as artes divinatórias se encontram e se misturam no enorme
caldeirão da cultura popular.
Contar a histórica busca humana em desvendar o futuro, é
também uma maneira de desmistificar a afirmação
que “o futuro a Deus pertence” para reafirmarmos que,
em tempos de “livre arbítrio”, o futuro a cada
um de nós pertence e modificá-lo para pior ou para
melhor é nossa responsabilidade, única e intransferível.
Um feliz novo amanhecer para todos nós!
SINOPSE DO ENREDO
Vem, oh imponente leão, reluzente como o
sol regente, iluminar as antigas civilizações.
Deixa a tua morada que é a quinta casa zodiacal e hoje nos
conduza com a sua destemida confiança para desvendar os mistérios
das profecias milenares.
E ao reverenciar este céu como um divino mapa, faça,
hoje, da Lua e das estrelas as tuas guias e assim nos revele os
segredos do futuro.
Saudai a Mesopotâmia, senhora de tantos séculos, berço
da astrologia, saudai também a mística civilização
dos Caldeus, herdeiros de tão bondosa mãe, senhores
das estrelas, porque dentre todos foram os primeiros a decifrar
os mistérios dos céus.
Marca o teu caminhar com o fogo da descoberta e transponha a soleira
do desconhecido para nos guiar por areias escaldantes e misteriosas,
em direção à Grande Pirâmide e ao encontrar
a bíblia de pedra onde repousa o antigo Faraó, clareia
a nossa visão como um oásis de sapiência para
interpretar este oráculo monumental.
Transfigure-se em iluminado espírito para louvar o Leão
da tribo de Judá, o próprio Cristo Rei, filho “Daquele”
que confiou ao Apóstolo João as mensagens apocalípticas,
revelando o fim para os ímpios e o recomeço do mundo
para os de bons corações.
Que os teus rugidos revestidos de majestade e autoridade possam
ecoar na penumbra medieval como prenúncio da verdade e da
justiça contra o cruel fogo da inquisição que
transformou gente em cinzas em rituais macabros e satânicos.
E que dessa forma se apaguem definitivamente as labaredas da intolerância
que teimam em se manter acesas em corações endurecidos,
triunfando assim a chama da verdadeira fé.
E renasça majestosamente clássico destas cinzas que
te envergonham, qual a mitológica Fênix, e transforme
a intolerante injustiça eclesiástica em sagrado fermento
a expandir a arte profética para todos os cantos e lugares
habitados.
E ao se banhar nas águas da Renascença, aromatizadas
com as essências da nova arte e da nova ciência, banhe
da mesma forma os corredores e os nobres salões da corte
de Catarina de Médicis; mas acima de tudo banhe os corações
da nobreza com a seiva da arte divinatória e visionária
de Nostradamus.
E se ainda assim, sem peso algum de consciência, insistiram
em enviar, por assim dizer, as infortunadas bruxas em degredo para
o novo mundo condenadas por feitiçaria, é porque naquele
lugar tinha uma profecia para se fazer cumprir.
É somente prestar atenção no movimento das
saias, na vitalidade da música e na alegria da dança,
para entender que tudo estava escrito na palma da mão.
Seria apenas coincidência que o povo deste mundo chamado novo,
também já dançava, cantava e interrogava os
astros celestes e amuletos como faziam os antigos profetas da Mesopotâmia,
desejando decifrar o que lhes reservava o tempo desconhecido?
E o que dizer da diáspora africana que fez aportar nestas
praias a magia do continente negro com seus tambores de transe,
o jogo divinatório de seus búzios e a incorporação
dos ancestrais orixás?
Finalmente, imponente leão, abençoe o Brasil, este
terreiro tropical, onde se fundem ingredientes mágicos desde
a aurora de seus tempos, misturados no grande caldeirão cultural
desta pátria mãe gentil de todas as manifestações
divinatórias.
Abençoe da mesma forma esse povo mestiço, suas crendices,
suas mandingas e adivinhações.
Porque hoje a minha escola vai desfilar e, antes de ir pra Avenida,
eu vou mesmo é naquela velha benzedeira e fazer uma simpatia
pra confirmar;
E à noite quando a sirene tocar, com o pé direito
na avenida eu vou entrar; firmar e bater cabeça pro meu orixá,
saravá;
Eu tenho fé e acredito que as cartas daquela moça
jamais irão errar.
E nesse carnaval, não vai dar pra ninguém, é
a minha querida Estácio que irá ganhar!
ROTEIRO DO DESFILE
Setores da Escola
Abertura
Nome:
No Passado, A Arte de Prever o Futuro
Numeração das alas:
Comissão de Frente
1o SETOR
Nome:
As Apocalípticas profecias Bíblicas.
Numeração das alas:
01 Baianas
02 Igreja Milenarista
03 Cavaleiro do Apocalipse Branco
04 Cavaleiro do Apocalipse Vermelho
05 Cavaleiro do Apocalipse Negro
06 Cavaleiro do Apocalipse Verde
07 Anjos, a Vitória do Bem
2o SETOR
Nome:
Inquisição, A Caça as Bruxas.
Numeração das alas:
08 Antigas Religiões (Baco)
09 Culto Pagão ao Sol (Bateria)
10 Sol (Passista)
11 Magos
12 O Gato Preto
13 A Coruja
14 O Sapo
15 As Bruxas
3o SETOR
Nome:
O Enigma de Nostradamus
Numeração das alas:
16 Revolução Francesa
17 Napoleão Bonaparte
18 Peixe Elétrico
19 Pássaro a jato
20 Os Horrores das Guerras
4o SETOR
Nome:
Brasil Caldeirão das Adivinhações
Numeração das alas:
21 Pajés
22 Culto ao Sol e a Lua
23 Zeladoras de Santo ( Baianinhas)
24 Oxalá
25 Ciganos
26 Jogos de Cartas
27 A Historia da Estácio de Sá (Velha Guarda)
28 Ala de Compositores
ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas
Figurinista(s):
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável
pela ala
Os Signos do Zodíaco. Comissão de Frente Na antiguidade
os babilônicos Criaram o horóscopo, a primeira tentativa
do homem em decifrar o futuro. Fabio de Mello
1 Profetisas da Antiguidade. Baiana Detentoras de
sabedoria milenar possuíam o poder de profetizar o futuro.
Tia Maria Luiza
2 Igreja Milenarista Comunidade Organização religiosa
que pregava o fim dos tempos no primeiro milênio. Marli
3 Cavaleiro do Apocalipse Branco Ala Sem Compromisso Simboliza a
invencibilidade. Julião
4 Cavaleiro do Apocalipse Vermelho Revolução Tem o
poder de fazer desaparecer paz na Terra. Edvaldo
5 Cavaleiro do Apocalipse Negro Comunidade Anuncia que sobrevirá
uma assustadora carestia. Viviane
6 Cavaleiro do Apocalipse Verde Turismo Simboliza a morte e é
possuidor do direito de exterminar um quarto dos habitantes da Terra.
Roberto Amaral
7 Anjos - A vitória do bem
Comunidade A vitória do bem sobre o mal e a redenção
dos homens de bom coração. Cristina
8 Antigas Religiões - Baco
Vipalu Culto pagão ao deus do vinho e da embriagues. Nancy
9 Culto Pagão ao Sol
Bateria Antigo Culto ao sol considerado pelos antigos uma divindade.
Esteves
10 Sol
Passista Antigo Culto ao sol considerado pelos antigos uma divindade.
Rose
11 Magos
Comunidade Antigos praticantes da arte profética considerados
bruxos pela igreja católica.
Marli
12 O Gato Preto
Badalo Forte Símbolo da bruxaria. Na idade média,
acreditava-se que os gatos pretos eram bruxas transformadas em animais.
Soca
13 A Coruja
Comunidade Símbolo da bruxaria.Por conhecer o mundo da luz
e das trevas, transmite o conhecimento de um para o outro.
Sandra
14 O Sapo
Catiço Símbolo da bruxaria. Está ligado à
simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar
e atributo dos mortos e de magia feminina.
Diva
15 Bruxa
Comunidade Antigas praticantes da arte proféticas condenadas
pela inquisição católica e queimadas em fogueiras.
Eurídice
16 Revolução Francesa Casal
Comunidade Uma das profecias de Nostradamus, astrólogo e
alquimista renascentista nascido em 1903 na França, famoso
pelo dom da vidência.
Patrícia
17 Napoleão Bonaparte
Água Viva O Anticristo, uma das profecias de Nostradamus.
Andréia
18 Peixe Elétrico
Brilhante Uma das profecias de Nostradamus, que antecipava a criação
dos submarinos.
Katarina
19 Pássaro a Jato
Tropicália Uma das profecias de Nostradamus, que antecipava
a criação dos aviões.
Toninho
20 Os Horrores das Guerras
Amar é Viver Nostradamus profetizou as grandes guerras mundiais.
Elcio
21 Pajé
Comunidade Primeiros habitantes do Brasil, os índios tinham
no pajé seu líder religioso capaz de prever o futuro.
Dulce
22 Culto ao Sol e a Lua
Amar é... Os pajés faziam à leitura do Sol
(coaraci)e da Lua (Jaci) na busca de decifra o destino da tribo
Paulo
23 Zeladoras de Santo
Baianinha Encarregadas pelos terreiros de culto aos orixás
africanos.
Marli
24 Oxalá
Comunidade Entidade suprema do culto africano capaz de ver através
dos búzios, o futuro.
Patrícia
25 Ciganos
Ciganos Povo de origem milenar enviados para o Brasil como degredados
pela inquisição, detentores de conhecimentos ancestrais
da arte proféticas.
Eliane
26 Jogos de Cartas
Comunidade Uma das praticas divinatórias mais conhecidas
e utilizadas pelos povos ciganos.
Cristina
27 A História da Estácio de Sá
Velha Guarda O passado, o presente e o futuro, reunidos através
da sabedoria acumulada através dos tempos.
Nelson
28 Ala de Compositores Compositores Departamento Musical Edson Marinho
ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias
Descrição das Alegorias
1o ALEGORIA
Nome:
No Passado, a Arte de Prever o Futuro.
Descrição:
Um imponente Leão, símbolo da Estácio de Sá
e um dos signos do horóscopo, conduz a Escola numa viajem
através da história da arte profética. Na parte
frontal da alegoria um mapa com signos do horóscopo simboliza
a primeira tentativa do homem em decifrar os céus e prever
o futuro.
Um Grande elefante central faz referencia a civilização
Indiana, onde se originou o Tarô que muitos acreditam tratar-se
de um sumario das quatro Ciências Herméticas: Cabala,
Astrologia, Alquimia e Magia. Nos quatro cantos da alegoria, esculturas
e bigas puxadas por cavalos representam antigas civilizações,
berços da arte profética: Grécia, Roma, China,
Egito.
Autor: Cid Carvalho
Principais destaques: Eliane Martins (Lendo as Estrelas
e decifrando o futuro).
número da ala anterior à alegoria:
Abertura - Comissão de Frente.
2o ALEGORIA
Nome:
As Apocalípticas Profecias Bíblicas
Descrição:
Desde que a literatura profética bíblica tomou forma
com a Igreja Antiga, as profecias apocalípticas se multiplicaram.
Inspirado nos relatos do Livro das Revelações do Apóstolo
São João, a alegoria representa a eterna luta entre
as “forças do bem” (luz e anjos) e as serpentes
malignas (trevas e purgatório), onde os pecadores seriam
castigados no fim dos tempos pelos Cavaleiros do Apocalipse,(parte
frontal), mensageiros da ira divina, enquanto os de coração
bondoso e puro seriam poupados e alcançariam à glória
eterna referenciando assim a vitória do bem.
Autor:Cid Carvalho.
Principais destaques:Ray Menezes (As Trevas) e Fabio
Aragão (A Luz)
número da ala anterior à alegoria:
07- Anjos, a vitória do bem.
3o ALEGORIA
Nome: Inquisição – A Caça
às Bruxas.
descrição:
Após a Igreja Católica ter sido formada e haver adquirido
poder, os costumes Pagãos foram vistos como uma ameaça
ao sistema religioso.
A alegoria representa um castelo Medieval, pois foi neste período
histórico que muitas mulheres acusadas de bruxaria pelo Tribunal
da Inquisição Católica, foram queimadas em
fogueiras em praça pública. As chamadas Bruxas simbolizavam
tudo que os católicos repugnavam: não acreditavam
no Deus cristão, eram fiéis as religiões pagãs
e realizavam rituais onde praticavam a arte profética.
Autor: Cid Carvalho.
Principais destaques: Marcelo Almeida (Bruxa Medieval)
número da ala anterior à alegoria:
15 – Bruxas.
ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias
4o ALEGORIA
Nome: O Enigma de Nostradamus.
Descrição:
Michel de Nostradamus foi um intelectual renascentista dedicado
à análise do conhecimento na pluralidade dos seus
aspectos: da Filosofia à Medicina, à Física,
às Literaturas de cada civilização, à
Magia, à Alquimia e à Adivinhação que
particularmente tornou-o famoso com a extraordinária difusão
das Centúrias, ou seja, o conjunto do seu “corpo profético”,
onde se podem colher circunstanciais alusões a fatos, coisas
e personagens ainda por vir no tempo.
A Alegoria traz referências a algumas de suas famosas profecias:
um tanque na parte frontal simboliza a visão profética
das grandes guerras mundiais, assim como peixes elétricos
e pássaros futuristas na parte central, antecipavam o surgimento
dos submarinos e aviões.
Fechando a Alegoria a figura de Nostradamus cercado por videntes
e pela figura mitológica de Fênix (que renasce das
cinzas) simboliza a vitória da arte profética renascentista
sobre a Inquisição Católica medieval.
Autor: Cid Carvalho.
Principais destaques: Rogério (Os Horrores
das Guerras)
número da ala anterior à alegoria:
20 – Os Horrores das Guerras.
5o ALEGORIA
Nome: Brasil, Caldeirão das Adivinhações.
Descrição:
Com o advento das grandes navegações ocorrido entre
os séculos XV e XVI, Portugal havia se tornado uma das maiores
potências do mundo conhecido e possuidor de inúmeras
colônias recém-descobertas que precisavam ser colonizadas.
O Brasil era uma dessas colônias e para cá, foram enviados
muitos degredados e entre estes, muitos eram condenados pela Inquisição
católica por heresia, bruxaria e falso misticismo. Foi dessa
maneira que os primeiros representantes do povo cigano pisaram em
solo brasileiro, trazendo a sua dança, a sua alegria e a
sua arte profética.
Mais adiante com o tráfico de escravos africanos chegou o
culto aos Orixás e a leitura do futuro através do
jogo dos búzios.
Da figura central na cor branca representando Oxalá, passando
pelas ciganas com suas roupas coloridas e alegres que através
da leitura das mãos e das cartas podem prever o futuro, até
os Pajés, espécie de sacerdote, curandeiro e adivinho
dos primeiros habitantes do Brasil, esta alegoria representa o convívio
harmonioso entre as várias tradições da arte
profética que fazem do Brasil um fantástico caldeirão
das adivinhações.
Autor: Cid Carvalho.
Principais destaques: Elimar Santos (O Povo Cigano)
número da ala anterior à alegoria:
27 – A História da Estácio de Sá –
Velha Guarda.
ROTEIRO DO DESFILE
Mestre Sala e Porta Bandeira
1º Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Número da ala anterior ao casal: 02
Nome do Mestre Sala: David Nascimento
Nome da Porta Bandeira: Roberta Freitas
Nome da Fantasia: Decifrando os Céus e Prevendo
o Futuro.
Outras Informações:
A Fantasia da Porta Bandeira representa a Lua e
as Estrelas e a Fantasia do Mestre- Sala O Sol. De acordo os Antigos
Babilônicos, através de um horóscopo primitivo
estes astros guiavam a vida e o futuro dos homens nas antigas civilizações.
2o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Número da ala anterior ao casal: 12
Nome do Mestre Sala: Marcinho
Nome da Porta Bandeira: Alcione
Nome da Fantasia: O Mago e a Bruxa
Outras Informações: Homens e mulheres
que cultuavam entidades pagão e que acusados de bruxaria
foram condenados pela inquisição católica.
3o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Número da ala anterior ao casal:
Nome do Mestre Sala:
Nome da Porta Bandeira:
Nome da Fantasia:
Outras Informações:
SAMBA-ENREDO
Presidente da Ala dos Compositores: Edson Marinho
Autores do Samba-Enredo: Edson Marinho, Alexandre
D'Mendes, Marechal, Luizinho do Goró , Zé Luiz e Dílson
Camafeu
Letra
Reluzente meu Leão
A história do futuro vem mostrar
Que a lua tem encantos, tem segredos
No infinito universo estrelar
E os "Senhores das Estrelas" vão contar
Vai Orfeu, pai de todos os mistérios
Fim do Milênio, o Juízo Final
São João e a Corte Celestial
Tem bruxaria, feitiçaria
Na fogueira da Inquisição
Virava cinzas quem fazia previsão
Profecia pelo ar (pelo ar)
E nessas águas um perfume a exalar
Com a nobreza dos salões, conquistando corações
(bis)
Um novo mundo assim renascerá
Enfim, o recomeço da bondade
Da justiça e da verdade
O Mago em poesia revelou
Brasil, mistura de raça e fé
Tempero da alma de um povo
Baralho Cigano, Búzios e Tarô
A bela cigana, com o brilho do olhar
Na magia de um encanto me envolveu
Estava escrito, a previsão aconteceu
Pisa forte na Avenida, meu Leão
Vermelho e Branco num desfile triunfal (Refrão)
O futuro a moça leu, escreveu:
Estácio vai brilhar no carnaval
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Nome do Responsável pelo material:
Marcos Aurélio Fernandes “Marquinhos”
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Assinatura Data
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