HISTÓRIA DO G.R.E.S. CAPRICHOSOS DE PILARES

  Formado por uma população humilde e trabalhadora, Pilares, bairro do subúrbio do Rio, vizinho a Del Castilho, Thomaz Coelho, Inhaúma, Engenho de Dentro e Cachambi, tem como moldura os morros do Urubu, Engenho da Rainha e as favelas Fernão Cardin e Rato Molhado.
Em 1949, insatisfeitos com o carnaval apresentado pela Unidos de Terra Nova, os sambistas da área fundaram a Caprichosos de Pilares.

Em 1982, o carnavalesco Luiz Fernando Reis faz um inesquecível carnaval no grupo 1-B e leva a escola para o grupo principal, onde vai desenvolver enredos plenos de críticas políticas (desde então), conquistando o status de grande escola de samba.

Durante o desfile da escola no ano seguinte, já no grupo principal, ocorreu uma queda de luz, o que causou o não-julgamento da escola. Em 1984, a Caprichosos apresentou o enredo "A visita da corte da nobreza do riso a Chico Rei, num palco nem sempre iluminado", da autoria de Luiz Fernando Reis, e conquistou o terceiro lugar de domingo, participando assim do supercampeonato da inauguração da Passarela do Samba.

A Marquês de Sapucaí delirou ao som do inesquecível refrão: "Tem bumbum de fora pra chuchu/qualquer dia é todo mundo nu", durante o desfile da Caprichosos de Pilares de 1985. Apesar de ter conquistado o povão e de ter feito um lindo Carnaval com o enredo "E por falar em saudade", também de Luiz Fernando Reis, a escola ficou apenas numa injusta quinta posição.

Seus fundadores foram Walter Machado, Ferminiano Romão da Silva, Oscar Pedro de Alcântara, Amarildo Cristiano, João Cândido e Sebastião Benjamim.

FICHA TECNICA

CARNAVAL 2008 - SINOPSE DO ENREDO

   "DE SANTO ANTÔNIO DE SÁ AO PÓLO PETROQUÍMICO, ITABORAÍ...

UMA TERRA ABENÇOADA!"

Presidente administrativo: PAULO DE ALMEIDA

Data da Fundação: 19/02/1949

Cores: Azul e Branco

Sede administrativa: Rua Faleiros, 01 - Pilares - Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20771-090

Quadra de ensaios: Rua Faleiros, 01 - Pilares - Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20771-090

Telefone: (0xx 21) 2269-9347/ 9605-0009 / 8765-4368

Enredo: De Santo Antonio de Sá ao Pólo Petroquímico, Itaboraí... Uma terra Abençoada!

Carnavalesco(s): Lane Santana

Autor(es) da Sinopse do Enredo: Marcos Roza

Pesquisa e texto: Lane Santana e Marcos Roza

Bibliografia:

CALDEIRA, Jorge at alii. Viagem pela História do Brasil, São Paulo, Companhia das Letras, 1997. RIBEIRO, Berta. O índio na História do Brasil, São Paulo, Global, 1983.

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
– FIRJAN. Agenda Brasil 2005 – temas prioritários. Rio de Janeiro. 2005.

FUNDAÇÃO CENTRO DE INFORMAÇÕES E DADOS DO RIO DE
JANEIRO (CIDE). Anuário Estatístico do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro:
CIDE, 2005

_________. Indicadores Financeiros, Rio de Janeiro, 2005.
_________. Índice de Qualidade dos Municípios – Carência, Rio de
Janeiro, CIDE, 2005.

_________. Índice de Qualidade dos Municípios – Necessidades
Habitacionais, Rio de Janeiro, CIDE, 2005.

_________. Índice de Qualidade dos Municípios – Verde II, Rio de
Janeiro, CIDE, 2005.

_________. Índice de Qualidade dos Municípios – Verde, Rio de
Janeiro, CIDE, 2005.

_________. IQM: Índice de Qualidade dos Municípios, Rio de Janeiro,
CIDE, 2005.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo
Demográfico – 2000 – Característica da População e dos Domicílios. Rio de Janeiro,
2000.
_________. Enciclopédia dos Municípios Brasileiros. Rio de Janeiro,
1959.
_________. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico: 2004. IBGE,
Rio de Janeiro, 2004.
_________. Perfil dos Municípios Brasileiros: Pesquisa de Informações
básicas municipais 1999. Rio de Janeiro, IBGE, 2003.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. DATASUS – 2005

NOVA REALIDADE DE ITABORAÍ: Jornal O GLOBO, Jornal do
COMMERCIO, GAZETA MERCANTIL, Jornal O DIA.

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABORAÍ – SEMFA. Prestação de
Contas dos Exercícios de 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005.

SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E
DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO. Diretrizes para o Desenvolvimento da Região
Noroeste Fluminense, Rio de Janeiro, maio 2005.

Diretor Geral de Harmonia: Sérgio Lomoza
Outros Diretores de Harmonia: Jorge Moreira

Intérprete Oficial: José Paulo
Outros Intérpretes: 4 músicos e 6 intérpretes

Diretor Geral de Bateria: Alexandre Brandão e Zumbi de Pilares
Outros Diretores de Bateria: Adrinano Reis, Marcelo Lancelote e Jorge Luis
Total de componentes: 200

Presidente da Ala das Baianas: Vera Nascimento e Vera Lima
Total de componentes: 80

Ala das Crianças
Responsável: Maria Alice
Total de componentes: 70

Galeria Velha Guarda
Presidente: Seu Nicinho Vice Presidente: Dona Jane
Total de Componentes: 40

Departamento Feminino
vice-presidente: Vânia Morgado
Total de componentes: 40

Departamento de Carnaval
vice-presidente: Marcos do Toldo
Total de componentes da Comissão de Carnaval: 15

Outras informações:

Barracão de Alegorias: Rua Rodrigues Alves, 753 – Fundos/Centro.
Diretor de Barracão: Cláudio Luis Pinto de Souza (Peixe)
Assistente do Carnavalesco: Vinicius Vastman
Ferreiro-chefe: Lúcio Niterói e Seu Itália
Carpinteiro-chefe: Allan
Escultor: Cosme
Pintor de arte: Eduardo
Costureira-chefe: Sra. Eunice
Chapelaria: Luis Carlos

JUSTIFICATIVA DO ENREDO

Pedra Bonita Escondida na Água, fruto de sua profecia! Mágica, misteriosa, dela pode-se ver e saber tudo! É dessa encantadora lenda local da origem de Itaboraí, que a Caprichosos de Pilares apresenta na Avenida o seu enredo: “De Santo de Sá ao Pólo Petroquímico. Itaboraí, uma terra abençoada...”

A Caprichosos de Pilares sob um encantamento transforma o índio – o dono da terra, num “arauto abençoado” que nos conta através dos poderes milagrosos do espelho d’água da “Fonte de Itaboraí” a rica história de sua terra abençoada. Nos conduz através dos tempos e nos mostra desde a origem e formação da terra, a chegada da fidalguia e a terra tornou-se então Santo Antonio de Sá, a riqueza do seu chão indo e vindo no movimentado Porto das Caixas, os mistérios de uma terra moldada no barro com seus caminhos traçados à evolução, uma terra de paz, onde um frei de bom coração é lembrado em forma de oração, a alegria da folia, do carnaval ao Pólo Petroquímico: um nobre futuro a conduzir, Itaboraí a força da “Nação”.

É da história, da cultura, da poesia de Itaboraí – misturando lendas e mistérios, sonhos e desejos e o canto de amor à Escola que este enredo se torna abençoado. Na linha do tempo Itaboraí é um enredo construído a partir da geração espontânea de cada célula que se agrega e vai dando subsídios ao nascimento de uma estrutura depurada, consciente e sólida, isto é de uma memória cultural riquíssima – que o G.R.E.S. Caprichosos de Pilares, traz para o carnaval 2008 contemplando o saber e a riqueza; a imaginação e a beleza, de um dos Municípios fluminenses mais significativos do Brasil, Itaboraí.

SINOPSE DO ENREDO

Idéia Original
Carnavalesco – Lane Santana


Texto: Marcos Roza

Assim o tempo me ensinou: que de tudo que se avalia, segredo, mistério, magia. Índio como sou eu já pressentia... Vinha de uma pedra bonita escondida na água toda sabedoria. Bendita pedra que tudo podia, dela até palavras sagradas se ouvia: “abençoada seja esta terra”. Predestinada, cumpriu o que se dizia de suas entranhas a “Fonte de Itaboraí” nasceria. E é no caminho das águas que tudo se inicia, Itaboraí é cria, que semeia e procria o fruto de sua profecia.

Desvendando sigo encantado, como um “arauto” abençoado que na folia chego pra dá o meu recado. Tamoio, tupi, são indígenas, que muito antes das estabelecidas sesmarias, povoavam Itaboraí. Estendendo nossos olhares além daqui, a colonização. Era português, francês, numa só invasão, tudo de olho no nosso torrão.

Recordo a tradição, que no sopro do vento esses homens aqui chegaram com um novo procedimento. E o nosso encantamento? Como hei de ficar? A “Fonte de Itaboraí” passou a se chamar Santo Antonio de Sá, em nome dos fidalgos portugueses que acabaram de chegar.

Um curato jesuítico ditava o sermão: criar aldeamentos é o primeiro passo à nossa ocupação. Pois lhe digo: que não narro de memória, mas sim por ter vivido ao longo dessa História. Sou o índio, que na formação dessa terra fiquei entre a paz e a guerra.

Engenhos, Capelas, Fazendas. Fé e trabalho se abrem como fendas, num prodigioso acadar, plantaram a cana-de-açúcar como doce ao seu paladar. Extensos canaviais: eram muitos, eram tantos que nem dá pra precisar. Mas aqui fica a certeza de que a exportação dessa “natureza” fez Itaboraí prosperar.

Plantar, colher e exportar. Num vai-e-vem que parecia não acabar; na época, Itaboraí era o celeiro: o maior empório comercial da cidade do Rio de Janeiro. Agora tudo se encaixa, era de lá, do Porto das Caixas que partiam os produtos para além-mar.

Na benção seu caminho foi traçado. Itaboraí ergue-se da terra, modula-se no barro, adornada segue sem pecado. Lança-se no tempo como ninguém viu: ferrovias, fábricas, olarias. Desde então, já se via em seu solo varonil uma rica produção de telhas, tijolos e até cerâmica à construção civil.

De um jeito ou de outro é indígena a herança de seu povo. Neste sentido, procede que Itaboraí tem lá os seus mistérios. Tal segredo vem do calcário; da terra, descobriu-se um sítio paleontológico: fosseis e artefatos de um povo muito distante. E não faltou comentário, a cerca de um parecer datário, como fonte de estudo de cientistas e universitários.

Terra abençoada! Que daqui do espelho d’água vejo como é bela e delicada. E por tudo que Deus criou: a água, a terra, o fogo e o ar. Itaboraí de sua “Fonte” sempre os valorizou...

Mas Itaboraí vai além. De sua terra provém um santo, que por ela caminhou lavando as dores e enxugando o pranto. Antônio de Sant`Anna Galvão que, aqui, em romaria é lembrado em canto e oração.

Essa mistura não se deu à toa. Itaboraí exalta dessa terra boa, a fé e a magia. Traz dos “céus” a estrela guia e mostra na Avenida o cortejo da folia. E nos caminhos da alegria, como não podia faltar, tem manifestação da cultura popular. Vem da festa da laranja a sua forte simbologia, representada pela vida que a todos contagia, é a ligação entre a terra e o seu povo em harmonia.

Ergue sua pedra, que fora escondida e, agora não mais. Singela, como um aceno na beira do cais, nasce de sua profecia, caprichosamente, um samba de paz.

Marca a esperança como fruto de sua bonança e na certeza de que no futuro o melhor está por vir, Itaboraí se faz “Nação”. Pólo petroquímico, novos ciclos econômicos, tudo que vem de ti, aqui, se mostra em ação e, nos encanta como fonte de sua “Criação”.

Vem brincar! A Caprichosos de Pilares se veste de Itaboraí nesse carnaval. E dessa alegria, sem igual, vem sambar. Pra te homenagear, vem também o Marquês de Sapucaí e o Visconde de Itaboraí e desse eu não preciso nem falar, o seu nome já diz o quanto lhe é familiar.

Na linha do tempo eu me achei e, na Avenida, minha linda Itaboraí, eu te abraçarei. E tão logo que pra “Fonte” eu voltarei, levarei comigo a certeza de quanto tu és iluminada e que para sempre serás a nossa terra abençoada.

Carnavalesco: Lane Santana
Pesquisa e texto: Marcos Roza

 

ROTEIRO DO DESFILE
Setores da Escola

1o SETOR

nome: A Fonte de Itaboraí
numeração das alas: 7

2o SETOR

nome: Porto das Caixas
numeração das alas: 8

3o SETOR

nome: Itaboraí: erguida da Terra e moldada no Barro
numeração das alas: 7

4o SETOR

nome: Em Forma de Oração, Itaboraí a terra dos milagres...
numeração das alas: 3

5o SETOR

nome: O Pólo Petroquímico a reluzir o futuro de Itaboraí
numeração das alas: 7

ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas

Figurinista(s): Lane Santana
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável pela ala
Os Donos da Terra Comissão de Frente
A tradição indígena da formação da terra de Itaboraí

Jaime Aroxa
1
O Passar do Tempo

1º CASAL DE MESTRE SALA E PORTA BANDEIRA

O tempo, através do qual o índio de Itaboraí, viaja até os dias de hoje para revelar na avenida os mistérios, desta terra.
Escola
2
Água da Fonte
Comunidade
A água que purificou e abençoou o povo indígena de Itaboraí – os donos da terra. Água com poder de cura e transformação.

Escola

ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas

Figurinista(s): Lane Santana
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável pela ala
3
Pedra Bonita
A origem de Itaboraí: que num encantamento o índio abençoado, através do espelho d`água, teve o merecimento da mágica visão do passado, do presente e do futuro.
Glória
4 Índios Tupis Filhos da mãe-terra, os primeiros habitantes de Itaboraí, que buscam na nascente – Fonte de Itaboraí – a benção da reluzente pedra de quartzo escondida na água.
Álvaro
5 Portugueses Comunidade A tradição, que no sopro do vento esses homens aqui chegaram com um novo procedimento e Itaboraí passou a se chamar Santo Antonio de Sá.
Escola
6 Influência Européia em Terras Tropicas

Ala das Baianas O marco histórico da colonização européia na cultura brasileira Vera Nascimento

ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas

Figurinista(s): Lane Santana
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável pela ala
7 Aliança entre Índios Tamoios e Franceses Os índios tamoios aliados aos franceses formaram a Confederação dos Tamoios (1555-1565) e ameaçaram o povoamento português das capitanias do sul.
Dona Maria
8 Ciclo da Cana Comunidade Os extensos canaviais de que a exportação dessa “natureza” fez Itaboraí prosperar do Porto das Caixas para além-mar.
Escola
9 Ciclo do Café Comunidade A expansão cafeeira – das pequenas plantações nas vizinhanças da corte, entre 1810 e 1820, tornaram-se uma referência de monocultura exportadora em Itaboraí.
Escola
10 Caprichosos de Pilares
Rainha da Bateria A riqueza da terra de Itaboraí encanta Pilares. Escola

ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas

Figurinista(s): Lane Santana
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável pela ala
11
Prosperidade do Porto

Bateria Plantar, colher e exportar. Num vai-e-vem que parecia não acabar; na época, Itaboraí era o celeiro: o maior empório comercial da cidade do Rio de Janeiro.
Mestre Zumbi de Pilares
12

Exuberância da Região

Ala de Passistas
A extração da riqueza da exuberante terra de Itaboraí
Escola
13 Mercadores Viajantes A movimentação do porto fluvial, de onde se escoava toda a produção agrícola local: exportado em caixas, daí o nome do Porto das Caixas.
Marcos & Alcir
14 Ciclo da Laranja Comunidade O ciclo de riqueza que num pomar de rica leveza, que na cor trazia a lembrança de infinitos corais. Bendito fruto de extensos laranjais, que em flor exalava no ar o doce de seu sabor.
Escola
15 Senhores da Terra Velha Guarda Os latifundiários, fazendeiros das terras de Itaboraí. Seu Nicinho
16 Artesanato em Barro Comunidade A terra vermelha que gerou a atividade mais antiga e mais significativa da região de Itaboraí: a arte da produção da cerâmica.
Escola

ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas

Figurinista(s): Lane Santana
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável pela ala
17 Artefatos arqueológicos Comunidade Os mistérios de Itaboraí. Tal segredo vem do calcário; da terra, descobriu-se um sítio paleontológico: fosseis e artefatos de um povo muito distante.
Escola
18 A Harmonia entre os Elementos da Natureza
Terra Ala das Crianças A visão mágica através do espelho d’água que revela como Itaboraí é bela e delicada. E por tudo aquilo que Deus criou: a água, a terra, o fogo e o ar. Itaboraí de sua “Fonte” sempre os valorizou...
Maria Alice
19 A Harmonia entre os Elementos da Natureza
Fogo Comunidade A visão mágica através do espelho d’água que revela como Itaboraí é bela e delicada. E por tudo aquilo que Deus criou: a água, a terra, o fogo e o ar. Itaboraí de sua “Fonte” sempre os valorizou...

Escola

ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas

Figurinista(s): Lane Santana
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável pela ala
19 A Harmonia entre os Elementos da Natureza
Água Comunidade A visão mágica através do espelho d’água que revela como Itaboraí é bela e delicada. E por tudo aquilo que Deus criou: a água, a terra, o fogo e o ar. Itaboraí de sua “Fonte” sempre os valorizou...

Escola
19 A Harmonia entre os Elementos da Natureza
Ar Comunidade A visão mágica através do espelho d’água que revela como Itaboraí é bela e delicada. E por tudo aquilo que Deus criou: a água, a terra, o fogo e o ar. Itaboraí de sua “Fonte” sempre os valorizou...

Escola
20 A Ligação entre a Terra e o Divino 2º CASAL DE MESTRE SALA E PORTA BANDEIRA

Terra Abençoada Escola
21 Freis do Convento

A tradição religiosa do Município de Itaboraí.
Sérgio

ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas

Figurinista(s): Lane Santana
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável pela ala
22
Presença do Divino
Comunidade
A terra abençoada que provém um santo, que por ela caminhou lavando as dores e enxugando o pranto.
Escola
23 Coretjo da Folia A referencia folclórica de Itaboraí. Que aqui é apresentado na folia do cortejo dos três reis magos. Nadir
24 A Estrela Guia 3º CASAL DE MESTRE SALA E PORTA BANDEIRA A fé e a magia das folias de reis de Itaboraí
Escola
25 Pierrô A Caprichosos de Pilares se veste de Itaboraí nesse carnaval. E dessa alegria, sem igual, vem pra te homenagear pierrôs.

Diva
26 Colombinas Comunidade A Caprichosos de Pilares se veste de Itaboraí nesse carnaval. E dessa alegria, sem igual, vem pra te homenagear colombinas.

Escola
27 Arlequim Comunidade A Caprichosos de Pilares se veste de Itaboraí nesse carnaval. E dessa alegria, sem igual, vem pra te homenagear arlequins.

Escola

ROTEIRO DO DESFILE
Alas
Descrição das Alas

Figurinista(s): Lane Santana
Nº Nome da Fantasia Nome da ala descrição Responsável pela ala
28 Capacitação Profissional O desenvolvimento econômico e profissional à geração de renda da população de Itaboraí.
Cosme
29 Pólo Petroquímico Comunidade A esperança como fruto da bonança e a certeza de que no futuro o melhor está por vir, Itaboraí cresce de Santo Antônio de Sá ao Pólo petroquímico – novos ciclos econômicos, tudo que vem de ti, aqui, se mostra em ação e, nos encanta como fonte de sua “Criação”.

Escola
30
Departamento Feminino

Vânia Morgado
31
Canto de Pilares

Ala dos Compositores
Jorge 101

ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias

Descrição das Alegorias

1o ALEGORIA

Nome: FONTE DE ITABORAÏ

descrição: Mágica e misteriosa! dela, através das pedras de quartzo e do magnífico espelho d’água, pode se ver e saber tudo! Encantada a Caprichosos de Pilares apresenta no carro abre-alas esta lenda local da origem de Itaboraí. E da pedra escondida na água, transforma o índio – dono da terra, num “arauto abençoado” que nos revela na Avenida a rica história de sua terra abençoada.

Autor: LANE SANTANA

Principais destaques: O Pajé

número da ala anterior à alegoria: 1º CASAL DE MESTRE SALA E PORTA BANDEIRA

2o ALEGORIA

Nome: PORTO DAS CAIXAS

descrição: Movimentado porto fluvial, de onde se escoava toda a produção agrícola local e das regiões próximas: era o açúcar exportado em caixas, daí resultando o nome do porto. Por essa época, era Itaboraí o celeiro do Rio de Janeiro e o maior empório comercial da Província.

Autor: LANE SANTANA

Principais destaques: Novo Dono das Terras

número da ala anterior à alegoria: 7

3o ALEGORIA

Nome: ITABORAÍ: ERGUIDA DA TERRA E MOLDADA NO BARRO

descrição: A atividade mais antiga e mais significativa de Itaboraí: a produção do barro. A exploração da argila para a fabricação de utensílios no Município tem 17 origem remota, pois os povos primitivos que habitavam a região antes da chegada dos europeus já dominavam a técnica da fabricação de cerâmicas... Num caminho traçado á evolução são olarias, artesanatos em barro. Que na alegoria 3 vem representado por um grande jarro de barro formado por corpos humanos numa evolução coreografada.

Autor: LANE SANTANA

Principais destaques: Moldada da Terra

número da ala anterior à alegoria: 15

ROTEIRO DO DESFILE
Alegorias
4o ALEGORIA

Nome: A ROMARIA DA FÉ

descrição: O imediatismo religioso de centenas de fiéis que para Itaboraí, nos 70, iam em romarias em busca da benção divina. Durante esses anos Porto das Caixas entre para História de Itaboraí como “Porto Abençoado”, de presença divina da terra dos milagres.

Autor: LANE SANTANA

Principais destaques: Mensageiro da paz

número da ala anterior à alegoria: 24

5o ALEGORIA

Nome: PÓLO PETROQUÍMICO A RELUZIR

descrição: Um nobre futuro a conduzir... Um projeto sócio-econômico que visa gerar efeitos multiplicadores que acentuem sobremaneira o caráter germinativo em termos de melhor qualidade de vida aos itaboraienses.

Autor: LANE SANTANA

Principais destaques Derivados do Petróleo

número da ala anterior à alegoria: 26

ROTEIRO DO DESFILE
Mestre Sala e Porta Bandeira

1o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira

Número da ala anterior ao casal: Comissão de Frente

Nome do Mestre Sala: Peixinho

Nome da Porta Bandeira: Andréia

Nome da Fantasia: O passar do Tempo

Outras Informações:

2o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira

Número da ala anterior ao casal: 21

Nome do Mestre Sala: Sandro

Nome da Porta Bandeira: Fernanda

Nome da Fantasia: A ligação entre a Terra e o Divino

Outras Informações:

3o Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira

Número da ala anterior ao casal: 25

Nome do Mestre Sala: Walace

Nome da Porta Bandeira: Rayssa

Nome da Fantasia: A Estrela Guia

Outras Informações:

SAMBA-ENREDO

Presidente da Ala dos Compositores: Jorge 101

Autores do Samba-Enredo: Aurélio Proença, Paulo Apparicio, Mario Gordo, Júlio Martins e Paulo Bispo.

Letra

Índio eu sou!
E vou revelar na Avenida
A 'Fonte de Itaboraí’
Vem da Pedra Bonita na água escondida
Com a fidalguia a chegar
Tornou-se então Santo Antônio de Sá
Na formação da Terra
Vivi entre a paz e a guerra
Plantar, colher, cana-de-açúcar e prosperar
No porto das caixas exportar

Erguida da Terra, moldada no barro
Caminho traçado à evolução
Itaboraí: perfil do teu povo
Vem nos segredos encontrados neste chão

Do espelho d'água vejo a beleza
Abençoada natureza
O Frei de bom coração
É lembrado em forma de oração
No cortejo da folia a estrela me guia
À pedra que não se esconde mais
Da sua profecia nasce um samba de paz
Do pólo petroquímico vai reluzir
Nobre futuro a conduzir
Itaboraí a força da 'nação'
No carnaval eu me achei
Na linha do tempo, senhor da razão

Caprichosos quer voltar!
Pra fazer Pilares cantar mais feliz
E beber da 'fonte' outra vez
Com 'Visconde' e o 'Marquês'
Abençoada seja Itaboraí!

Pesquisador Marcos Roza de Souza
___________________________________
Nome do Responsável pelo material:

___________________________________ 13/12/2007
Assinatura Data

Símbolo:  
 
   
 
CARNAVAL 2008