CARNAVAL 2008

 HISTÓRIA DO G.R.E.S. ESTACIO DE SÁ

            A Estácio de Sá tem hoje um contingente de aproximadamente 4 mil pessoas e uma excelente bateria, onde sobressaem os tamborins. Os componentes da Estácio de Sá são, em sua maioria, da Cidade Nova, Saúde, Morro da Favela, Gamboa, Catumbi, Morro da Providência, Estácio e Morro de São Carlos.
            A Estácio de Sá nasceu da fusão das mais tradicionais escolas de samba existentes no morro de São Carlos: Paraíso das Morenas, Recreio de São Carlos e Cada ano sai melhor.
            Fundadores: Miro (primeiro Presidente), Caldez, Cândido Canário, Sidney Conceição, Zacharias do Estácio, José Botelho, Maurício Gomes da Silva, Walter Herrice, Manuel Bagulho entre outros. Suas cores primitivas eram azul e branco, passando a vermelho e branco a partir de 1965. O nome inicial da escola era Unidos de São Carlos. Somente a partir de 1983 é que passou a chamar-se Estácio de Sá, o que, afinal, conciliaria os ajustes.
            Desfilando no Grupo 1, obteve sua melhor classificação, antes do campeonato, em 1987, quando conquistou o 4° lugar com o enredo Ti-ti-ti do Sapoti. Dando continuidade a um tipo de enredo satírico, descontraído, nas conseqüente, a Estácio apresentou, em 1988, O boi dá bode e em 1989, Um, dois, feijão com arroz. Os três de autoria de Rosa Magalhães.

FICHA TECNICA

CARNAVAL 2008 - SINOPSE DO ENREDO

"A História do Futuro "

 

Justificativa

Do futuro, só sabemos que ele virá. Do presente temos um conhecimento relativamente confuso, se não, totalmente distorcido, já que estamos dentro dele e que se trata de uma realidade em transformação, de êxitos incertos. A única certeza reside no passado, única fase realmente imutável da nossa existência. Podemos remevê-lo, esquecê-los, mas não apagá-lo. Podemos fragmentá-lo, disfarçá-lo, porém, jamais modificá-lo.

Contudo, não vivemos senão, projetados no nosso futuro. Quase nunca pensamos no presente e quando o fazemos, não é mais do que para nos dar indicações, acerca de como dispor do nosso futuro. Portanto, passado e presente, não passam de instrumentos para condicionar a única realidade que realmente nos interessa, ou seja, a futura. No fundo, no fundo, nós não vivemos, mas, esperamos viver. Desde o passado mais remoto, o que nos reserva o porvir é uma preocupação constante, e esta obsessão em conhecer o futuro se tornou nossa estrela guia.

Das profetisas da Antiguidade, até os nossos dias reconstruiremos a história do que foi dito e escrito nos séculos, sobre o futuro destino do homem.

Faremos uma viagem apaixonante, pelo mistério insondável das artes divinatórias, que inclui entre suas etapas mais significativas a civilização dos Caldeus, os primeiros grandes investigadores das estrelas, e tentaremos decifrar os números ocultos da Grande Pirâmide. Passaremos pelas profecias bíblicas e o Apocalipse de São João; mergulharemos no universo da Inquisição Medieval e a feroz caça às Bruxas; conheceremos as Centúrias de Nostradamus e a sua força premonitória e, finalmente, este viagem chegará ao Brasil, terra mística e abençoada, local onde todas as artes divinatórias se encontram e se misturam no enorme caldeirão da cultura popular.

Contar a história da busca humana em desvendar o futuro é também uma maneira de desmistificar a afirmação que o "futuro a Deus pertence", para reafirmarmos que, em tempos de "livre arbítrio", o futuro a cada um de nós pertence; e modificá-lo para pior ou para melhor é nossa responsabilidade única e intransferível. Um feliz novo amanhecer para todos nós.

Cid Carvalho

Sinopse

Vem, oh imponente leão! reluzente como o sol regente, iluminar as antigas civilizações.

Deixa a tua morada que é a quinta casa zodiacal e, hoje, da Lua e das estrelas, as tuas guias. E assim, nos releve os segredos do futuro.

Saudai a Mesopotâmia, senhora de tantos séculos, berço da astrologia; saudai também a mística civilização dos Caldeus, herdeiros de tão bondosa mãe, senhora das estrelas, porque dentre todos foram os primeiros a decifrar os mistérios dos céus.

Marca o teu caminhar com o fogo da descoberta e transponha a soleira do desconhecido para nos guiar por areias escaldantes e misteriosas, em direção à Grande Pirêmide e, ao encontrar a bíblia de pedra onde repousa o antigo Faraó, clareia a nossa visão como um oásis de sapiência para interpretar este oráculo monumental.

Transfigure-se em iluminado espírito para louvar o Leão da tribo de Judá, o próprio Cristo rei, filho "daquele", que confiou ao apóstolo João, as mensagens apocalípticas revelando o fim para os ímpios e o recomeço do mundo para os de bons corações.

Que os teus rugidos revestidos de majestade e autoridade possa ecoar na penumbra medieval como prenúncio da verdade e da justiça contra o cruel fogo da inquisição que transformou gente em cinzas em rituais macabros e satânicos. E que, dessa forma se apaguem definitivamente as labaredas da intolerância que teimam em se manter acesas em corações endurecidos, triunfando assim, a chama da verdadeira fé.

E renasça majestosamente clássico destas cinzas que te envergonham, qual a mitológica Fênix, e transforme a intolerante injustiça eclesiástica em sagrado fermento, a expandir a arte profética para todos os cantos e lugares habitados.

E, ao se banhar nas águas da Renascença, aromatizadas com as essências da nova arte e da nova ciência, banhe da mesma forma os corredores e os nobres salões da corte de Catarina de Médicis; mas, acima de tudo banhe os corações da nobreza com a seiva da arte divinatória e visionária de Nostradamus.

E, se ainda assim, sem peso algum de consciência, insistiram em enviar, por assim dizer, as infortunadas bruxas em degredo para o novo mundo condenadas por feitiçarias é porque naquele lugar tinha uma profecia para se fazer cumprir.

É somente prestar atenção no movimento das saias, na vitalidade da música, e na alegria da dança, para entender que tudo estava escrito na palma da mão.

Seria apenas coincidência que, o povo deste mundo chamado novo, também já dançava, cantava e interrogava os astros celestes e amuletos como faziam os antigos profetas da Mesopotâmia, desejando decifrar o que lhes reservava o tempo desconhecido?

E o que dizer da diáspora africana que fez aportar nestas praias a magia do continente negro com seus tambores de transe, o jogo divinatório de seus búzios e a incorporação dos ancestrais orixás?

Finalmente, imponente leão, abençoe o Brasil, este terreiro tropical, onde se fundem ingredientes mágicos desde a aurora de seus tempos, misturados no grande caldeirão cultural desta pátria mãe gentil de todas as manifestações divinatórias.

Abençoe da mesma forma esse povo mestiço, suas crendices, suas mandingas e adivinhações.

Porque hoje, a minha escola vai desfilar e, antes de ir pra Avenida, eu vou mesmo é naquela velha benzedeira e fazer uma simpatia para confirmar.

E à noite quando a sirene tocar, com o pé direito na avenida eu vou entrar; firmar e bater cabeça pro meu orixá, saravá.

Eu tenho fé e acredito que as cartas daquela moça jamais irão errar.

E nesse carnaval, não vai dar pra ninguém, é a minha querida Estácio que irá ganhar!

Cid Carvalho (carnavalesco)


                                           G.R.E.S. ESTACIO DE SÁ

Presidente administrativo: LILIAN CRISTINA MARTINS MAIA

Data da Fundação: 27/02/1955

Cores: VERMELHO E BRANCO

Sede administrativa: Av. Salvador de Sá 206 – Estácio – Cidade Nova

Quadra de ensaios: Av. Salvador de Sá 206 – Estácio – Cidade Nova

Tel.:021(xx)2293-8330 / 21 9137-1433

Enredo: A História do Futuro

Carnavalesco(s): Cid Carvalho

Autor do enredo: Cid Carvalho

Bibliografia:
Bíblia – Editoração: Alfalit Brasil.
As Profecias da Pirâmide – Autor: Max Toth – Editora: Record.
A História do Futuro – Autor: David A. Wilson – Editora: Ediouro.
As Grandes Profecias – Autor: Franco Cuomo – Editora: Bom Texto.
As Duas Órbitas da Terra – Fenômeno Cósmico do Destino – Autor: Edgar P. da Silva Editora: Litteris.
Sites Especializados.

Diretor Geral de Harmonia: Edvaldo Fonseca
Outros Diretores de Harmonia:

Intérprete Oficial: Serginho do Porto
Outros Intérpretes: Roberto/Joãozinho/ Da - latinha / Marcelo / Binho / Talarico.

Diretor Geral de Bateria: Mestre Esteves
Outros Diretores de Bateria: Luisinho, China, Beto e Reginaldo.
Total de componentes: 255

Presidente da Ala das Baianas: Tia Maria Luiza.
Total de componentes: 85

Ala das Crianças:
Responsável: Amanda
Total de componentes: 60

Galeria Velha Guarda
Presidente: Nelson
Total de Componentes: 70

Outras informações:

Presidente da ala dos Compositores: Edson Marinho
Total de componentes: 70
Rainha de Bateria: Alessandra Gomes Mattos
Coreógrafo das Alegorias:
Fabio de Mello

Elaboração e roteiro do Desfile:

Marcos Aurélio Fernandes “Marquinhos” - Cid Carvalho

JUSTIFICATIVA DO ENREDO

Do futuro só sabemos que ele virá. Do presente temos um conhecimento relativamente confuso, se não totalmente distorcido, já que estamos dentro dele e que se trata de uma realidade em transformação, de êxitos incertos. A única certeza reside no passado, única fase realmente imutável da nossa existência. Podemos removê-lo, esquece-lo, mas não apagá-lo; podemos fragmentá-lo, disfarçá-lo, jamais modificá-lo.
Contudo não vivemos senão projetados no nosso futuro. Quase nunca pensamos no presente e quando o fazemos, não é mais do que para nos dar indicações acerca de como dispor do nosso futuro.
Portanto passado e presente não passam de instrumentos para condicionar a única realidade que realmente nos interessa, ou seja, a futura. No fundo, no fundo nós não vivemos, mas esperamos viver.
Desde o passado mais remoto, o que nos reserva o porvir é uma preocupação constante e esta obsessão em conhecer o futuro se tornou nossa estrela guia.
Das profetisas da Antiguidade até os nossos dias reconstruiremos a história do que foi dito e escrito nos séculos sobre o futuro destino do homem.
Faremos uma viagem apaixonante pelo mistério insondável das artes divinatórias, que inclui entre suas etapas mais significativas a civilização dos Caldeus, os primeiros grandes investigadores das estrelas e tentaremos decifrar os números ocultos da Grande Pirâmide; passaremos pelas profecias bíblicas e o Apocalipse de São João; mergulharemos no universo da Inquisição Medieval e a feroz caça às Bruxas; conheceremos as Centúrias de Nostradamus e a sua força premonitória e finalmente esta viagem chegará ao Brasil, terra mística e abençoada, local onde todas as artes divinatórias se encontram e se misturam no enorme caldeirão da cultura popular.
Contar a histórica busca humana em desvendar o futuro, é também uma maneira de desmistificar a afirmação que “o futuro a Deus pertence” para reafirmarmos que, em tempos de “livre arbítrio”, o futuro a cada um de nós pertence e modificá-lo para pior ou para melhor é nossa responsabilidade, única e intransferível.
Um feliz novo amanhecer para todos nós!

SINOPSE DO ENREDO

Vem, oh imponente leão, reluzente como o sol regente, iluminar as antigas civilizações.
Deixa a tua morada que é a quinta casa zodiacal e hoje nos conduza com a sua destemida confiança para desvendar os mistérios das profecias milenares.
E ao reverenciar este céu como um divino mapa, faça, hoje, da Lua e das estrelas as tuas guias e assim nos revele os segredos do futuro.
Saudai a Mesopotâmia, senhora de tantos séculos, berço da astrologia, saudai também a mística civilização dos Caldeus, herdeiros de tão bondosa mãe, senhores das estrelas, porque dentre todos foram os primeiros a decifrar os mistérios dos céus.
Marca o teu caminhar com o fogo da descoberta e transponha a soleira do desconhecido para nos guiar por areias escaldantes e misteriosas, em direção à Grande Pirâmide e ao encontrar a bíblia de pedra onde repousa o antigo Faraó, clareia a nossa visão como um oásis de sapiência para interpretar este oráculo monumental.
Transfigure-se em iluminado espírito para louvar o Leão da tribo de Judá, o próprio Cristo Rei, filho “Daquele” que confiou ao Apóstolo João as mensagens apocalípticas, revelando o fim para os ímpios e o recomeço do mundo para os de bons corações.
Que os teus rugidos revestidos de majestade e autoridade possam ecoar na penumbra medieval como prenúncio da verdade e da justiça contra o cruel fogo da inquisição que transformou gente em cinzas em rituais macabros e satânicos. E que dessa forma se apaguem definitivamente as labaredas da intolerância que teimam em se manter acesas em corações endurecidos, triunfando assim a chama da verdadeira fé.
E renasça majestosamente clássico destas cinzas que te envergonham, qual a mitológica Fênix, e transforme a intolerante injustiça eclesiástica em sagrado fermento a expandir a arte profética para todos os cantos e lugares habitados.
E ao se banhar nas águas da Renascença, aromatizadas com as essências da nova arte e da nova ciência, banhe da mesma forma os corredores e os nobres salões da corte de Catarina de Médicis; mas acima de tudo banhe os corações da nobreza com a seiva da arte divinatória e visionária de Nostradamus.
E se ainda assim, sem peso algum de consciência, insistiram em enviar, por assim dizer, as infortunadas bruxas em degredo para o novo mundo condenadas por feitiçaria, é porque naquele lugar tinha uma profecia para se fazer cumprir.
É somente prestar atenção no movimento das saias, na vitalidade da música e na alegria da dança, para entender que tudo estava escrito na palma da mão.
Seria apenas coincidência que o povo deste mundo chamado novo, também já dançava, cantava e interrogava os astros celestes e amuletos como faziam os antigos profetas da Mesopotâmia, desejando decifrar o que lhes reservava o tempo desconhecido?
E o que dizer da diáspora africana que fez aportar nestas praias a magia do continente negro com seus tambores de transe, o jogo divinatório de seus búzios e a incorporação dos ancestrais orixás?
Finalmente, imponente leão, abençoe o Brasil, este terreiro tropical, onde se fundem ingredientes mágicos desde a aurora de seus tempos, misturados no grande caldeirão cultural desta pátria mãe gentil de todas as manifestações divinatórias.
Abençoe da mesma forma esse povo mestiço, suas crendices, suas mandingas e adivinhações.
Porque hoje a minha escola vai desfilar e, antes de ir pra Avenida, eu vou mesmo é naquela velha benzedeira e fazer uma simpatia pra confirmar;
E à noite quando a sirene tocar, com o pé direito na avenida eu vou entrar; firmar e bater cabeça pro meu orixá, saravá;
Eu tenho fé e acredito que as cartas daquela moça jamais irão errar.
E nesse carnaval, não vai dar pra ninguém, é a minha querida Estácio que irá ganhar!

ROTEIRO DO DESFILE
Setores da Escola

Abertura

Nome:
No Passado, A Arte de Prever o Futuro
Numeração das alas:
Comissão de Frente

1o SETOR

Nome:
As Apocalípticas profecias Bíblicas.
Numeração das alas:
01 Baianas
02 Igreja Milenarista
03 Cavaleiro do Apocalipse Branco
04 Cavaleiro do Apocalipse Vermelho
05 Cavaleiro do Apocalipse Negro
06 Cavaleiro do Apocalipse Verde
07 Anjos, a Vitória do Bem

2o SETOR

Nome:
Inquisição, A Caça as Bruxas.
Numeração das alas:
08 Antigas Religiões (Baco)
09 Culto Pagão ao Sol (Bateria)
10 Sol (Passista)
11 Magos
12 O Gato Preto
13 A Coruja
14 O Sapo
15 As Bruxas

3o SETOR

Nome:
O Enigma de Nostradamus
Numeração das alas:
16 Revolução Francesa
17 Napoleão Bonaparte
18 Peixe Elétrico
19 Pássaro a jato
20 Os Horrores das Guerras

4o SETOR

Nome:
Brasil Caldeirão das Adivinhações
Numeração das alas:
21 Pajés
22 Culto ao Sol e a Lua
23 Zeladoras de Santo ( Baianinhas)
24 Oxalá
25 Ciganos
26 Jogos de Cartas
27 A Historia da Estácio de Sá (Velha Guarda)
28 Ala de Compositores

ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas

Figurinista(s):
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável pela ala
Os Signos do Zodíaco. Comissão de Frente Na antiguidade os babilônicos Criaram o horóscopo, a primeira tentativa do homem em decifrar o futuro. Fabio de Mello

1 Profetisas da Antiguidade. Baiana Detentoras de sabedoria milenar possuíam o poder de profetizar o futuro. Tia Maria Luiza
2 Igreja Milenarista Comunidade Organização religiosa que pregava o fim dos tempos no primeiro milênio. Marli
3 Cavaleiro do Apocalipse Branco Ala Sem Compromisso Simboliza a invencibilidade. Julião
4 Cavaleiro do Apocalipse Vermelho Revolução Tem o poder de fazer desaparecer paz na Terra. Edvaldo
5 Cavaleiro do Apocalipse Negro Comunidade Anuncia que sobrevirá uma assustadora carestia. Viviane
6 Cavaleiro do Apocalipse Verde Turismo Simboliza a morte e é possuidor do direito de exterminar um quarto dos habitantes da Terra. Roberto Amaral
7 Anjos - A vitória do bem
Comunidade A vitória do bem sobre o mal e a redenção dos homens de bom coração. Cristina
8 Antigas Religiões - Baco
Vipalu Culto pagão ao deus do vinho e da embriagues. Nancy
9 Culto Pagão ao Sol
Bateria Antigo Culto ao sol considerado pelos antigos uma divindade.
Esteves
10 Sol
Passista Antigo Culto ao sol considerado pelos antigos uma divindade.
Rose
11 Magos
Comunidade Antigos praticantes da arte profética considerados bruxos pela igreja católica.
Marli
12 O Gato Preto
Badalo Forte Símbolo da bruxaria. Na idade média, acreditava-se que os gatos pretos eram bruxas transformadas em animais.
Soca
13 A Coruja
Comunidade Símbolo da bruxaria.Por conhecer o mundo da luz e das trevas, transmite o conhecimento de um para o outro.
Sandra
14 O Sapo
Catiço Símbolo da bruxaria. Está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.
Diva
15 Bruxa
Comunidade Antigas praticantes da arte proféticas condenadas pela inquisição católica e queimadas em fogueiras.
Eurídice
16 Revolução Francesa Casal
Comunidade Uma das profecias de Nostradamus, astrólogo e alquimista renascentista nascido em 1903 na França, famoso pelo dom da vidência.
Patrícia
17 Napoleão Bonaparte
Água Viva O Anticristo, uma das profecias de Nostradamus.
Andréia
18 Peixe Elétrico
Brilhante Uma das profecias de Nostradamus, que antecipava a criação dos submarinos.
Katarina
19 Pássaro a Jato
Tropicália Uma das profecias de Nostradamus, que antecipava a criação dos aviões.
Toninho
20 Os Horrores das Guerras
Amar é Viver Nostradamus profetizou as grandes guerras mundiais.
Elcio
21 Pajé
Comunidade Primeiros habitantes do Brasil, os índios tinham no pajé seu líder religioso capaz de prever o futuro.
Dulce
22 Culto ao Sol e a Lua
Amar é... Os pajés faziam à leitura do Sol (coaraci)e da Lua (Jaci) na busca de decifra o destino da tribo
Paulo
23 Zeladoras de Santo
Baianinha Encarregadas pelos terreiros de culto aos orixás africanos.
Marli
24 Oxalá
Comunidade Entidade suprema do culto africano capaz de ver através dos búzios, o futuro.
Patrícia
25 Ciganos
Ciganos Povo de origem milenar enviados para o Brasil como degredados pela inquisição, detentores de conhecimentos ancestrais da arte proféticas.
Eliane
26 Jogos de Cartas
Comunidade Uma das praticas divinatórias mais conhecidas e utilizadas pelos povos ciganos.
Cristina
27 A História da Estácio de Sá
Velha Guarda O passado, o presente e o futuro, reunidos através da sabedoria acumulada através dos tempos.
Nelson
28 Ala de Compositores Compositores Departamento Musical Edson Marinho


ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias

Descrição das Alegorias

1o ALEGORIA

Nome:
No Passado, a Arte de Prever o Futuro.

Descrição:
Um imponente Leão, símbolo da Estácio de Sá e um dos signos do horóscopo, conduz a Escola numa viajem através da história da arte profética. Na parte frontal da alegoria um mapa com signos do horóscopo simboliza a primeira tentativa do homem em decifrar os céus e prever o futuro.
Um Grande elefante central faz referencia a civilização Indiana, onde se originou o Tarô que muitos acreditam tratar-se de um sumario das quatro Ciências Herméticas: Cabala, Astrologia, Alquimia e Magia. Nos quatro cantos da alegoria, esculturas e bigas puxadas por cavalos representam antigas civilizações, berços da arte profética: Grécia, Roma, China, Egito.

Autor: Cid Carvalho

Principais destaques: Eliane Martins (Lendo as Estrelas e decifrando o futuro).

número da ala anterior à alegoria: Abertura - Comissão de Frente.

2o ALEGORIA

Nome:
As Apocalípticas Profecias Bíblicas

Descrição:
Desde que a literatura profética bíblica tomou forma com a Igreja Antiga, as profecias apocalípticas se multiplicaram.
Inspirado nos relatos do Livro das Revelações do Apóstolo São João, a alegoria representa a eterna luta entre as “forças do bem” (luz e anjos) e as serpentes malignas (trevas e purgatório), onde os pecadores seriam castigados no fim dos tempos pelos Cavaleiros do Apocalipse,(parte frontal), mensageiros da ira divina, enquanto os de coração bondoso e puro seriam poupados e alcançariam à glória eterna referenciando assim a vitória do bem.
Autor:Cid Carvalho.

Principais destaques:Ray Menezes (As Trevas) e Fabio Aragão (A Luz)

número da ala anterior à alegoria: 07- Anjos, a vitória do bem.

3o ALEGORIA

Nome: Inquisição – A Caça às Bruxas.

descrição:
Após a Igreja Católica ter sido formada e haver adquirido poder, os costumes Pagãos foram vistos como uma ameaça ao sistema religioso.
A alegoria representa um castelo Medieval, pois foi neste período histórico que muitas mulheres acusadas de bruxaria pelo Tribunal da Inquisição Católica, foram queimadas em fogueiras em praça pública. As chamadas Bruxas simbolizavam tudo que os católicos repugnavam: não acreditavam no Deus cristão, eram fiéis as religiões pagãs e realizavam rituais onde praticavam a arte profética.
Autor: Cid Carvalho.

Principais destaques: Marcelo Almeida (Bruxa Medieval)

número da ala anterior à alegoria: 15 – Bruxas.

ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias
4o ALEGORIA

Nome: O Enigma de Nostradamus.

Descrição:
Michel de Nostradamus foi um intelectual renascentista dedicado à análise do conhecimento na pluralidade dos seus aspectos: da Filosofia à Medicina, à Física, às Literaturas de cada civilização, à Magia, à Alquimia e à Adivinhação que particularmente tornou-o famoso com a extraordinária difusão das Centúrias, ou seja, o conjunto do seu “corpo profético”, onde se podem colher circunstanciais alusões a fatos, coisas e personagens ainda por vir no tempo.
A Alegoria traz referências a algumas de suas famosas profecias: um tanque na parte frontal simboliza a visão profética das grandes guerras mundiais, assim como peixes elétricos e pássaros futuristas na parte central, antecipavam o surgimento dos submarinos e aviões.
Fechando a Alegoria a figura de Nostradamus cercado por videntes e pela figura mitológica de Fênix (que renasce das cinzas) simboliza a vitória da arte profética renascentista sobre a Inquisição Católica medieval.

Autor: Cid Carvalho.

Principais destaques: Rogério (Os Horrores das Guerras)

número da ala anterior à alegoria: 20 – Os Horrores das Guerras.

5o ALEGORIA

Nome: Brasil, Caldeirão das Adivinhações.

Descrição:
Com o advento das grandes navegações ocorrido entre os séculos XV e XVI, Portugal havia se tornado uma das maiores potências do mundo conhecido e possuidor de inúmeras colônias recém-descobertas que precisavam ser colonizadas. O Brasil era uma dessas colônias e para cá, foram enviados muitos degredados e entre estes, muitos eram condenados pela Inquisição católica por heresia, bruxaria e falso misticismo. Foi dessa maneira que os primeiros representantes do povo cigano pisaram em solo brasileiro, trazendo a sua dança, a sua alegria e a sua arte profética.
Mais adiante com o tráfico de escravos africanos chegou o culto aos Orixás e a leitura do futuro através do jogo dos búzios.
Da figura central na cor branca representando Oxalá, passando pelas ciganas com suas roupas coloridas e alegres que através da leitura das mãos e das cartas podem prever o futuro, até os Pajés, espécie de sacerdote, curandeiro e adivinho dos primeiros habitantes do Brasil, esta alegoria representa o convívio harmonioso entre as várias tradições da arte profética que fazem do Brasil um fantástico caldeirão das adivinhações.
Autor: Cid Carvalho.

Principais destaques: Elimar Santos (O Povo Cigano)

número da ala anterior à alegoria: 27 – A História da Estácio de Sá – Velha Guarda.

ROTEIRO DO DESFILE
Mestre Sala e Porta Bandeira

1º Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira

Número da ala anterior ao casal: 02

Nome do Mestre Sala: David Nascimento

Nome da Porta Bandeira: Roberta Freitas

Nome da Fantasia: Decifrando os Céus e Prevendo o Futuro.

Outras Informações:

A Fantasia da Porta Bandeira representa a Lua e as Estrelas e a Fantasia do Mestre- Sala O Sol. De acordo os Antigos Babilônicos, através de um horóscopo primitivo estes astros guiavam a vida e o futuro dos homens nas antigas civilizações.

2o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira

Número da ala anterior ao casal: 12

Nome do Mestre Sala: Marcinho
Nome da Porta Bandeira: Alcione

Nome da Fantasia: O Mago e a Bruxa

Outras Informações: Homens e mulheres que cultuavam entidades pagão e que acusados de bruxaria foram condenados pela inquisição católica.

3o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira

Número da ala anterior ao casal:

Nome do Mestre Sala:

Nome da Porta Bandeira:

Nome da Fantasia:

Outras Informações:

SAMBA-ENREDO

Presidente da Ala dos Compositores: Edson Marinho

Autores do Samba-Enredo: Edson Marinho, Alexandre D'Mendes, Marechal, Luizinho do Goró , Zé Luiz e Dílson Camafeu

Letra

Reluzente meu Leão
A história do futuro vem mostrar
Que a lua tem encantos, tem segredos
No infinito universo estrelar
E os "Senhores das Estrelas" vão contar

Vai Orfeu, pai de todos os mistérios
Fim do Milênio, o Juízo Final
São João e a Corte Celestial
Tem bruxaria, feitiçaria
Na fogueira da Inquisição
Virava cinzas quem fazia previsão
Profecia pelo ar (pelo ar)
E nessas águas um perfume a exalar
Com a nobreza dos salões, conquistando corações (bis)
Um novo mundo assim renascerá
Enfim, o recomeço da bondade
Da justiça e da verdade
O Mago em poesia revelou
Brasil, mistura de raça e fé
Tempero da alma de um povo
Baralho Cigano, Búzios e Tarô
A bela cigana, com o brilho do olhar
Na magia de um encanto me envolveu
Estava escrito, a previsão aconteceu
Pisa forte na Avenida, meu Leão
Vermelho e Branco num desfile triunfal (Refrão)
O futuro a moça leu, escreveu:
Estácio vai brilhar no carnaval


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Nome do Responsável pelo material:
Marcos Aurélio Fernandes “Marquinhos”

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Assinatura Data


Símbolo: